O Malmequer

Écrit par Angelina Caussé. Publié dans Séquences

Un conte de Guerra Junqueiro - Contos para a infância

  • O Malmequer

    Ouvi com atenção esta pequenina história!
    No campo, junto da estrada real, havia uma casinha muito bonita, que deveis ter visto muitas vezes. Há na frente um jardinzinho com flores, rodeado por uma sebe verdejante. Ali perto nas bordas do valado, no meio da erva espessa, floria um pequenino malmequer.
    Desabrochava a olhos vistos, graças ao sol, que repartia igualmente a sua luz tanto por ele como pelas grandes e maravilhosas flores do jardim.

    Uma bela manhã, já inteiramente aberto, com as folhinhas alvas e brilhantes, parecia um sol em miniatura circundado dos seus raios. Pouco se lhe dava que o vissem no meio da erva e não fizessem caso dele, pobre florinha insignificante. Vivia satisfeito, aspirando deliciosamente o calor do sol, e ouvindo o canto da cotovia, que se perdia nos ares.

    Nesse dia o pequeno malmequer, apesar de ser numa segunda-feira, sentia-se tão feliz como se fosse um domingo. Enquanto as crianças sentadas nos bancos da escola estudavam a lição, ele, sentado na haste verdejante, estudava na formosura da natureza a bondade de Deus, e tudo o que sentia misteriosamente, em silêncio, julgava ouvi-lo traduzido com admirável nitidez nas canções alegres da cotovia. Por isso pôs-se a olhar com uma espécie de respeito, mas sem inveja, para essa avezinha feliz que cantava e voava.
    «Eu vejo e oiço, pensou o malmequer; o sol aquece-me e o vento acaricia-me. Oh! Não tenho razão de me queixar.»
    Dentro da sebe havia muitas flores altivas, aristocráticas; quanto menos aroma tinham, mais orgulhosas se aprumavam. As dálias inchavam-se para parecerem maiores do que as rosas; mas não é o tamanho que faz a rosa.
    As tulipas brilhavam pela beleza das suas cores, pavoneando-se pretenciosamente. Não se dignavam de lançar um olhar para o pequeno malmequer, enquanto que o pobrezinho admirava-as, exclamando: «Como são ricas e bonitas! A cotovia irá certamente visitá-las. Graças a Deus, poderei assistir a este belo espectáculo.» E no mesmo instante a cotovia dirigiu o seu voo, não para as dálias e tulipas, mas para a relva, junto do pobre malmequer, que morto de alegria não sabia o que havia de pensar.
    O passarinho pôs-se a saltitar à roda dele, cantando: «Como a erva é macia! Oh! Que encantadora florinha, com um coração de oiro, vestida de prata!»
    Não se pode fazer ideia da felicidade do malmequer. A ave acariciou-o com o bico, cantou outra vez diante dele, e perdeu-se depois no azul do firmamento. Durante mais dum quarto de hora não pôde o malmequer reprimir a sua comoção. Meio envergonhado, mas todo contente, olhou para as outras flores do jardim, que, como testemunhas da honra que acaba de receber, deviam avaliar muito bem a sua alegria natural; mas as tulipas estavam cada vez mais aprumadas; a sua haste vermelha e pontiaguda manifestava o despeito. As dálias tinham a cabeça toda inchada. Se elas pudessem falar, teriam dito coisas bem desagradáveis ao pobre malmequer. A florinha viu isto, e ficou triste.
    Passados alguns momentos, entrou no jardim uma rapariguita com uma grande faca afiada e brilhante, aproximou-se das tulipas, e cortou-as uma a uma.
    «Que desgraça! disse o malmequer suspirando; é horrível; foram-se todas.»
    E enquanto a rapariguinha levava as tulipas, o malmequer alegrara-se por ser simplesmente uma pequenina flor no meio da erva. Apreciando reconhecido a bondade de Deus, cerrou ao cair da tarde as suas folhas, adormeceu, e sonhou toda a noite com o sol e com a cotovia.

    No dia seguinte de manhã, assim que o malmequer abriu as suas folhas ao ar e à luz, reconheceu a voz do passarinho, mas o seu canto era triste, muitíssimo triste. A pobre cotovia tinha boas razões para se afligir: haviam-na agarrado e metido numa gaiola, suspensa entre uma janela aberta. Cantava a alegria da liberdade, a beleza dos campos e as suas antigas viagens através do espaço ilimitado.
    O pequenino malmequer tinha boa vontade de lhe acudir: mas como? Era difícil. A compaixão pelo pobre passarinho prisioneiro, fez-lhe esquecer inteiramente as belezas que o cercavam, o doce calor do sol e a alvura resplandecente das suas próprias folhas.
    Nisto dois rapazinhos entraram no jardim. O mais velho trazia na mão uma faca comprida e afiada como a da pequerrucha, que tinha cortado as tulipas.
    Encaminharam-se para o malmequer, que não podia compreender o que desejavam.
    «Podemos arrancar daqui um pedaço de relva para a cotovia, disse um dos rapazes, e começou a fazer um quadrado profundo à volta da florinha.
    - «Arranca a flor, disse o outro.»
    A estas palavras o malmequer estremeceu de terror. Arrancarem-no era morrer; e nunca tinha abençoado tanto a existência, como no momento em que esperava entrar com a relva na gaiola da cotovia.
    «Não; deixemo-la, disse o mais velho. Está aí muito bem.»
    Foi por conseguinte poupado, e entrou na gaiola da cotovia.
    O pobre passarinho, queixando-se amargamente do seu cativeiro, batia com as asas nos arames da gaiola. O malmequer não podia, apesar dos seus desejos, articular-lhe uma palavra de consolação.
    Passou-se assim toda a manhã.
    «Já não tenho água, exclamou a prisioneira. Saiu toda a gente, sem me deixarem ao menos uma gota de água. A garganta queima-me, tenho uma febre terrível, sinto-me abafada! Ai! Não há remédio senão morrer, longe do sol esplêndido, longe da fresca verdura e de todas as magnificências da criação!»
    Depois enterrou o bico na relva húmida para se refrescar um pouco. Viu então o malmequer; fez-lhe um sinal de cabeça amigável, e disse-lhe, afagando-o: «Também tu, pobre florinha, morrerás aqui! Em vez do mundo inteiro, que eu tinha à minha disposição, deram-me um pedacito de relva, e a ti só por única companhia. Cada pezinho de relva substitui para mim uma árvore, e cada uma das tuas folhas brancas, uma flor odorífera. Ah! Como me fazes recordar de todas as coisas que perdi!
    - Se eu pudesse consolá-la! pensava o malmequer, incapaz de fazer o mínimo movimento.
    Contudo o perfume que ele exalava, tornou-se mais forte que de costume; a cotovia sentiu-o, e, apesar da sede devoradora que a obrigava a arrancar a erva, teve todo o cuidado em não tocar nem sequer de leve na flor.

    Caiu a noite; não estava ali ninguém, para trazer uma gota de água à desditosa cotovia; estendeu então as suas belas asas, sacudindo-as convulsivamente, e pôs-se a cantar uma cançãozinha melancólica; a sua cabecinha inclinou-se para a flor, e o seu coração quebrado de desejos e de angústias cessou de bater. Vendo este triste espectáculo, o malmequer não pôde como na véspera fechar as suas folhas para dormir; curvou-se para o chão, doente de tristeza.
    Os rapazitos só voltaram no dia seguinte, e, vendo o passarinho morto, rebentaram-lhe as lágrimas e abriram uma cova. Meteram o cadáver dentro duma caixa vermelha, lindíssima, fizeram-lhe um enterro de príncipe, e cobriram o túmulo com folhas de rosas.

    Pobre passarinho! Enquanto vivia e cantava, esqueceram-se dele e deixaram-no morrer de fome na gaiola; depois de morto é que o choraram e lhe fizeram honrarias pomposíssimas.
    A relva e o malmequer lançaram-nas para a poeira da estrada; daquele que com tanta ternura tinha amado a cotovia, ninguém se lembrou.
      Clique para escutar o texto realçado ! Ouvi com atenção esta pequenina história! No campo, junto da estrada real, havia uma casinha muito bonita, que deveis ter visto muitas vezes. Há na frente um jardinzinho com flores, rodeado por uma sebe verdejante. Ali perto nas bordas do valado, no meio da erva espessa, floria um pequenino malmequer. Desabrochava a olhos vistos, graças ao sol, que repartia igualmente a sua luz tanto por ele como pelas grandes e maravilhosas flores do jardim. Uma bela manhã, já inteiramente aberto, com as folhinhas alvas e brilhantes, parecia um sol em miniatura circundado dos seus raios. Pouco se lhe dava que o vissem no meio da erva e não fizessem caso dele, pobre florinha insignificante. Vivia satisfeito, aspirando deliciosamente o calor do sol, e ouvindo o canto da cotovia, que se perdia nos ares. Nesse dia o pequeno malmequer, apesar de ser numa segunda-feira, sentia-se tão feliz como se fosse um domingo. Enquanto as crianças sentadas nos bancos da escola estudavam a lição, ele, sentado na haste verdejante, estudava na formosura da natureza a bondade de Deus, e tudo o que sentia misteriosamente, em silêncio, julgava ouvi-lo traduzido com admirável nitidez nas canções alegres da cotovia. Por isso pôs-se a olhar com uma espécie de respeito, mas sem inveja, para essa avezinha feliz que cantava e voava. «Eu vejo e oiço, pensou o malmequer; o sol aquece-me e o vento acaricia-me. Oh! Não tenho razão de me queixar.» Dentro da sebe havia muitas flores altivas, aristocráticas; quanto menos aroma tinham, mais orgulhosas se aprumavam. As dálias inchavam-se para parecerem maiores do que as rosas; mas não é o tamanho que faz a rosa. As tulipas brilhavam pela beleza das suas cores, pavoneando-se pretenciosamente. Não se dignavam de lançar um olhar para o pequeno malmequer, enquanto que o pobrezinho admirava-as, exclamando: «Como são ricas e bonitas! A cotovia irá certamente visitá-las. Graças a Deus, poderei assistir a este belo espectáculo.» E no mesmo instante a cotovia dirigiu o seu voo, não para as dálias e tulipas, mas para a relva, junto do pobre malmequer, que morto de alegria não sabia o que havia de pensar. O passarinho pôs-se a saltitar à roda dele, cantando: «Como a erva é macia! Oh! Que encantadora florinha, com um coração de oiro, vestida de prata!» Não se pode fazer ideia da felicidade do malmequer. A ave acariciou-o com o bico, cantou outra vez diante dele, e perdeu-se depois no azul do firmamento. Durante mais dum quarto de hora não pôde o malmequer reprimir a sua comoção. Meio envergonhado, mas todo contente, olhou para as outras flores do jardim, que, como testemunhas da honra que acaba de receber, deviam avaliar muito bem a sua alegria natural; mas as tulipas estavam cada vez mais aprumadas; a sua haste vermelha e pontiaguda manifestava o despeito. As dálias tinham a cabeça toda inchada. Se elas pudessem falar, teriam dito coisas bem desagradáveis ao pobre malmequer. A florinha viu isto, e ficou triste. Passados alguns momentos, entrou no jardim uma rapariguita com uma grande faca afiada e brilhante, aproximou-se das tulipas, e cortou-as uma a uma. «Que desgraça! disse o malmequer suspirando; é horrível; foram-se todas.» E enquanto a rapariguinha levava as tulipas, o malmequer alegrara-se por ser simplesmente uma pequenina flor no meio da erva. Apreciando reconhecido a bondade de Deus, cerrou ao cair da tarde as suas folhas, adormeceu, e sonhou toda a noite com o sol e com a cotovia. No dia seguinte de manhã, assim que o malmequer abriu as suas folhas ao ar e à luz, reconheceu a voz do passarinho, mas o seu canto era triste, muitíssimo triste. A pobre cotovia tinha boas razões para se afligir: haviam-na agarrado e metido numa gaiola, suspensa entre uma janela aberta. Cantava a alegria da liberdade, a beleza dos campos e as suas antigas viagens através do espaço ilimitado. O pequenino malmequer tinha boa vontade de lhe acudir: mas como? Era difícil. A compaixão pelo pobre passarinho prisioneiro, fez-lhe esquecer inteiramente as belezas que o cercavam, o doce calor do sol e a alvura resplandecente das suas próprias folhas. Nisto dois rapazinhos entraram no jardim. O mais velho trazia na mão uma faca comprida e afiada como a da pequerrucha, que tinha cortado as tulipas. Encaminharam-se para o malmequer, que não podia compreender o que desejavam. «Podemos arrancar daqui um pedaço de relva para a cotovia, disse um dos rapazes, e começou a fazer um quadrado profundo à volta da florinha. - «Arranca a flor, disse o outro.» A estas palavras o malmequer estremeceu de terror. Arrancarem-no era morrer; e nunca tinha abençoado tanto a existência, como no momento em que esperava entrar com a relva na gaiola da cotovia. «Não; deixemo-la, disse o mais velho. Está aí muito bem.» Foi por conseguinte poupado, e entrou na gaiola da cotovia. O pobre passarinho, queixando-se amargamente do seu cativeiro, batia com as asas nos arames da gaiola. O malmequer não podia, apesar dos seus desejos, articular-lhe uma palavra de consolação. Passou-se assim toda a manhã. «Já não tenho água, exclamou a prisioneira. Saiu toda a gente, sem me deixarem ao menos uma gota de água. A garganta queima-me, tenho uma febre terrível, sinto-me abafada! Ai! Não há remédio senão morrer, longe do sol esplêndido, longe da fresca verdura e de todas as magnificências da criação!» Depois enterrou o bico na relva húmida para se refrescar um pouco. Viu então o malmequer; fez-lhe um sinal de cabeça amigável, e disse-lhe, afagando-o: «Também tu, pobre florinha, morrerás aqui! Em vez do mundo inteiro, que eu tinha à minha disposição, deram-me um pedacito de relva, e a ti só por única companhia. Cada pezinho de relva substitui para mim uma árvore, e cada uma das tuas folhas brancas, uma flor odorífera. Ah! Como me fazes recordar de todas as coisas que perdi! - Se eu pudesse consolá-la! pensava o malmequer, incapaz de fazer o mínimo movimento. Contudo o perfume que ele exalava, tornou-se mais forte que de costume; a cotovia sentiu-o, e, apesar da sede devoradora que a obrigava a arrancar a erva, teve todo o cuidado em não tocar nem sequer de leve na flor. Caiu a noite; não estava ali ninguém, para trazer uma gota de água à desditosa cotovia; estendeu então as suas belas asas, sacudindo-as convulsivamente, e pôs-se a cantar uma cançãozinha melancólica; a sua cabecinha inclinou-se para a flor, e o seu coração quebrado de desejos e de angústias cessou de bater. Vendo este triste espectáculo, o malmequer não pôde como na véspera fechar as suas folhas para dormir; curvou-se para o chão, doente de tristeza. Os rapazitos só voltaram no dia seguinte, e, vendo o passarinho morto, rebentaram-lhe as lágrimas e abriram uma cova. Meteram o cadáver dentro duma caixa vermelha, lindíssima, fizeram-lhe um enterro de príncipe, e cobriram o túmulo com folhas de rosas. Pobre passarinho! Enquanto vivia e cantava, esqueceram-se dele e deixaram-no morrer de fome na gaiola; depois de morto é que o choraram e lhe fizeram honrarias pomposíssimas. A relva e o malmequer lançaram-nas para a poeira da estrada; daquele que com tanta ternura tinha amado a cotovia, ninguém se lembrou.

     

     Guerra Junqueira - in Contos para a infância - Wikisource

  • 1. Perguntas de compreensão

    O Malmequer
    Responda por : Sim, certo - Não, errado - Letra da afirmação correcta.

    1. Conhecemos o nome do narrador?
    2. Ele dirige-se às crianças no imperativo. Porquê?
    3. O que é que havia junto da estrada real ?
         a) uma casinha
         b) um casarão
         c) um jardimzinho
         d) uma sebe sem flores
    4. Onde é que floria o pequeno malmequer ?
         a) na casinha
         b) nas bordas do valado
         c) no jardimzinho
         d) na sebe verdejante
    5. Desabrochava a olhos vistos...
         a) graças à luz e aos raios do sol
         b) graças à chuva
         c) graças às maravilhosas flores
    6. A flor parecia um sol em miniatura.
    7. O malmequer tinha folhinhas escuras e brilhantes.
    8. A flor era tão pequena que quase não se via no meio da erva.
    9. O malmequer vivia satisfeito, ouvindo o canto da cotovia.
    10. O perfume da flor perdia-se nos ares.

    - Pistes pour les réponses

    O Malmequer
    Respostas

    1. Conhecemos o nome do narrador?  → Não. Trata-se de um conto, o narrador é geralmente anonimo.
    2. Ele dirige-se às crianças no imperativo. Porquê?  → Os Contos para a infância têm aqui um valor educativo. Havera uma lição a aprender desta leitura...
    3. O que é que havia junto da estrada real ?  → 
         a) uma casinha  → 
         b) um casarão  → 
         c) um jardimzinho  → 
         d) uma sebe sem flores  → 
    4. Onde é que floria o pequeno malmequer ?  → 
         a) na casinha  → 
         b) nas bordas do valado  → 
         c) no jardimzinho
         d) na sebe verdejante  → 
    5. Desabrochava a olhos vistos...
         a) graças à luz e aos raios do sol  → 
         b) graças à chuva  → 
         c) graças às maravilhosas flores  → 
    6. A flor parecia um sol em miniatura.  → 
    7. O malmequer tinha folhinhas escuras e brilhantes.  → 
    8. A flor era tão pequena que quase não se via no meio da erva.
    9. O malmequer vivia satisfeito, ouvindo o canto da cotovia.  → 
    10. O perfume da flor perdia-se nos ares.

      → 

      → 

    2. A família da criança

    A família da criança
    • 1. Quem dá os brinquedos, os meios de se ocupar ? Portanto quem escolhe o tipo de passatempo ? Portanto quem decide, quem faz dele um fenómeno ?
      2. Porque é que ele é precoce?
      3. Que efeito tem essa precocidade sobre a família?
      4. Passar horas imóvel para uma criança é bom ?

    - Pistes pour les réponses

    A família da criança : uma mãe viúva, família sem homem

    1. Quem dá os brinquedos, os meios de se ocupar ? Portanto quem decide, quem faz dele um fenómeno e porquê ?
    → família / titi, mãe (não há pai). Não é a criança.
    2. Porque é que ele é precoce?
    → cedo demais : cada coisa em seu tem. Desenvolver o intelecto.
    3. Que efeito tem essa precocidade sobre a família?
    → pasmo, encanto / “Maravilha notável “. Orgulho
    4. Passar horas imóvel para uma criança é bom ?
    → Péssimo para a saúde / falta o desenvolvimento físico

    3. O tom do narrador

    O tom do narrador

    1. Qual é o tom do primeiro parágrafo ?
    2. O autor descreve o que ele vê ? A través de quê ?
    3. Qual é o tom a seguir ?
    4. De um ponto de vista visual, que efeito produz a descrição ?
    5. Trata-se de um retrato da total realidade ?
    6. Com que finalidade faziam isso tudo ?
    7. Primeira conclusão : que fazem da criança ?

    - Pistes pour les réponses

    O tom do narrador : sem tolerância

    1. Qual é o tom do primeiro parágrafo ?
    → Enfático
    2. O autor descreve o que ele vê ? A través de quê ?
    → criança vista pela mãe e a tia
    3. Qual é o tom a seguir ?
    → já é mais mau : espécie de raiva
    4. De um ponto de vista visual, que efeito produz a descrição ?
    → cómico, irónico
    5. Trata-se de um retrato da total realidade ?
    → troça, exagero, ridículo
    6. Com que finalidade faziam isso tudo ?
    → carreira, posteridade / prestígio
    7. Primeira conclusão : que fazem da criança ?
    → moldam-na / futuro / para si... 

  • Os diminutivos 

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    Fonte : Infopédia

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    Eça de Queirós

    José Maria de Eça de Queirós nasceu em 25 de novembro de 1845, numa casa da Praça do Almada na Póvoa de Varzim, no centro da cidade. Foi baptizado na Igreja Matriz de Vila do Conde. Filho de José Maria Teixeira de Queirós, nascido no Rio de Janeiro em 1820, e de Carolina Augusta Pereira d'Eça, nascida em Monção em 1826. O pai de Eça de Queirós, magistrado e par do reino, convivia regularmente com Camilo Castelo Branco, quando este vinha à Póvoa para se divertir no Largo do Café Chinês.    

    Fonte : Wikipédia

     
     
  • Découvrir et étudier un autre extrait de l'œuvre : No hipódromo

  • Niveau B2 - Lire - 100, 101

    Lire : Je peux lire des textes dans lesquels les auteurs adoptent une attitude particulière ou un certain point de vue. Je peux comprendre un texte littéraire en prose. (B2)
    [100] Je peux reconnaître les conclusions principales de textes argumentatifs écrits clairement.
    [101] Je peux reconnaître les points importants de l’argumentation d’un texte mais pas forcément le détail.

Tags: Littérature Conte

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