Vous êtes ici : Accueil > LABO DE LANGUE > Exercices, évaluation > Atelier de création de fables - Oficina de criação de fábulas
Publié : 3 janvier

TERMINALE - PREMIERE - SECONDE

Atelier de création de fables - Oficina de criação de fábulas

Atelier d’écriture 2020 - 2021 - Semaine des langues vivantes

Oficina de criação de fábulas

Atelier d’écriture

L’atelier

Fábulas da América do Sul

Fábulas

A. Consignes - Instruções

Instruções, notas e algumas definições

Instruções

1. Criar um abecedário bilíngue de 24 fabulosas fábulas [1] [2] ou apólogos [3] sul-americanos... ! 

2. Escolher e personificar animais típicos, endêmicos do Brasil, vestindo-os de características físicas e psicológicas mas também « sociais », permitindo ilustrar relações de força, de poder, à imagem das lutas entre as personalidades humanas assim retratadas. Os « defeitos » humanos, fonte de todas as discriminações, serão vencidos pela qualidade de reflexões positivas e... humanistas.

3. Contar, em prosa ou versos livres, casos breves, cômicos ou graves, acabando sempre por uma moralidade, uma lição positiva, uma lição de harmonia, liberdade, equilíbrio e justiça.

4. As fábulas podem ser adaptações livres de obras de Esopo [4], Fedro [5] ou La Fontaine [6] ou invenções completas dando livre curso à vossa imaginação. Também poderão se inspirar do folclore brasileiro !

5. Uma « oficina » de tradução e outra de ilustrações, visuais e sonoras, serão organizadas paralelamente.

6. As produções serão realizadas solitariamente ou em binômios.

7. As publicações serão materializadas no nosso site, acompanhadas por documentos sonoros (áudio, música, efeitos sonoros) mas também serão impressas em folhetos.

8. Os três níveis (2de, 1ère, Terminale) vão concorrer, juntos ou separadamente, no Concurso nacional Fête des fables, Faites des fables.

9. As realizações serão propostas sob a forma de um abecedário em um Padlet : as fábulas deverão ter por objeto / título e sujeito o nome de um animal de A a Z.

10. Já está presente nesta página um « Bestiário », uma lista de animais (e elementos vegetais) tipicamente brasileiros... que vocês vão poder completar, reorganizar em colunas e por ordem alfabética.

Consignes bilingues

InstruçõesConsignes
1. Criar um abecedário bilingue de 24 fabulosas fábulas [1] ou apólogos [2] sul-americanos ! 1. Créer un abécédaire bilingue de 24 fables ou apologues fabuleux, sud-américains !
2. Escolher animais típicos, endêmicos do Brasil, vestindo-os de características físicas e psicológicas mas também « sociais », permitindo ilustrar relações de força, de poder, à imagem das lutas entre as personalidades humanas assim retratadas. Os « defeitos » humanos, fonte de todas as discriminações [7], serão vencidos pela qualidade de reflexões positivas e... humanistas. 2. Choisir des animaux typiques, endémiques du Brésil, les revêtant de caractéristiques physiques, psychologiques mais aussi « sociales », permettant d’illustrer des relations de force, de pouvoir, à l’image des luttes entre les personnalités humaines ainsi représentées. Les « défauts » humains, source de toutes les discriminations, seront vaincus par la qualité des réflexions positives et humanistes.
3. Contar, em prosa ou versos livres, casos breves, cômicos ou graves, acabando sempre por uma moralidade, uma lição positiva, uma lição de harmonia, liberdade, equilíbrio e justiça. 3. Raconter, en prose ou en vers libres, des histoires brèves, comiques ou graves, finissant toujours par une moralité, une leçon positive, une leçon d’harmonie, de liberté, d’équilibre et de justice.
4. As fábulas podem ser adaptações livres de obras de Esopo [3], Fedro [4] ou La Fontaine [5] ou invenções completas dando livre curso à vossa imaginação. Também poderão se inspirar do folclore brasileiro ! 4. Les fables peuvent être des adaptations libres d’œuvres d’Ésope, Phèdre ou La Fontaine, ou de pures inventions laissant libre cours à votre imagination. Elles pourront aussi s’inspirer du folklore brésilien !
5. Uma « oficina » de tradução e outra de ilustrações, visuais e sonoras, serão organizadas paralelamente por quem apreciar esses tipos de exercícios. 5. Un « atelier » de traduction ainsi qu’un atelier d’illustrations, visuelles et sonores, seront organisés parallèlement pour ceux que l’exercice séduira.
6. As produções serão realizadas solitariamente ou em binômios. 6. Les productions seront réalisées individuellement ou en binômes.
7. As publicações serão materializadas no nosso site, acompanhadas por documentos sonoros (áudio, música, efeitos sonoros) mas também serão impressas em folhetos. 7. Les publications seront matérialisées sur notre site, accompagnées de documents sonores (audio, musique, effets sonores) mais seront aussi imprimées sous forme de livrets.
8. Os três níveis (2de, 1ère, Terminale) vão concorrer, juntos ou separadamente, no Concurso nacional Fête des fables, Faites des fables. 8. Les trois niveaux (2de, 1ère, Terminale) participeront ensemble ou séparément au Concours national Fête des fables, Faites des fables.
9. As realizações serão propostas sob a forma de um abecedário : as fábulas deverão ter por objeto/título e sujeito o nome de um animal de A a Z. 9. Les réalisations seront proposées sous la forme d’un abécédaire : les fables devront avoir pour objet/titre et sujet le nom d’un animal de A à Z.
10. O ponto de partida poderá ser um « Bestiário » já presente nesta página, uma lista de animais (e elementos vegetais) tipicamente brasileiros... que vocês vão completar, reorganizar em colunas e por ordem alfabética. 10. Le point de départ pourra être un « Bestiaire » déjà présent dans cette page, une liste d’animaux (et d’éléments végétaux) typiquement brésiliens... que vous allez enrichir, réorganiser en colonnes et par ordre alphabétique.

Objectifs

B. Objectifs pédagogiques - Objetivos pedagógicos

Objetivos pedagógicos

Objetivos pedagógicos

1. Trabalhar a expressão escrita, oral e em interação. Enriquecer o léxico e os conhecimentos culturais. Pontuar escrupulosamente, deixando « respirar » a língua, conferindo-lhe uma linha melódica. Cuidar da língua, seja ela acadêmica ou coloquial.

2. Trabalhar a tradução e, daí, afinar a compreensão : versão e retroversão.

3. Colaborar harmoniosamente. Trocar ideias e competências, aceitando as divergências de valores e opiniões.

4. Pesquisar e cruzar informações. Respeitar a propriedade intelectual alheia (Fontes) e responsabilizar-se pelo que vocês vão criar.

5. Utilizar as « ferramentas » da língua : vocabulário, conjugação, dicionários e enciclopédias (Priberam, Reverso Contexto, Conjuga-me.net, Flip on-line etc.).

6. Aprender a reler, emendar, melhorar, caçar as incoerências, embelezar, evitar repetições como também construir figuras estilísticas ao serviço das ideias.

7. Colocar-se ao nível do leitor : as fábulas, apesar das figuras de retórica usadas, ou graças às mesmas, devem ser entendidas por crianças ! (Clareza e concisão)

8. Construir estórias possuindo uma finalidade : uma « lição », moralidade útil, e não fútil.

9. Utilizar as ferramentas numéricas, indispensáveis para o vosso futuro.

10. Sentir orgulho pelas vossas realizações... duráveis, úteis e até podendo proporcionar prazer a vossos leitores !

Objectifs bilingues

Objetivos pedagógicosObjectifs pédagogiques
1. Trabalhar a expressão escrita, oral e em interação. Enriquecer o léxico e os conhecimentos culturais. Pontuar escrupulosamente, deixando « respirar » a língua, conferindo-lhe uma linha melódica. Cuidar da língua, seja ela acadêmica ou coloquial. 1. Travailler l’expression écrite, orale et en interaction. Enrichir le lexique et élargir les connaissances culturelles. Ponctuer scrupuleusement, laissant « respirer » la langue, lui conférant une ligne mélodique. Soigner le langage, qu’il soit académique ou vernaculaire.
2. Trabalhar a tradução e, daí, afinar a compreensão : versão e retroversão. 2. Travailler la traduction et, par là, affiner la compréhension : version et thème.
3. Colaborar harmoniosamente. Trocar ideias e competências, aceitando as divergências de valores e opiniões. 3. Collaborer harmonieusement. Échanger idées et compétences, acceptant les divergences de valeurs et d’opinions.
4. Pesquisar e cruzar informações. Respeitar a propriedade intelectual alheia (Fontes) e responsabilizar-se pelo que vocês vão criar. 4. Rechercher et croiser les informations. Respecter la propriété intellectuelle d’autrui (sources) et être responsable de ses propres créations.
5. Utilizar as « ferramentas » da língua : vocabulário, conjugação, dicionários e enciclopédias (Priberam, Reverso Contexto, Conjuga-me.net, Flip on-line etc.). 5. Utiliser les « outils » linguistiques : lexique, conjugaison, dictionnaires et encyclopédies (Priberam, Reverso Contexto, Conjuga-me.net, Flip on-line, Padlet, YouTube, Inshot etc.).
6. Aprender a reler, emendar, melhorar, caçar as incoerências, embelezar, evitar repetições como também construir figuras estilísticas ao serviço das ideias. 6. Apprendre à se relire, à corriger, améliorer, chasser les incohérences, embellir, éviter les répétitions tout en construisant des figures de style au service des idées.
7. Colocar-se ao nível do leitor : as fábulas, apesar das figuras de retórica usadas, ou graças às mesmas, devem ser entendidas por crianças ! (Clareza e concisão) 7. Se placer au niveau du lecteur : les fables, malgré les figures rhétoriques employées, ou grâce à elles, doivent être comprises par des enfants ! (Clarté et concision)
8. Construir estórias possuindo uma finalidade : uma « lição », moralidade útil, e não fútil. 8. Construire des histoires possédant une finalité : une « leçon », moralité utile, et non futile.
9. Utilizar as ferramentas numéricas, indispensáveis para o vosso futuro. 9. Utiliser les outils numériques, indispensables à votre vie future.
10. Sentir orgulho pelas vossas realizações... duráveis, úteis e até podendo proporcionar prazer a vossos leitores ! 10. Éprouver de la fierté quant à vos réalisations... durables, utiles, pouvant même procurer du plaisir à vos lecteurs !

Définitions

Definições

Gênero textual, autores, estilo

[1] A fábula, por ser uma pequena narrativa, serve para ilustrar algum vício ou alguma virtude e termina, invariavelmente, com uma lição de moral. A grande maioria das fábulas retratam personagens como animais ou criaturas imaginárias (criaturas fabulosas), que representam de forma alegórica [8]

[2] Apólogo é uma narrativa que busca ilustrar lições de sabedoria ou ética, através do uso de personagens inanimados com personalidades diversas. Servem como exemplos os clássicos apólogos de Esopo e de La Fontaine. Serve como texto moralizante não explícito na narrativa « apólogo ».
É comumente confundido com a fábula, que é focada nas relações que envolvem coisas e animais, e com a parábola, que se centra nas histórias somente entre homens e comumente possui cunho religioso (ex : Parábolas de Jesus).

[3] Esopo (Nessebar, 620 a.C. – Delfos, 564 a.C.) foi um escritor da Grécia Antiga a quem são atribuídas várias fábulas populares. A ele se atribui a paternidade da fábula como gênero literário. Sua obra, que constitui as Fábulas de Esopo, serviu como inspiração para outros escritores ao longo dos séculos, como Fedro e La Fontaine.
Malgrado sua existência permaneça incerta e pouco se saiba quanto à origem de várias de suas obras, seus contos se disseminaram em muitas línguas pela tradição oral. Em muitos de seus escritos, os animais falam e têm características humanas.

[4] Fedro foi um fabulista romano (século I d. C.) nascido na Macedônia, Grécia. Filho de escravos, foi alforriado pelo imperador romano Augusto. Seu nome completo era Caio Júlio Fedro.

[5] Jean de La Fontaine (Château-Thierry, 8 de julho de 1621 — Paris, 13 de abril de 1695) foi um poeta e fabulista francês.
A sua grande obra, “Fábulas”, escrita em três partes, no período de 1668 a 1694, seguiu o estilo do autor grego Esopo, o qual falava da vaidade, estupidez e agressividade humanas através de animais. La Fontaine é considerado o pai da fábula moderna. Sobre a natureza da fábula declarou : “É uma pintura em que podemos encontrar nosso próprio retrato”.

[6] Discriminação  : « Ação ou omissão que dispense um tratamento diferenciado (inferiorizado) a uma pessoa ou grupo de pessoas, em razão da sua pertença a uma determinada raça, cor, sexo, nacionalidade, origem étnica, orientação sexual, identidade de gênero, ou outro fator. » Fonte : APAV.pt - Discriminação é a prática de tratar as pessoas de maneira diferente com base em distinções feitas sem levar em conta o mérito individual. Exemplos de categorias em que a discriminação ocorre incluem raça e etnia, religião, sexo/gênero, peso, deficiência, estatura, condições de emprego, orientação sexual e idade.

Em algumas sociedades, incluindo a maioria dos países desenvolvidos, os direitos civis de cada indivíduo, incluem o direito de ser livre de discriminação social patrocinada pelo governo.

Bestiaire

C. Le Bestiaire - O Bestiário

Ambiente e Animais do Brasil

Animais, e não só... classificados alfabeticamente

Animais : (francês ou português)

Fauna / Flora - Ceará, Norte do Brasil, Brasil...

A

A

Anaconda
Arara / Ara
Anta / Tapir
Araignée / Aranha
Arraia / Raie
Agouti / Cutia
Águia / Aigle / Harpie
Aï / Preguiça
Atipa / Tamatá

***

ABACAXI / Ananas
AÇAÍ / Wassai
Anacardier / Arbre à cajou

B

B

Boa / Jiboia
Boto / Dauphin rose
Borboleta / Papillon
Barata / Blatte
Baleia / Baleine
Búfalo / Buffle
Beija-flor / Colibri

***

BANANIER / BANANEIRA
BAMBU /BAMBOU

C

C

Camarão / Crevette
Caranguejo / Crabe
Caïman / Jacaré
Cabiaï / Capybara / Capivara
Cobra / Serpente
Colibri / Beija-flor
Cachorro / Chien
Crapaud-buffle / Cururu
Cigarra / Cigale
Croupia / Peixe
Cutia / Agouti

***

CAJUEIRO / Anarcadier / Arbre à cajou
CUPUAÇU

D

D

Dauphin / Golfinho // Boto

E

E

Efémero

F

F

Formiga
Formigueiro

***

FLAMBOYANT
FROMAGER

G

G

Gavião real / Aigle royal / Harpia / Harpie
Grilo / Grillon
Grage / Serpente
Golfinho / Dauphin
Gekko / Margouillat

H

H

Hipocampo / Cavalo marinho / Hippocampe

I

I

J

J

Jacaré / Caïman
Jabuti / Jabota (espécie de tartaruga terrestre)
Jiboia / Boa
Jaguar / Onça

K

K

Kikiwi

L

L

Louva-deus / Mante religieuse
Lagarto
Lagartixa
Lobo-guará / Loup à crinière

M

M

Macaco
Morcego
Margouillat
Moustique
Morpho
Mygale

***

MANGUEIRA / Manguier

N

N

O

O

Onça / Panthère
Onça-parda / Puma

P

P

Papagaio
Pato
Pakira /
Preguiça / Paresseux
Porco montês
Puma

***

PALMIER / PALMEIRA

Q

Q

R

R

Raposa / Raposo / Renard
Rã / Grenouille
Rato / Rat / Souris

S

S

Sagui / Tamarin
Sagui imperador / Tamarin empereur barbu
Saïmiri / Saimiri, Jurupari, macaco de cheiro
Serpente / Serpent
Sapo-boi / Cururu / Crapaud-buffle
Suçuarana ou leão-baio / Puma

T

T

Tamatá / Atipa
Tucano / Toucan
Tamanduá / Tamanoir
Tamarin / Tamaris
Tartaruga / Tortue
Tatu rosqueira / Tatou
Theraphosa blondi / Mygale
Tigrão TIG mawké
Tubarão / Requin

U

U

Urubu / vautour

V

V

Vagalume / Luciole
Vaca
Varan

X

X

X

Y

Yenyen

Zebu

Léxico do grito ou som dos animais

Léxico : os sons dos animais

Léxico : verbos - Lista parcial dos sons dos animais

Abelha – zumbir, zunzunar
Águia – gritapo
Boi – mugir
Burro – zurrar
Cabra – berrar
Cão – cainhar, cuincar, esganiçar, ganir, ganizar, ladrar, laidrar, latir, roncar, rosnar, uivar, ulular
Cavalo – relinchar
Cobra – sibilar
Cordeiro – balir
Coruja – crocitar, piar
Corvo – crocitar, grasnar, crás (crás-crás)
Cuco – cucar
Elefante – barrir, bramir
Galinha – cacarejar
Galo – cantar
Gato – miar, ronronar
Grilo – cantar, chilrear, trinar
Grou – grulhar
Hiena – ulular, chorar
Inseto – zumbir
Leão – rugir, urrar
Lobo – uivar, ulular
Macaco – guinchar
Marreco – grasnar, grasnir, prevaricar
Mocho – piar
Ovelha – melir
Papagaio – palrar
Pássaro – chilrear, gorjear
Pato – grasnar
Peru – grugulejar
Pombo – arrulhar
Porco, javali – grunhir, roncar
Rato – guinchar, chiar
Sapo – coaxar
Tigre – roncar
Urso – bramir

Vozes de animais e ruídos de coisas em português

Essa página contém uma lista com vozes de animais e uma lista com ruídos produzíveis por alguns objetos :

Vozes de animais

Animal Voz / Ruído / Som
Infinitivo impessoal verbal Voz / Ruído / Som
particípio verbal Voz / Ruído / Som
derivação regressiva verbal Voz / Ruído / Som
onomatopéico
abelha zumbir zzzzz
andorinha trinfar
baleia bufar
bode balir / berrar béééé
boi mugir mugido muuuuuu
burro ornear / ornejar /zurrar ihóó-inhóó
camelo blaterar brããã
cão cainhar / cuincar / ganir / ladrar / latir / rosnar / uivar / ulular au au
cavalo relinchar hinn in in
cisne arensar
coruja chirriar uuh uuh
corvo crocitar crás
dromedário blaterar
elefante barrir barrito / barrido
galinha cacarejar cocó
galo cocoricar / cucuricar / cucuritar / cacarejar cocorocó / quiqueriqui
ganso grasnar / grasnir / grassitar grasnido / grasno / grasnada
gato miar / ronronar miado mio miau / ronrom
grilo cricrilar cricrido cricri
leão rugir roar ! grraurrr ! brrrum !
lobo uivar / rosnar
macaco guinchar
ovelha balar / balir balado / balido
pato grasnar / grasnir / grassitar grasnido / grasno / grasnada quack
peru gluglu / grugru
pintainho / pintinho piar pio
pombo arrulhar
porco grunhir grunhido oinc oinc
rã coaxar coaxo
raposa regougar regougo
rola arrulhar
sapo coaxar coaxo croac
tordo trucilar
Ruídos de objetos
Substantivo Ruído / Som
buzina bibi (português de Portugal), bi-bi (português do Brasil), fomfom (português de Portugal), fom-fom (português do Brasil)
metal tinir
pião ró-ró
relógio tiquetaque, tiquetaquear
Ver também

La page de l'atelier

Page encore en cours d’améliorations et corrections.

Vos fables sont « posées » ici, au fur et à mesure, relues collectivement, retravaillées, corrigées, traduites puis illustrées.

Terminale

As Fábulas dos alunos de Terminale

 [9]

1. Gabriella - - -  ?

O Sabiá, o Beija-flor e Mestre Coruja

Très beau travail. Une première vidéo, puis une deuxième retravaillée : le fond musical est poétique et s’harmonise bien avec votre long propos nostalgique et douloureux. Des illustrations choisies, intelligibles et parlantes. La diction est fluide bien qu’un peu monotone. 19

O Sabiá, o Beija-flor e Mestre Coruja

Un beau et long texte - plus proche du conte que de la fable - illustrant bien la discrimination sociale au mépris de l’amour et aboutissant à une leçon peut-être plus « punitive » que positive... À débattre. Bel effort sur les formulations et la musicalité de l’expression, malgré des erreurs, quelques répétitions, des fautes d’accord et de concordance des temps. N’oubliez jamais de vous relire, vous éviteriez la plupart de vos erreurs... 17

Havia um lindo Sabiá que toda manhã saia para cantar,
Como de costume passava pelas árvores e em seguida pelo mar.
Já pela tarde, no caminho de casa encontrou
Um Beija-flor e, de repente, o seu coração deu um pulo e acelerou.
Ele nunca havia sentido aquilo antes.
Sem entender nada bateu suas asas e se retirou.

Dias se passaram,
E ele e aquele beija-flor nunca mais se encontraram.
Alguns meses se passaram,
E o beija-flor para aquele bosque retornou.
Encantado com a voz do Sabiá, decidiu se aproximar.
Ele, por sua vez, sentiu o seu coração saltitar.
Depois de uma longa conversa, amigos eles começaram a se tornar.
O Sabiá ficou tão feliz que com o decorrer dos dias,
suas melodias acompanahavam [10] cada batida de seu coração, e por meses durou essa situação.
O Sabiá estava vivendo um verdadeiro conto de fadas
até que um dia tudo acabou.
A notícia dada pelo beija-flor destruiu todos os sonhos que um dia, ele sonhou [11].
E rapidamente falou :
- Oh Sabiá, serei direto e breve !
Juntos, nós não poderemos ficar !
Minha família nunca iria te aceitar,
sem contar que todos iriam comentar.
Tenho medo do que todos irão pensar
então me desculpe, prefiro me afastar. [12]
Sinto muito meu amor mas no fundo nós dois sabíamos que isso aconteceria. Mas não se preocupe, deixe sempre a janela aberta um dia eu irei retornar ! [13]

Depois daquele dia, triste e amargurado o Sabiá se calou
e de todos ele se isolou.
Não tinha um dia que ele não desejasse nunca ter conhecido o beija-flor que ao partir levou seu canto e seu amor.

O Mestre Coruja com tudo o que presenciou,
foi atrás do Sabiá, afim de o ajudar a esquecer aquela dor.

- Ooh meu amigo ! Ele partiu e eu o amava. [14]
Vós que já sois bem vivido, me diga porque estou tão vazio
se já faz tanto tempo que ele se foi.
Tenho a esperança que um dia ele irá voltar,
mas não sei até quando irei esperar.
- Oh Sabiá ! Não vejo muito como te posso consolar.
Mas saiba, que o tempo é o único que pode te ajudar. Este vazio que está [15] sentindo te garanto com o tempo irá diminuído e quanto mais o tempo passar menos nele você pensara [16], não se culpe meu amigo ! Se ele foi embora foi simplesmente porque estava com medo de ficar ! Levante sua cabeça e volte a cantar, ainda dá tempo de recomeçar.

O Sabiá, por medo amargou-se por dentro e por muito tempo desejou nunca mais sentir aquele misto de sentimentos. Depois do conselho que o mestre Coruja lhe cedeu.
Quanto mais o tempo passava mais ele se recuparava [17].
Até que um dia, ele acordou e percebeu que, o que o Mestre Coruja falou [18] realmente aconteceu, aos poucos sua vida ele recomeçava.
Até que um dia, o beija-flor, voltou, mas desta vez o coração do Sabiá não pulou e muito menos acelerou então, o beija-flor então falou :
- Voltei meu amor !
Mas antes mesmo de terminar sua frase o Sabiá o interrompeu e acrescentou :
- Que bom que estás [19] de volta, antes de tudo, queria lhe [20] agradecer por ter ido embora. Sua partida me ensinou, que eu sou o meu proprio amor ! Quando tu bateste tuas asas e fostes [21] embora, eu fiquei jogado no chão chorando durante uma hora, achando que nunca mais voltaria a amar. Tolice a minha ! Eu, o Majestoso Sabiá ! Hoje relembrando não dá nem para acreditar que por causa da tua ausência até parei de cantar.

O beija-flor arrependido começou a chorar, porque ele amava o Sabiá.
E tudo que [22] ele queria naquele momento era recomeçar, sem se preocupar com que os outros iriam pensar. Mas já era tarde, ele então se arrependeu de ter sido tão covarde. Porém, antes de partir o Sabiá o fez [23] jurar, que ele nunca mais deixaria de seus sentimentos demonstrar. O Beija-flor então jurou, que a partir daquele dia ele seguiria seu coração e não se importaria com nenhuma opinião. Antes de ir embora, deu um abraço no Sabiá e pediu perdão, foi a última vez que ele foi visto naquela região.

Moralidade :

O beija-flor ficou com medo do que todos iriam pensar se o vissem com o Sabiá. Ele então preferiu ir embora, e esconder o que sentia pois decretou que a opinião dos outros era mais importante que sua felicidade. O Sabiá por outro lado entendeu que, não precisava de ninguém para ser feliz e que o que ele sentia não era amor e sim dependia [24] emocional ! Ele se colocou em segundo plano e fez do Beija-flor o centro de tudo, por isso quando o Beija-flor foi embora, o Sabiá se sentiu sozinho, ele pensou que tivesse perdido tudo e que não conseguiria viver longe do Beija-flor. Mas no fim, aprendeu que, antes de amar alguém é preciso se amar primeiro.

***

Le Sabiá, Le Colibri et Maître Hibou

Une traduction assez fidèle à l’original. Hélas, la longueur de votre texte a augmenté les possibilités des maladresses et erreurs qui émaillent votre fable en français. Prenez garde aux accords, à la conjugaison et à la concordance des temps. Prenez le temps de vous relire plus soigneusement ! 15,5

Avant Après
Tout [25] les matins, un beau Sabiá sortait pour chanter. Comme de coutume, il s’envolait par dessus les arbres et ensuite par la mer. Vers l’après-midi, en rentrant chez lui, sur le chemin du retour il [a] aperçut un colibri. Soudainement, il sentit son cœur accélérer.
Il n’avait jamais ressenti cela avant auparavant [26], sans rien comprendre, il battit des ailes et s’envola de cet endroit [27]. Des jours passèrent, et lui et ce colibri ne se rencontrèrent plus.
Quelques mois passèrent et l’Oiseau-mouche ressurgit. Enchanté par la voix du Sabiá, il décida de s’approcher. Plus il se rapprochait, plus son cœur sautillait.
Ils étaient tout les deux [28] amoureux, le Sabiá était si heureux qu’au fil des jours, ses mélodies emplissaient chaque battement de son cœur, cette euphorie a durée [29] pendant des mois, jusqu’au jours où le Colibri annonça au plus talentueux des musiciens qu’il devait s’envoler. En entendant cela, le Sábia cessa immédiatement de chanter et ce mit [30] à pleurer.

Le colibri a alors rapidement ajouté :
- Oh Sabiá je serai franc avec toi. Dès le début, tu savais qu’on était pas [31] fait pour rester ensemble, ma famille ne t’accepterait jamais, nous sommes complètement différent [32]. Je suis désolé mon amour, mais on savait tous les deux que tôt ou tard ce jour arriverait. Un jour je reviendrais [33], je t’aime et je t’aimerais [34] pour l’éternité.

Depuis ce jour, triste et amer, Le Sabiá se mussa [35] et cessa de chanter, il resta debout devant sa fenêtre pendant des heures et des heures mais le Colibri n’est jamais revenu. Maître Hibou, qui observa de loin cette situation, décida d’aider son ami afin qu’il reprenne son chant :

- Maître Hibou c’est vous ?
- Oui c’est moi ! Que ce passe t’il [36] ?

- Il est parti et je l’aimais. J’espère qu’un jour il reviendra, mais je ne sais pas si j’aurais les forces [37] de continuer ici à l’attendre, le vide qu’il a laissé je ne sais vraiment pas comment le combler.

Maître Hiboux [38] lui répondit :
- Oh mon majestueux Sabiá, je ne vois pas comment te consoler ! Mais sache que le temps est le seul qui à [39] le pouvoir de t’aider. Ce vide que tu ressens, hélas, personne pourra le combler. Tu peux combler de sentiments avec de la amour propre, reprends le chant et n’oublie pas que s’il est parti, c’est simplement parce qu’il avait peur de rester !

Après les conseils que lui a donnés Maître Hiboux [40].
Plus le temps passait, plus il se rétablissait. Jusqu’au jour où il s’est réveillé et s’est rendu compte que ce que Maître Hiboux [41] avait dit s’était réellement exaucé.

Un jour, le colibri est revenu,
mais cette fois, en voyant le Colibri le cœur du Sabiá ne c’est [42] même pas accentuer [43],
alors le colibri a rajouté :
- Je suis de retour mon amour !

Mais avant même de terminer sa phrase, il fut interrompu par le Sabiá :

- Je suis content que tu sois de retour,
tout d’abord, je voulais te remercier d’être parti.
Ton départ m’a appris que je suis mon propre amour ! Quand tu es parti je me suis retrouvé seul allongé sur le sol pendant des heures, j’ai même cessé de croire à l’amour.
Le colibri déplorer [44] s’est mis à pleurer parce qu’il aimait le Sabiá et tout ce qu’il voulait à ce moment-là c’était recommencer.
Mais il était trop tard, le Colibri à tellement regretté [45] qu’il n’avait quasiment plus les forces pour parler [46].

Le Sabiá lui fit jurer avant de le quitter :
qu’il ne laisserait [47] plus jamais demontrer [48] ses sentiments. Le colibri a alors juré qu’à partir de ce jour, il écouterai [49] toujours son cœur et qu’ aucune opinion n’allait l’affecter. Avant de partir, il a fait un câlin au majestueux Sabiá et c’est [50] excusé.
Depuis ce jour il n’est jamais revenu.

La Morale

Le colibri avait peur de ce que tout le monde penserait s’il le voyait avec le majestueux Sabiá. Il a alors choisi de partir et de cacher ce qu’il ressentait parce qu’il considérait que l’opinion des autres était plus importante que son bonheur. Le Sabiá, d’un autre côté, a compris qu’il n’avait besoin de personne pour être heureux et que ce qu’il ressentait n’était pas de l’amour il était émotionnellement dépendant du Colibri !C’est pour cela que quand le colibri est parti, il s’est senti seul, il s’est convaincu qu’il était incapable de vivre sans le colibri. Mais à la fin, il a appris qu’avant d’aimer quelqu’un, il faut d’abord s’aimer soi-même.

Tous les matins, un beau Sabiá sortait pour chanter. Comme de coutume il s’envolait par dessus les arbres et ensuite par la mer. Vers l’après-midi, en rentrant chez lui, sur le chemin du retour, il aperçut un colibri, soudainement il sentit son cœur accélérer.
Il n’avait jamais ressenti cela auparavant, sans rien comprendre, il battit des ailes et s’envola de cet endroit. Des jours passèrent, et lui et ce colibri ne se rencontrèrent plus.
Quelques mois passèrent et l’Oiseau-mouche ressurgit. Enchanté par le chant du Sabiá, il décida de s’approcher. Plus il se rapprochait, plus son cœur sautillait.
Ils étaient tous les deux amoureux. Le Sabiá était si heureux qu’au fil des jours, ses mélodies emplissaient chaque battement de son cœur, cette euphorie a duré pendant des mois, jusqu’au jour où le Colibri annonça au plus talentueux des musiciens qu’il devait s’envoler. En entendant cela, le Sábia cessa immédiatement de chanter et se mit à pleurer.

Le colibri a alors rapidement ajouté :
- Oh Sabiá, je serai franc avec toi. Dès le début tu savais qu’on n’était pas faits pour rester ensemble, ma famille ne t’accepterait jamais, nous sommes complètement différents. Je suis désolé mon amour, mais on savait tous les deux que tôt ou tard ce jour arriverait. Un jour je reviendrai, je t’aime et je t’aimerai pour l’éternité.

Depuis ce jour, triste et amer, le Sabiá se mussa et cessa de chanter, il resta debout devant sa fenêtre pendant des heures et des heures mais le Colibri n’est jamais revenu.
Maître Hibou, qui observa de loin cette situation décida d’aider son ami afin qu’il reprenne son chant :

- Maître Hibou c’est vous ?
- Oui c’est moi ! Que se passe-t-il ?

- Il est parti et je l’aimais. J’espère qu’un jour il reviendra, mais je ne sais pas si j’aurais la force de continuer ici à l’attendre, le vide qu’il a laissé je ne sais vraiment pas comment le combler.

Maître hibou lui répondit :
- Oh mon majestueux Sabiá, je ne vois pas comment te consoler ! Mais sache que le temps est le seul qui a le pouvoir de t’aider. Ce vide que tu ressens, hélas, personne ne pourra le combler. Tu peux combler tes sentiments avec de l’amour propre, reprends le chant et n’oublie pas que s’il est parti, c’est simplement parce qu’il avait peur de rester !

Après les conseils donnés par Maître Hibou,
Plus le temps passait, plus il se rétablissait.
Jusqu’au jour où il s’est réveillé et s’est rendu compte que ce que Maître Hibou avait dit s’était réellement exaucé.

Un jour, le colibri est revenu,
mais cette fois, en voyant le Colibri, le cœur du Sabiá ne s’est même pas accéléré alors le colibri a rajouté :
- Je suis de retour mon amour !

Mais avant même de terminer sa phrase, il fut interrompu par le Sabiá :

- Je suis content que tu sois de retour,
tout d’abord, je voudrais te remercier d’être parti.
Ton départ m’a appris que je suis mon propre amour ! Quand tu es parti je me suis retrouvé seul allongé sur le sol pendant des heures, j’ai même cessé de croire à l’amour.
Le colibri désolé s’est mis à pleurer parce qu’il aimait le Sabiá et tout ce qu’il voulait à ce moment-là c’était recommencer.
Mais il était trop tard, le Colibri à tellement regretté qu’il n’avait quasiment plus la force de parler.

Le Sabiá lui fit jurer avant de le quitter qu’il ne manquerait plus jamais de montrer ses sentiments. Le colibri a alors juré qu’à partir de ce jour, il écouterait toujours son cœur et qu’aucune opinion n’allait l’affecter.
Avant de partir, il a fait un câlin au majestueux Sabiá et s’est excusé.
Depuis ce jour il n’est jamais revenu.

La Morale  :

Le colibri avait peur de ce que tout le monde penserait s’il le voyait avec le majestueux Sabiá. Il a alors choisi de partir et de cacher ce qu’il ressentait parce qu’il considérait que l’opinion des autres était plus importante que son bonheur. Le Sabiá, d’un autre côté, a compris qu’il n’avait besoin de personne pour être heureux et que ce qu’il ressentait n’était pas de l’amour : il était émotionnellement dépendant du Colibri ! C’est pour cela que quand le colibri est parti, il s’est senti seul, il s’est convaincu qu’il était incapable de vivre sans le colibri. Mais à la fin, il a appris qu’avant d’aimer quelqu’un, il faut d’abord s’aimer soi-même.

1. Gabriella & Tayana - - - -

A Gatinha e a Onça cor de rosa

Très beau travail. Une création-vidéo poussée, bien illustrée, agrémentée d’un fond sonore très doux, à l’unisson avec votre propos. Les jolies illustrations, intelligibles par les plus petits, représentent bien vos personnages et leurs actions tout au long de la fable. La diction est fluide et agréable et les sous-titres sont un plus ! 19

A Gatinha e a Onça cor de rosa

Une fable très mignonne illustrant la discrimination liée aux différences de genre et de physique. Bel effort sur les formulations et la fluidité de l’expression, malgré les répétitions et les nombreuses fautes d’accord, d’accentuation et surtout l’absence de relecture. Soignez aussi la ponctuation expressive lorsque vous rédigez les parties dialoguées. 14

AntesDepois
Aa Gatinha [51] preta e a ouça [52] de cor de rosa

Na festa juninha coisas estranhas aconteciam
Na outra da quadrilha sempre tinha a famosa Gatinha
A gata era famosa por ser a única pretinha . [53]

Ela conhecia uma ouça que sonhava ser rosa
A famozinha acha [54] essa ideia horrível
Ela acha a cor Preta incrível
Mas a ouça [55] queria ser a ouça de cor de rosa maravilhosa
As duas se encontraram

Oi famosa gatinha , como vai você ? [56]
Olá ouça , vou bem obrigada e voce ?
Assim assim , ando meio triste ultimamente..
Porque triste ? Posso ajudar lá ? [57]
Aí ai , gatinha vc [58] pode me dar uma cor rosa ?
Que ideia horrorosa !! Nossa cor preta é maravilhosa , se você não fosse preta não serei [59] sua amiga. Respondeu [60] a gata assustada .
Porque não sua egoísta ? Você e a Famosa gatinha preta , porque não posso ser a famosa onça rosa ? Perguntou a ouça chateada .
Porque não !!! A fala tem que ser minha ! Respondeu a Gata com orgulho.
Eu serei rosa e esfregarei nós ia cara [61] esse seu egoísmo insuportável. ! Respondeu a onça e virou se as costas [62] e correu .

Passeando na festa , a ouça relembrava das palavras da Gata .
Triste a sonhadora ainda acreditava

De repente à onça encontrou um pote de tinta rosa .
Feliz da vida ela se pintou todinha .
Um pouco [63] toda sorridente encontrou se [64] com a gata novamente

Olá gata viu, como conseguir [65] ser rosa .
Sua Rosa horrível !! Nunca mais fale comigo ,. Você traiu nosso preto !

Com muito ódio a gata correu .
A ouça apresentou se [66] no palco e todos estavam aplaudido [67]
A gata estava no meio do público e ficou com tanta raiva de ver a fama da Pica que causou um incêndio para que o detetor se activasse para acalmar as chamas . Sem pensar nos risco [68] a gata fugiu.
A ouça e outros animais infelizmente não conseguiram se salvar .

A gata relembrando doque [69] ela fez , ela se sentiu tão culpada que caiu em uma profunda depressão .
Ela entendeu que seu ódio por outras cores e seu egoísmo não levaria ao lugar nenhum [70].
Ela sumiu na floresta e nunca mais ouvimos falar dela .

Moralidade :

Se a gata preta tivesse aceitado e respeitado a escolha da onça nada disso teria acontecido .
As vezes [71] uma simples palavras de apoio ou aceitação pode mudar o dia de alguém . A gata preta preferiu seguir os padrões da sociedade e acabou negligênciando [72] a escolha da sua amiga . Infelizmente quando as chamas se apagaram , a gata entendeu que não importava a cor de sua amiga onça , ela poderia se pintar da cor que ela quisesse , sempre seria ela.

A Gatinha preta e a Onça de cor de rosa

Na festa juninha coisas estranhas aconteciam.
Na outra da quadrilha sempre tinha a famosa Gatinha.
A gata era famosa por ser a única pretinha.

Ela conhecia uma onça que sonhava ser rosa.
A famozinha achava essa ideia horrível.
Ela achava a cor Preta incrível.
Mas a onça queria ser a onça de cor de rosa maravilhosa.
As duas se encontraram.

- Oi famosa gatinha, como vai você ?
- Olá onça, vou bem obrigada e você ?
- Assim assim, ando meio triste ultimamente...
- Porque triste ? Posso ajudá-la ?
- Ai ai, gatinha, você pode me dar uma cor rosa ?
- Que ideia horrorosa !! Nossa cor preta é maravilhosa, se você não fosse preta, não seria sua amiga, respondeu a gata assustada.
- Porque não, sua egoísta ? Você é a Famosa gatinha preta,
porque não posso ser a famosa onça rosa ? - perguntou a onça chateada.
- Porque não !!! A fala tem que ser minha ! - respondeu a Gata com orgulho.
- Eu serei rosa e vos esfregarei na cara esse seu egoísmo insuportável ! - respondeu a onça, virando as costas e correndo.

Passeando na festa, a onça relembrava das palavras da Gata.
Triste a sonhadora, ainda acreditava.
De repente, a onça encontrou um pote de tinta rosa.
Feliz da vida, ela se pintou todinha.
Um pouco mais tarde, toda sorridente, encontrou-se com a gata novamente.

- Olá gata, viu como consegui ser rosa !
- Sua Rosa horrível ! Nunca mais fale comigo. Você traiu nosso preto !

Com muito ódio, a gata correu.
A onça apresentou-se no palco e todos estavam aplaudindo.
A gata estava no meio do público e ficou com tanta raiva de ver a fama da Pica que causou um incêndio para que o detetor se activasse para acalmar as chamas. Sem pensar nos riscos, a gata fugiu.
A onça e outros animais, infelizmente, não conseguiram se salvar.

A gata relembrando do que ela tinha feito, se sentiu tão culpada que caiu em uma profunda depressão.
Ela entendeu que seu ódio por outras cores e seu egoísmo não levariam a lugar nenhum.
Ela sumiu na floresta e nunca mais ouvimos falar dela.

Moralidade :

Se a gata preta tivesse aceitado e respeitado a escolha da onça, nada disso teria acontecido.
Às vezes, uma simples palavras de apoio ou aceitação pode mudar o dia de alguém. A gata preta preferiu seguir os padrões da sociedade e acabou negligenciando a escolha da sua amiga. Infelizmente, quando as chamas se apagaram, a gata entendeu que não importava a cor de sua amiga onça, ela poderia se pintar da cor que ela quisesse, sempre seria ela.

***

Le Chat noir et la Panthère rose

Joli travail. Une création-vidéo réussie : un joli fond sonore, une élocution claire et une diction « sentie » ! 17,5

Le Chat noir et la Panthère rose

Une traduction fidèle au sens de la fable originale mais il faut soigner et respecter la concordance des temps et conserver une cohérence des genres : en passant d’une langue à l’autre, souvent les genres s’inversent. Ne jamais négliger une soigneuse relecture. 15,5

Lors de la fête de São João, des choses étranges se produisaient.
Au moment de la danse traditionnelle, il y avait toujours le fameux Chat Noir.
Le chat était célèbre pour être le seul chat noir.
Il connaissait une panthère qui rêvait d’être rose.
Le chat trouvait cette idée horrible.
Il trouvait que la couleur noire était incroyable.
Mais la Panthère voulait être la Panthère rose.
Les deux se rencontrèrent :
- Salut minou, comment vas-tu ?
- Bonsoir Panthère, je vais bien, merci et toi ?
- Comme ci comme ça, je suis un peu triste ces derniers temps...
- Pourquoi es-tu triste ? Puis-je t’aider ?
- Oulà, minou, tu peux me donner la couleur rose ?
- Quelle horrible idée !! Notre couleur noire est magnifique, si tu n’étais pas noir [73], tu ne serais pas mon ami [74], répondit le chat effrayé.
- Pourquoi pas, espèce d’égoïste ? Tu es le célèbre chat noir,
pourquoi ne puis-je pas être la célèbre panthère rose ? demanda la Panthère, bouleversée.
- Parce que !!! La célébrité doit me revenir ! répondit le Chat avec fierté.
- Je serai rose et je te jetterai au visage cet égoïsme insupportable ! répondit la Panthère en lui tournant le dos et en courant.
En se promenant à la fête, la Panthère se rappelait les paroles du chat.
Triste la rêveuse, elle y croyait encore.
Soudain, la panthère trouva un pot de peinture rose.
Toute joyeuse, elle s’est peinte.
Un peu plus tard, toute souriante, elle rencontra à nouveau le chat.
- Salut le chat, tu vois, je suis devenu [75] rose !
- Espèce d’horrible Rose !! Ne me parle plus. Tu as trahi notre noir !
Avec beaucoup de haine, le chat partit en courant.
La Panthère s’est présentée sur scène et tout le monde applaudissait.
Le chat était au milieu du public et était tellement en colère de voir le succès de la Panthère qu’il provoqua un incendie pour que le détecteur s’active pour calmer les flammes. Sans penser aux risques, le chat s’enfuit [76].
La panthère et d’autres animaux, malheureusement, n’ont pas réussi [77] à se sauver.
En se rappelant ce qu’il avait fait, le chat se sentit tellement coupable qu’il tomba dans une profonde dépression.
Il comprit que sa haine pour les autres couleurs et son égoïsme ne mèneraient à rien.
Il disparut dans la forêt et nous n’avons plus jamais entendu parler de lui.

Moralité

Si le chat noir avait accepté et respecté le choix de la Panthère, rien de tout cela ne serait arrivé.
Parfois, un simple mot de soutien ou d’acceptation peut changer la journée de quelqu’un. Le chat noir a préféré suivre les normes de la société et a fini par négliger le choix de son amie. Malheureusement, quand les flammes se sont éteintes, le chat a compris que peu importe [78] la couleur de son amie Panthère, elle pouvait se peindre de la couleur qu’elle voulait, ce serait toujours elle.

Pendant que nous sommes en route vers notre succès, nous devons respecter l’opinion des autres. Ils sont également en route vers le leur et personne n’a nécessairement besoin d’être ou de penser de la même manière. Le chemin est ce qui compte et chacun trouvera le sien.
Nous savons chaque sentiment qui nous fait du bien, chercher ses propres vertus en respectant l’opinion des autres.
Les vrais sentiments ne sont pas intéressés et on fait [79] avec bon cœur.

2. Bianca & Emmanuella - - - B

O PATINHO PINTADINHO

Un très joli travail. Une première création puis une deuxième améliorée. Les fonds sonores musicaux accompagnent poétiquement vos propos. De jolies illustrations extraites de livres de contes pour enfants, intelligibles par les plus jeunes, représentent bien vos personnages (dommage que vous n’ayez pas indiqué les sources...). La diction est fluide, très claire. Les sous-titres sont un atout de plus. Bravo ! 18

O PATINHO PINTADINHO

Versão corrigida

Une fable limpide comme un conte - à l’inspiration très classique - illustrant la discrimination liée aux différences d’apparence physique. Belle écriture, simple et fluide, malgré quelques erreurs et maladresses. On pourrait juste un peu regretter son manque d’inventivité... 17

Na fazenda da dona Elaine que ficava na floresta amazônica onde havia vários animais,
Tinha um patinho especial.
Ele era o único diferente da família,
Os irmãos dele todas as peninhas brancas tinham.

Ao nascer rejeitado logo ele foi
Por suas penas pintadinhas,
Seu bico grande,
E sua boca pequenininha.

Das atividades familiares fora ele ficava
Com os seus irmãos ele não brincava, não andava e não grasnava.

Ele não aguentava mais essa solidão,
Tentou até falar com um irmão,
Mas invisível ele parecia ser.
Paciência ele tinha que ter
Para continuar a viver.

Em um dos seus passeios, na trilha Campo Belo
O patinho não havia mais força pra continuar
E acabou ficando pra trás.
Percebeu que não sentiram sua falta
E decidiu não andar mais , no meio do caminho parado ele ficou.

Vários animais por ele passaram :
O bicho preguiça, a capivara e a tartaruga tracajá
Mas todos também o rejeitaram.
Ele chorou, chorou
Até que a onça o encontrou.
Ela era pintadinha igual a ele
Então logo se identificou
O amou de todo o coração
e como seu filho o adotou.

Moralidade

Aceitar as divergências físicas, de sentimento, gostos e desejos é o dever de cada um. Entender que tolerar as diferenças não me obriga a gostar delas mais sim respeitá-las. Não devemos julgá-las e nem tentar mudá-las, somente aceitá-las. Cada coisa tem suas caraterísticas e particularidades, ninguém é igual a ninguém.

*Vamos celebrar a diferença*

***

Le petit canard tacheté

Très joli travail, réalisé avec cœur. Une belle vidéo et une diction « sentie ». (Pensez à signer vos travaux et à préciser les sources des documents utilisés. 17.5

Le petit canard tacheté

Version corrigée

Vous avez proposé une traduction très précise de votre fable, fidèle et claire, malgré quelques maladresses. Il est vrai que la qualité du texte original reposait sur sa grande simplicité, ce qui rendait la traduction aisée. Un bon travail, intelligent ! 18

Dans la ferme de Mme Elaine, située dans la forêt amazonienne où se trouvaient plusieurs animaux,
Il y avait un petit canard spécial.
Il était le seul différent de la famille,
Ses frères avaient des plumes toutes blanches.

À sa naissance, aussitôt, il a été rejeté.
Pour ses plumes tachetées, son grand bec, et sa petite bouche.

Durant les activités familiales,
Il ne participait pas,
Avec ses frères ne jouait pas,
Ne marchait pas,
Ne cancanait pas.

Il ne supportait plus cette solitude
Il a même essayé de parler à un de ses frères,
Mais il semblait être invisible.
Il fallait être patient pour continuer à vivre.

Lors d’une de ses promenades, sur le sentier Campo Belo
Le petit canard n’avait plus la force de continuer
Et il a fini par rester derrière les autres.
Il a réalisé qu’il ne leur manquait pas,
Donc il décida de ne plus marcher.

Plusieurs animaux l’ont dépassé :
Le mouton paresseux, le capybara et la tortue tracajá
Mais tous l’ont rejeté
Aussi il pleura, pleura
Jusqu’à ce que la femelle jaguar le trouvât.
Elle était peinte comme lui
L’a aimé de tout son cœur et
Elle l’a adopté comme son fils.

Morale

Accepter les divergences physiques, les sentiments, les goûts et les désirs, c’est notre devoir.
Il faut comprendre que tolérer les différences ne nous oblige pas à les aimer, mais plutôt à les respecter.
Nous ne devons pas les juger et essayer de les changer.
Chaque personne à ses caractéristiques et particularités,
Personne n’est égal à personne.

*Fêtons la différence*

AvantAprès

Le petit canard tacheté

Dans la ferme de Mme Elaine, situé dans la forêt amazonienne où il y avait plusieurs animaux,
Il avait un petit canard spécial.
Il était le seul différent de la famille, ses frères avaient des plumes toutes blanches.

À sa naissance toute de suite il a été rejeté. Pour ses plumes tachetée, son grand bec, et sa petite bouche.

Durant les activités familiales, il ne participait pas, avec ses frères ne jouais pas, ne marchais pas, ne cancanait.

Il ne supportait plus cette solitude
Il a même essayé de parle à un de ses frères, mais il semblait être invisible.
Il fallait être patient pour continuer à vivre.

Sur l’une de ses promenades, sur le sentier Campo Belo le petit canard n’avait plus la force de continuer
Et il a fini par rester derrière les autres.
Il a réalisé qu’il ne leur manquait pas
Donc il décida de ne plus marcher.

Plusieurs animaux l’ont passé.
Le mouton paresseux, le capybara et la tortue tracajá
Mais tous l’ont rejeté aussi
Il pleura , pleura
Jusqu’à ce que le jaguar, le trouve
Elle était peinte comme lui
L’a aimé de tout son cœur et elle l’a adopté comme son fils.

*Le moral*

Accepte les divergences physiques, les sentiments, les goûts et les désirs, c’est notre devoir. Il faut omprendre que tolérer les différences ne nous oblige pas à les aimer , mais plutôt à les respecter . Nous ne devons pas les juger et essayer de les changer . Chaque personne à ses caractéristiques et particularités, personne est égal à personne.

*Fêtons la différence*

Le petit canard tacheté

Dans la ferme de Mme Elaine, située dans la forêt amazonienne où se trouvaient plusieurs animaux,
Il y avait un petit canard spécial.
Il était le seul différent de la famille, ses frères avaient des plumes toutes blanches.

À sa naissance toute de suite [80] il a été rejeté. Pour ses plumes tachetées, son grand bec, et sa petite bouche.

Durant les activités familiales, il ne participait pas, avec ses frères ne jouait pas, ne marchait pas, ne cancanait pas.

Il ne supportait plus cette solitude
Il a même essayé de parler à un de ses frères, mais il semblait être invisible.
Il fallait être patient pour continuer à vivre.

Lors d’une de ses promenades, sur le sentier Campo Belo
Le petit canard n’avait plus la force de continuer
Et il a fini par rester derrière les autres.
Il a réalisé qu’il ne leur manquait pas
Donc il décida de ne plus marcher.

Plusieurs animaux l’ont passé. [81] :
Le mouton paresseux, le capybara et la tortue tracajá
Mais tous l’ont rejeté aussi
Il pleura, pleura
Jusqu’à ce que [la femelle] jaguar le trouvât
Elle [82] était peinte comme lui
L’a aimé de tout son cœur et elle l’a adopté comme son fils.

*Le moral* [83]

Accepter les divergences physiques, les sentiments, les goûts et les désirs, c’est notre devoir. Il faut comprendre que tolérer les différences ne nous oblige pas à les aimer, mais plutôt à les respecter. Nous ne devons pas les juger et essayer de les changer. Chaque personne à [84] ses caractéristiques et particularités, personne n’est égal à personne.

*Fêtons la différence*

3. Suanne & Tayana - - - ✓ ? R

O Raposo e o Lobo-guará

Très jolie fable. Une vidéo charmante, sur un fond sonore étonnant cependant, un peu déséquilibré, masquant ou dominant par moments votre propos. De jolies illustrations, intelligibles par des enfants ou par les plus grands et représentent clairement vos personnages. La diction est fluide et agréable. Une belle réalisation 17

O Raposo e o Lobo-guará

Une jolie leçon dans cette fable dénonçant les préjugés et la discrimination liée aux différences physiques ou d’orientation sexuelle. L’expression est simple et fluide, malgré quelques erreurs et une ponctuation insuffisamment expressive. 16

Versão corrigida

Conta-se que um Raposo vestido de rosa,
Tão esfomeado, colhia frutas maravilhosas,
Em frente ao território de um Lobo-guará muito arrogante.
Até que um dia, o Lobo interrompeu sua colheita por lá :
- Ora, ora, vejamos esse Raposo tão efeminado comendo « frutinhas » !
- Ora, ora, se não é o lobo mais retardado !
- Raposo tão covarde, que nem tem coragem de ir à caça !
- Porquê caçar, se posso me alimentar de frutas ?
O lobo riu com toda a ironia.
Logo chegou a tão querida amiga do Raposo, a Onça pintada.
Ouvindo o riso de chacota do Lobo, ela lhe perguntou :
- De que está rindo, seu maldito Lobo ?
- Dessa sua « amiga Raposa » !
- Porque você não vai insultar outros animais do seu tamanho ?!
Respondeu a Onça garroteando-o.
O Lobo assustado, logo se salvou
E o Raposo fartou-se de rir
E agradeceu a sua querida amiga Onça.

Moralidade

Nunca devemos zombar dos outros,
Pois todos somos capazes de algo.
Mesmo sempre havendo pessoas arrogantes e preconceituosas no mundo,
Podemos escolher quem nós vamos ser, e defender.

Versão anterior

 [85], [86]

Conta-se que um Raposo [87] vestido de rosa,
tão esfomeado, colhia frutas maravilhosas,
Em frente ao território de um Lobo-guará muito arrogante.
Até que um dia, o Lobo interrompeu sua colheita por lá :
- Ora, ora, vejamos esse Raposo tão efeminado comendo « frutinhas » !
- Ora, ora, se não é o lobo mais retardado [88]
- Raposo tão covarde, que nem tem coragem de ir à caça [89]
- Porque [90] caçar se posso me alimentar de frutas ?
O lobo riu com toda a ironia.
Logo chega a tão querida amiga do Raposo, a Onça pintada.
Ouvindo o riso de chacota [91] do Lobo, ela o perguntou [92]
- De que está rindo seu maldito Lobo ? [93]
- Dessa sua « amiga Raposa » [94]
- Porque você não vai insultar outros animais do seu tamanho [95]
Respondeu a Onça garroteando-o.
O Lobo assustado logo se salvou
e o Raposo fartou-se de rir
e agradeceu a sua querida amiga Onça.

Moralidade :

Nunca devemos zombar dos outros,
pois todos somos capazes de algo,
mesmo sempre havendo pessoas arrogantes e preconceituosas no mundo,
podemos escolher quem nós vamos ser, e defender.

***

Le Renard et le Loup à crinière

Joli travail. La vidéo « version française » est très réussie, soignée, agrémentée de sous-titres et d’un beau fond sonore musical. La diction est « sentie », appliquée. 18

Le Renard et le Loup à crinière

Texte en français ???

5. Pedro - P

O Pavão e a Sucuri

Era mais um dia normal na selva, todos em seus devidos lugares cumprindo suas tarefas.

Nesta manhã como todas as manhãs o rei saiu para passear na esperança de alguma distração encontrar.

Ao chegar em um bosque deparou-se com um pavão tão majestoso que não teve como não chamar sua atenção.

O pavão com sua deslumbrante beleza, nem prestou atenção na sua dita realeza.

O pavão preocupado em se alimentar, não se deu se quer [96] o [97] trabalho de seu leque abaixar e então o dito majestoso rei cumprimentar.

A cobra vendo que não chamou sua atenção sentiu-se ofendida e começou a Discriminação :

- Olá meu amigo pavão ! - sibilou a serpente.
- Quem é você que se arrasta pelo chão ?
- Sou a temida Sucuri - sussurrou orgulhosa a serpente.
- Nunca ouvi ! - disse o volátil com desdém...

O pavão virou-se e continou a se alimentar, despreocupadamente.
A cobra, vendo com raiva que não causara medo nem impacto no pavão, preparou-se para atacar.
O pavão por sua vez disse :
- Porque dizes que és temida ?
- Porque de amigo me chamas ?
A cobra então responde :
- Sou temida por meus ataques mortais !
- Chamo de amigo todos os que como você em minha presença não sabem recuar para trás !
- Mas com você não precisarei usar nada disso.
- Pois você mesmo se leva ao abismo.
O pavão, espantado com o que a cobra acabará [98] de dizer, pergunta [99]
- Porque [100] dizes que eu mesmo me levo ao abismo ??
A cobra com gargalhadas ofencivas [101] responde :
- Nunca paraste para pensar que tu como o macho [102] tens o leque maior, mais brilhoso, mais colorido, do que o da fêmea [Pontue !]]
- Porque tu tens o canto mais suave e agudo do que da fêmea.
- És uma vergonha comendo flores e ervas.
És uma vergonha para a selva
És uma vergonha para si mesmo
Sinto pena da tua fêmea, coitada da pavoa

O pavão ouvindo essas palavras tão cruéis e grosseiras, inconvenientes, rudes, severas, bárbaras, bruscas, improprias [103], indevidas
Começo [104] o leque abaixar.

A cobra vendo que o que ela acabará [105] de falar, causará [106] efeito no pavão, pensou :

- Pronto, agora ele se prostrara [107] diante de min, com tudo que disse nunca mais levantará seu leque e nunca mais cantará, nunca mais comerá flores e ervas, sera comum como os outros.

Todos os outros que agiram, que falam, que andam diferentemente dos machos, ser tão coloridos, tão brilhoso [108], tão bonito [109], com voz aguda e fina, comendo flores e ervas parecendo uma fêmea, nem a fêmea é tudo isso.

E de repente, enquanto pensava todas essas coisas, o pavão virou-se em direção à cobra, deu um passo à frente, pegou uma flor e comeu e disse :

- Eu não escolhi comer flores e ervas !

Deu mais um passo para a frente, levantou a cabeça e deu o grito mais alto e forte que nunca tinha dado antes.

Deu mais um passo para a frente e com toda a sua força, abriu o seu leque mais alto possível, que a cobra pro [110] sua vez espantou-se com a reação, com a attitude do pavão.

E o pavão disse mais :
- Minha fêmea estar [111] muito bem comigo do jeito que eu sou, ela pode até ser menos colorida, menor e etc [112], mais é a minha fêmea ! E eu sou o macho dela, eu ser mais colorido, mais grande [113], comer flores e ervas, não muda o fato de eu ser o macho.

E ainda tem mais, essa foi a única vez que eu abaixarei o meu leque diante de alguém como você, que a única coisa que faz é se rastejar pelo chão, trazer medo para os outros animais, fazendo com que não vivam do jeito que são e sim do jeito que você quer, para logo depois sufoca-los [114] e quebrá-los até a [115] morte.

E assim como eu, deve existir outros animais nessas selva.

Eu hoje nessa fábula marco uma nova era nessa selva e assim como eu muitos e muitos outros perderão o medo de ser quem são, e não serem o que cobras como você querem que sejam.

A cobra surpreendida com que o pavão acabará [116] de dizer, sem palavras partiu.

Moralidade

Seja quem vc [117] é, e não o que os outros querem que você seja.

***

O pavão e a cobra

Versão n°2, corrigida

Une fable virulente dénonçant le sexisme au moyen de longs monologues en défense de la féminité masculine. Vous avez fourni un réel effort quant à la formulation des idées. Malgré quelques longueurs et fautes d’accord ou de conjugaison, vous avez « rempli le contrat » ! Poursuivez vos efforts pour ponctuer de manière expressive ! 16

Era mais um dia normal na selva,
Todos em seus devidos lugares, cumprindo suas devidas tarefas.

Nesta manhã como todas as manhãs, o suposto rei saiu para passear,
Na esperança de alguma distração encontrar.

Ao chegar em um bosque, o suposto rei se deparou com um pavão tão charmoso, que ele não conseguiu chamar a atenção do pavão.

O pavão com sua deslumbrante beleza,
Nem prestou atenção na sua suposta realeza.

O pavão preocupado em se alimentar,
Não se deu se quer o trabalho de seu leque abaixar,
E então o suposto majestoso rei cumprimentar.

A cobra vendo que não chamou a atenção do pavão
Sentiu-se ofendida e começou a
Discriminação.

A cobra diz :
- Olá meu amigo pavão.

O pavão pergunta :
- Quem é você que se arrasta pelo chão ?

A cobra responde :
- Sou a temida Sucuri.

O pavão diz :
- Nunca ouvi !

O pavão se virou e continou a se alimentar.
A cobra vendo que não causou medo nem impacto no pavão, preparou- se para atacar.

O pavão por sua vez diz :

- Porque dizes que és temida ?
- Porque de amigo me chamas ?

A cobra então responde :

- Sou temida por meus ataques mortais !
Chamo de amigo todos os que como você
Em minha presença não sabem recuar para traz !
Mas com você não precisarei usar nada disso.
Pois você mesmo se leva ao abismo.

O pavão, espantado com o que a cobra acabara de dizer pergunta :
- Porque dizes que eu mesmo me levo ao abismo ?

A cobra com gargalhadas ofensivas responde :
- Nunca paraste para pensar que tu, como macho, tens o leque maior, mais brilhoso, mais colorido, do que o da fêmea ?
Por que tu tens o canto mais suave e agudo do que da fêmea ?
És uma vergonha comendo flores e ervas.
És uma vergonha para a selva.
És uma vergonha para si mesmo.
Sinto pena da tua fêmea, coitada da pavoa.

O pavão ouvindo essas palavras tão cruéis e grosseiras,
Inconvenientes, rudes, severas, bárbaras,
Bruscas, impróprias, indevidas,
Começou o leque abaixar.

A cobra vendo que o que ela acabara de falar
E que causara efeito no pavão, pensou :
- Pronto, agora ele se prostrará diante de min,
Com tudo o que eu disse, nunca mais levantará seu leque
E nunca mais cantará,
Nunca mais comerá flores e ervas,
Será comum como todos os outros.
Todos os outros que agiam, que falavam,
Que andavam diferentemente dos machos.
Ser tão colorido, tão brilhoso, tão bonito,
Com voz aguda e fina,
Comendo ervas e flores parecendo uma fêmea,
Nem a fêmea é tudo isso.

E de repente, enquanto a cobra pensava todas essas coisas,
O pavão virou-se em direção à cobra,
Deu um passo à frente, pegou uma flor, comeu e disse :
- Eu não escolhi comer ervas e flores !

Deu mais um passo para a frente,
Levantou a cabeça e deu o grito
Mais alto e forte que nunca tinha dado antes.

Deu mais um passo para a frente e com toda a sua força,
Abriu o seu leque mais alto possível,
Que a cobra por sua vez espantou-se
Com a reação e com a attitude do pavão.

E o pavão disse mais :
- Minha fêmea está muito bem comigo
Do jeito que eu sou, ela pode até ser menos colorida, menor,
Mas é a minha fêmea, e eu sou o macho dela.
E ser mais colorido, maior, comer flores e ervas,
Não muda o fato de eu ser o macho.

E ainda tem mais, essa foi a ultima vez que eu abaixei o meu leque
Diante de alguém como você,
Que a única coisa que faz é se rastejar pelo chão,
Trazer medo para os outros animais,
Fazendo com que eles não vivam do jeito que são
E sim do jeito que você quer
Para logo após, sufocá-los e quebrá-los até à morte.

E assim como eu, deve existir outros animais na mesma situação, nesta selva.

E eu, hoje, nessa fábula marco uma nova era nesta selva,
E assim como eu muitos e muitos outros perderão o medo
De ser quem são
E não serem o que cobras como você querem que sejam.

A cobra, surpreendida, com o que o pavão acabara de dizer,
Envergonhada, partiu.

Moralidade

Seja quem vôce é, e não o que os outros querem que você seja.

Feminidade masculina.

6. Paulo - - - - C

A Capivara e a Harpia real

Magnifique travail. Une première création-vidéo, déjà poussée, puis une deuxième encore améliorée : un fond sonore musical poétique, en harmonie avec votre propos. De jolies illustrations, intelligibles tant par des enfants que par les plus grands, représentent vos personnages et accompagnent leurs actions tout au long de la fable. La diction est « sentie », fluide et prenante. Vous avez en outre été perfectionniste quant au choix des outils numériques au service de votre création. Un « sans faute » ! 20

A Capivara e o Gavião real

Une vraie belle fable, illustrant les rapports de force et la discrimination liée aux différences de corpulence, en particulier. Les formulations sont poétiques et « fermes », le lexique est recherché, l’expression fluide et la langue impeccable. Vous avez en outre ajouté vos propres notes explicatives pour expliciter le vocabulaire « difficile ». Bravo ! 20

Certa vez, Dona Capivara se encontrava no rio a se banhar,
Com seus amigos peixes, caranguejos e passarinhos a conversar,
Muita amiga e querida no Tapajós [118],
Sempre foi muito bem-vinda entre nós.
Mas seu banho foi interrompido pelo detestável gavião real, Harpia, com quem ninguém conversar, ousaria.

- Dona Capivara, andou comendo caroços de açaí [119] ? Está mais gorda como nunca a vi, disse o Gavião.

Dona Capivara retruca.

- Meu caro Gavião Real, serviu ao exército recentemente ?
Continua estúpido como o novo tenente !

Todos os animais ao redor da simpática capivara,
Ao presenciar a troca de farpas [120],
Se afastaram de sua amiga amada.

- Como ousa, sua gorda ! Ao subestimar minha inteligência,
Ao tentar me reduzir a imbecilidade de sua essência.
Por onde passo imponho respeito,
Deixo atrás de mim o rasto de um pássaro
Digno do governo de um reino !

Dona Capivara sorri, e responde :

- Minha cara exibida alada, não confunda respeito com medo, rastro de destruição com um reino, aqui a sua majestade só se observa em suas penas, pois os súditos [121] peixes, caranguejos, macacos e pássaros, têm repulsa de sua desdenha [122].

Humilhado, o Gavião voa para longe,
Os amigos de Dona Capivara regressam,
E se perguntam o que os dois se disseram,
Para que a tão simpática capivara camarada,
Enxote a ave presunçosa [123] a voar longe das águas.

Moralidade  :

Quem busca impor respeito por sua crueldade,
Expõe a miséria que se esconde em sua personalidade,
Que se decompõe frente à bondade.

***

Dame Capy et la Harpie

Un travail ravissant. Une création-vidéo très artistique : un fond sonore musical finement choisi, de belles illustrations et un montage vidéo représentant les deux personnages centraux de votre conte. Votre diction est très « sentie ». Dommage qu’un ou deux « pataquès » se soient glissés dans votre récit, ainsi que quelques fautes de frappe dans les sous-titres... ! 17

Dame Capy et la Harpie

Quel bel effort. Il n’était pas simple de traduire votre « fable-poème ». Vous vous êtes attelé bravement à la tâche tout en essayant de respecter les rimes. Malgré quelques maladresses, c’est un très beau travail. 18,5

Version corrigée

Dame Capybara s’abreuvait dans le fleuve,
Espérant saisir de l’eau avant qu’il ne pleuve.
Quand ses amis singes, crabes, poissons et oiseaux,
L’invitèrent à se joindre promptement aux ragots.

Dame Capybara s’apprêtait à entrer dans le Tapajos,
Quand soudainement, au loin, elle perçut quelque chose :
C’était la très féroce Harpie qui s’approchait,
Dissipant tout l’enthousiasme qui régnait.

- « Dame Capy, auriez-vous avalé des comous ?
Je n’aperçois plus aucun fruit entier pour nous. »
Dit l’oiseau hautainement.

- « Eh bien, bonjour Monsieur l’Aigle féroce,
toujours aussi stupide que malfaisant, atroce ! »

La présence des autres animaux disparut
Aussi vite que ce vil aigle était apparu.
L’aigle s’agita puis, frémissant, lui répondit :

- « Quelle audace ! Venant d’un animal bedonnant, gras, pitoyable,
Insaisissable même par les griffes les plus effroyables !
Comment osez-vous me réduire à l’imbécillité de votre essence !
Moi, roi des cieux, doté d’une incomparable intelligence !
Laissant sur mon chemin les vestiges d’un règne d’honneur !
À votre place, je me sentirais embarrassé par une telle erreur. »

Dame Capybara écœurée,
Prit la peine de se défendre,
D’un ton apaisé.

- « Mon très cher ami emplumé,
Apprenez à différencier
L’estime de la peur que vous instaurez.
Vos traces n’inspirent que l’hostilité !
Conférant à un tel roi, le titre de tyran à durée indéterminée. 
Parmi vos sujets poissons, crabes, oiseaux et macaques,
Aucune autre qualité n’est évoquée
À l’exception de la beauté de votre plumage, votre majesté. »

Humilié, écœuré,
L’aigle se mit à voler,
Les amis de Dame Capy se sont tous retournés,
Questionnant Dame Capybara sur ses propos,
Qui furent capables d’éloigner l’aigle du Tapajos. »

Moralité

Le respect ne s’acquiert pas par la cruauté.
Celle-ci n’expose que la misère dissimulée,
S’acquittant très vite de toute crédibilité
Face à la rencontre incontournable de la bonté.

Version antérieure

Dame Capybara s’abreuvait dans le fleuve,
Espérant saisir de l’eau avant qu’il ne pleuve.
Quand ses amis singes, crabes, poissons et oiseaux,
l’invitèrent à se joindre promptement aux ragots.

Dame Capybara s’apprêtait à rentrer [124] dans le Tapajos,
Quand soudainement, au loin, elle perçut quelque chose :
C’était la très féroce Harpie qui s’approchait,
En dissipant [125] tout enthousiasme [126] qui régnait.

« Dame Capy, auriez-vous avalé des comous ?
Je n’en aperçois plus aucun fruit entier [127] pour nous. »
Dit l’oiseau hautainement.

« Eh bien, bonjour Monsieur l’Aigle féroce,
toujours aussi stupide que malfaisant, atroce. »

La présence des autres animaux disparut
aussi vite que ce vil aigle était apparu.
L’aigle s’agita puis frémissant, lui répondit :

« Quelle audace ! Venant d’un animal bedonnant, gras, pitoyable,
insaisissable même par les griffes les plus effroyables !
Comment osez-vous me réduire à l’imbécilité de votre essence ! Moi, roi des cieux, doté d’une incomparable intelligence !
Laissant dans mon chemin [128], les vestiges d’un règne d’honneur !
A votre place, je me sentirais embêté [129] d’une telle erreur. »

Dame Capybara écœurée,
prit la peine de se défendre,
d’un air apaisé.

« Mon très cher ami emplumé,
apprenez à différencier
l’estime de la peur que vous instaurez !
Vos traces n’inspirent que l’hostilité !
Conférant à un tel roi, le titre de tyran à durée indéterminée. 
Parmi vos sujets poissons, crabes,
Oiseaux et macaques,
Aucune autre qualité n’est évoquée
à l’exception de la beauté de votre plumage, votre majesté. »

Humilié, écœuré,
L’aigle se mit à voler,
Les amis de Dame Capy se sont tous retournés,
Questionnant Dame Capybara sur ses propos,
Qui furent capables d’éloigner l’aigle du Tapajos. »

Moralité

Le respect ne s’acquiert pas par la cruauté,
Celle-ci n’expose que la misère dissimulée,
S’acquittant très vite de toute crédibilité,
Face à la rencontre incontournable de la bonté.

7. Emmanuella & Bianca - - - - P

Cf. Bloc n°3

O PATINHO PINTADINHO*

O PATINHO PINTADINHO*

Na fazenda da dona Elaine que ficava na floresta amazônica onde havia vários animais,
Tinha um patinho especial.
Ele era o único diferente da família,
Os irmãos dele todas as peninhas brancas tinham.

Ao nascer rejeitado logo ele foi
Por suas penas pintadinhas,
Seu bico grande,
E sua boca pequenininha.

Das atividades familiares fora ele ficava
Com os seus irmãos ele não brincava, não andava e não grasnava.

Ele não aguentava mais essa solidão,
Tentou até falar com um irmão,
Mas invisível ele parecia ser.
Paciência ele tinha que ter
Para continuar a viver.

Em um dos seus passeios, na trilha Campo Belo
O patinho não havia mais força pra continuar
E acabou ficando pra trás.
Percebeu que não sentiram sua falta
E decidiu não andar mais , no meio do caminho parado ele ficou.

Vários animais por ele passaram :
O bicho preguiça, a capivara e a tartaruga tracajá
Mas todos também o rejeitaram.
Ele chorou, chorou
Até que a onça o encontrou.
Ela era pintadinha igual a ele
Então logo se identificou
O amou de todo o coração
e como seu filho o adotou.

*Moralidade*

Aceitar as divergências físicas, de sentimento, gostos e desejos é o dever de cada um. Entender que tolerar as diferenças não me obriga a gostar delas mais sim respeitá-las. Não devemos julgá-las e nem tentar mudá-las, somente aceitá-las. Cada coisa tem suas caraterísticas e particularidades, ninguém é igual a ninguém.

*Vamos celebrar a diferença*

***

Le petit canard tacheté

AvantAprès

Le petit canard tacheté

Dans la ferme de Mme Elaine, situé dans la forêt amazonienne où il y avait plusieurs animaux,
Il avait un petit canard spécial.
Il était le seul différent de la famille, ses frères avaient des plumes toutes blanches.

À sa naissance toute de suite il a été rejeté. Pour ses plumes tachetée, son grand bec, et sa petite bouche.

Durant les activités familiales, il ne participait pas, avec ses frères ne jouais pas, ne marchais pas, ne cancanait.

Il ne supportait plus cette solitude
Il a même essayé de parle à un de ses frères, mais il semblait être invisible.
Il fallait être patient pour continuer à vivre.

Sur l’une de ses promenades, sur le sentier Campo Belo le petit canard n’avait plus la force de continuer
Et il a fini par rester derrière les autres.
Il a réalisé qu’il ne leur manquait pas
Donc il décida de ne plus marcher.

Plusieurs animaux l’ont passé.
Le mouton paresseux, le capybara et la tortue tracajá
Mais tous l’ont rejeté aussi
Il pleura , pleura
Jusqu’à ce que le jaguar, le trouve
Elle était peinte comme lui
L’a aimé de tout son cœur et elle l’a adopté comme son fils.

*Le moral*

Accepte les divergences physiques, les sentiments, les goûts et les désirs, c’est notre devoir. Il faut omprendre que tolérer les différences ne nous oblige pas à les aimer , mais plutôt à les respecter . Nous ne devons pas les juger et essayer de les changer . Chaque personne à ses caractéristiques et particularités, personne est égal à personne.

*Fêtons la différence*

Le petit canard tacheté

Dans la ferme de Mme Elaine, située dans la forêt amazonienne où se trouvaient plusieurs animaux,
Il y avait un petit canard spécial.
Il était le seul différent de la famille, ses frères avaient des plumes toutes blanches.

À sa naissance toute de suite [130] il a été rejeté. Pour ses plumes tachetées, son grand bec, et sa petite bouche.

Durant les activités familiales, il ne participait pas, avec ses frères ne jouait pas, ne marchait pas, ne cancanait pas.

Il ne supportait plus cette solitude
Il a même essayé de parler à un de ses frères, mais il semblait être invisible.
Il fallait être patient pour continuer à vivre.

Lors d’une de ses promenades, sur le sentier Campo Belo
Le petit canard n’avait plus la force de continuer
Et il a fini par rester derrière les autres.
Il a réalisé qu’il ne leur manquait pas
Donc il décida de ne plus marcher.

Plusieurs animaux l’ont passé. [131] :
Le mouton paresseux, le capybara et la tortue tracajá
Mais tous l’ont rejeté aussi
Il pleura, pleura
Jusqu’à ce que [la femelle] jaguar le trouvât
Elle [132] était peinte comme lui
L’a aimé de tout son cœur et elle l’a adopté comme son fils.

*Le moral* [133]

Accepter les divergences physiques, les sentiments, les goûts et les désirs, c’est notre devoir. Il faut comprendre que tolérer les différences ne nous oblige pas à les aimer, mais plutôt à les respecter. Nous ne devons pas les juger et essayer de les changer. Chaque personne à ses caractéristiques et particularités, personne n’est égal à personne.

*Fêtons la différence*

O PATINHO PINTADINHO*

Na fazenda da dona Elaine que ficava na floresta amazônica onde havia vários animais,
Tinha um patinho especial.
Ele era o único diferente da família,
Os irmãos dele todas as peninhas brancas tinham.

Ao nascer rejeitado logo ele foi
Por suas penas pintadinhas,
Seu bico grande,
E sua boca pequenininha.

Das atividades familiares fora ele ficava
Com os seus irmãos ele não brincava, não andava e não grasnava.

Ele não aguentava mais essa solidão,
Tentou até falar com um irmão,
Mas invisível ele parecia ser.
Paciência ele tinha que ter
Para continuar a viver.

Em um dos seus passeios, na trilha Campo Belo
O patinho não havia mais força pra continuar
E acabou ficando pra trás.
Percebeu que não sentiram sua falta
E decidiu não andar mais , no meio do caminho parado ele ficou.

Vários animais por ele passaram :
O bicho preguiça, a capivara e a tartaruga tracajá
Mas todos também o rejeitaram.
Ele chorou, chorou
Até que a onça o encontrou.
Ela era pintadinha igual a ele
Então logo se identificou
O amou de todo o coração
e como seu filho o adotou.

*Moralidade*

Aceitar as divergências físicas, de sentimento, gostos e desejos é o dever de cada um. Entender que tolerar as diferenças não me obriga a gostar delas mais sim respeitá-las. Não devemos julgá-las e nem tentar mudá-las, somente aceitá-las. Cada coisa tem suas caraterísticas e particularidades, ninguém é igual a ninguém.

*Vamos celebrar a diferença*

***

Literatura - fábula / tradução

Le petit canard tacheté

Dans la ferme de Mme Elaine, située dans la forêt amazonienne où se trouvaient plusieurs animaux,
Il y avait un petit canard spécial.
Il était le seul différent de la famille, ses frères avaient des plumes toutes blanches.

À sa naissance toute de suite [134] il a été rejeté. Pour ses plumes tachetées, son grand bec, et sa petite bouche.

Durant les activités familiales, il ne participait pas, avec ses frères ne jouait pas, ne marchait pas, ne cancanait pas.

Il ne supportait plus cette solitude
Il a même essayé de parler à un de ses frères, mais il semblait être invisible.
Il fallait être patient pour continuer à vivre.

Lors d’une de ses promenades, sur le sentier Campo Belo
Le petit canard n’avait plus la force de continuer
Et il a fini par rester derrière les autres.
Il a réalisé qu’il ne leur manquait pas
Donc il décida de ne plus marcher.

Plusieurs animaux l’ont passé. [135] :
Le mouton paresseux, le capybara et la tortue tracajá
Mais tous l’ont rejeté aussi
Il pleura, pleura
Jusqu’à ce que [la femelle] jaguar le trouvât
Elle [136] était peinte comme lui
L’a aimé de tout son cœur et elle l’a adopté comme son fils.

*Le moral* [137]

Accepter les divergences physiques, les sentiments, les goûts et les désirs, c’est notre devoir. Il faut comprendre que tolérer les différences ne nous oblige pas à les aimer, mais plutôt à les respecter. Nous ne devons pas les juger et essayer de les changer. Chaque personne à ses caractéristiques et particularités, personne n’est égal à personne.

*Fêtons la différence*

8. Tayana & Gabriella - -

A Gatinha e a onça cor de rosa

AntesDepois
Aa Gatinha [138] preta e a ouça [139] de cor de rosa

Na festa juninha coisas estranhas aconteciam
Na outra da quadrilha sempre tinha a famosa Gatinha
A gata era famosa por ser a única pretinha . [140]

Ela conhecia uma ouça que sonhava ser rosa
A famozinha acha [141] essa ideia horrível
Ela acha a cor Preta incrível
Mas a ouça queria ser a ouça de cor de rosa maravilhosa
As duas se encontraram

Oi famosa gatinha , como vai você ? [142]
Olá ouça , vou bem obrigada e voce ?
Assim assim , ando meio triste ultimamente..
Porque triste ? Posso ajudar lá ? [143]
Aí ai , gatinha vc [144] pode me dar uma cor rosa ?
Que ideia horrorosa !! Nossa cor preta é maravilhosa , se você não fosse preta não serei [145] sua amiga. Respondeu [146] a gata assustada .
Porque não sua egoísta ? Você e a Famosa gatinha preta , porque não posso ser a famosa onça rosa ? Perguntou a ouça chateada .
Porque não !!! A fala tem que ser minha ! Respondeu a Gata com orgulho.
Eu serei rosa e esfregarei nós ia cara [147] esse seu egoísmo insuportável ! Respondeu a onça e virou se as costas [148] e correu .

Passeando na festa , a ouça relembrava das palavras da Gata .
Triste a sonhadora ainda acreditava

De repente à onça encontrou um pote de tinta rosa .
Feliz da vida ela se pintou todinha .
Um pouco [149] toda sorridente encontrou se [150] com a gata novamente

Olá gata viu, como conseguir [151] ser rosa .
Sua Rosa horrível !! Nunca mais fale comigo ,. Você traiu nosso preto !

Com muito ódio a gata correu.
A ouça apresentou se [152] no palco e todos estavam aplaudido [153]
A gata estava no meio do público e ficou com tanta raiva de ver a fama da Pica que causou um incêndio para que o detetor se activasse para acalmar as chamas . Sem pensar nos risco [154] a gata fugiu.
A ouça e outros animais infelizmente não conseguiram se salvar .

A gata relembrando doque [155] ela fez , ela se sentiu tão culpada que caiu em uma profunda depressão .
Ela entendeu que seu ódio por outras cores e seu egoísmo não levaria ao lugar nenhum [156].
Ela sumiu na floresta e nunca mais ouvimos falar dela .

Moralidade :

Se a gata preta tivesse aceitado e respeitado a escolha da onça nada disso teria acontecido .
As vezes [157] uma simples palavras de apoio ou aceitação pode mudar o dia de alguém . A gata preta preferiu seguir os padrões da sociedade e acabou negligênciando [158] a escolha da sua amiga . Infelizmente quando as chamas se apagaram , a gata entendeu que não importava a cor de sua amiga onça , ela poderia se pintar da cor que ela quisesse , sempre seria ela.

A Gatinha preta e a onça de cor de rosa

Na festa juninha coisas estranhas aconteciam.
Na outra da quadrilha sempre tinha a famosa Gatinha.
A gata era famosa por ser a única pretinha.

Ela conhecia uma onça que sonhava ser rosa.
A famozinha achava essa ideia horrível.
Ela achava a cor Preta incrível.
Mas a onça queria ser a onça de cor de rosa maravilhosa.
As duas se encontraram.

- Oi famosa gatinha, como vai você ?
- Olá onça, vou bem obrigada e você ?
- Assim assim, ando meio triste ultimamente...
- Porque triste ? Posso ajudá-la ?
- Ai ai, gatinha, você pode me dar uma cor rosa ?
- Que ideia horrorosa !! Nossa cor preta é maravilhosa, se você não fosse preta, não seria sua amiga, respondeu a gata assustada.
- Porque não, sua egoísta ? Você é a Famosa gatinha preta,
porque não posso ser a famosa onça rosa ? - perguntou a onça chateada.
- Porque não !!! A fala tem que ser minha ! - respondeu a Gata com orgulho.
- Eu serei rosa e vos esfregarei na cara esse seu egoísmo insuportável ! - respondeu a onça, virando as costas e correndo.

Passeando na festa, a onça relembrava das palavras da Gata.
Triste a sonhadora, ainda acreditava.
De repente, a onça encontrou um pote de tinta rosa.
Feliz da vida, ela se pintou todinha.
Um pouco mais tarde, toda sorridente, encontrou-se com a gata novamente.

- Olá gata, viu como consegui ser rosa !
- Sua Rosa horrível !! Nunca mais fale comigo. Você traiu nosso preto !

Com muito ódio, a gata correu.
A onça apresentou-se no palco e todos estavam aplaudindo.
A gata estava no meio do público e ficou com tanta raiva de ver a fama da Pica que causou um incêndio para que o detetor se activasse para acalmar as chamas. Sem pensar nos riscos, a gata fugiu.
A onça e outros animais, infelizmente, não conseguiram se salvar.

A gata relembrando do que ela tinha feito, se sentiu tão culpada que caiu em uma profunda depressão.
Ela entendeu que seu ódio por outras cores e seu egoísmo não levariam a lugar nenhum.
Ela sumiu na floresta e nunca mais ouvimos falar dela.

Moralidade :

Se a gata preta tivesse aceitado e respeitado a escolha da onça, nada disso teria acontecido.
Às vezes, uma simples palavras de apoio ou aceitação pode mudar o dia de alguém. A gata preta preferiu seguir os padrões da sociedade e acabou negligenciando a escolha da sua amiga. Infelizmente, quando as chamas se apagaram, a gata entendeu que não importava a cor de sua amiga onça, ela poderia se pintar da cor que ela quisesse, sempre seria ela.

***

Le Chat noir et la Panthère rose

Lors de la fête de Sao João, des choses étranges se produisaient.
Au moment de la danse traditionnelle, il y avait toujours le fameux Chat Noir.
Le chat était célèbre pour être le seul chat noir.
Il connaissait une panthère qui rêvait d’être rose.
Le chat trouvait cette idée horrible.
Il trouvait que la couleur noire était incroyable.
Mais la Panthère voulait être la Panthère rose. Les deux se rencontrèrent :
- Salut minou, comment vas-tu ?
- Bonsoir Panthère, je vais bien, merci et toi ?
- Comme ci comme ça, je suis un peu triste ces derniers temps...
- Pourquoi es-tu triste ? Puis-je t’aider ?
- Oulà, minou, tu peux me donner la couleur rose ?
- Quelle horrible idée !! Notre couleur noire est magnifique, si tu n’étais pas noir, tu ne serais pas mon ami, répondit le chat effrayé.
- Pourquoi pas, espèce d’égoïste ? Tu es le célèbre chat noir,
pourquoi ne puis-je pas être la célèbre panthère rose ? demanda la Panthère, bouleversée.
- Parce que !!! La célébrité doit me revenir ! répondit le Chat avec fierté.
- Je serai rose et je te jetterai au visage cet égoïsme insupportable ! répondit la Panthère en lui tournant le dos et en courant.
En se promenant à la fête, la Panthère se rappelait les paroles du chat.
Triste la rêveuse, elle y croyait encore.
Soudain, la panthère trouva un pot de peinture rose.
Toute joyeuse, elle s’est peinte.
Un peu plus tard, toute souriante, elle rencontra à nouveau le chat.
- Salut le chat, tu vois, je suis devenu rose !
- Espèce d’horrible Rose !! Ne me parle plus. Tu as trahi notre noir !
Avec beaucoup de haine, le chat partit en courant.
La Panthère s’est présentée sur scène et tout le monde applaudissait.
Le chat était au milieu du public et était tellement en colère de voir le succès de la Panthère qu’il provoqua un incendie pour que le détecteur s’active pour calmer les flammes. Sans penser aux risques, le chat s’enfuit.
La panthère et d’autres animaux, malheureusement, n’ont pas réussi à se sauver.
En se rappelant ce qu’il avait fait, le chat se sentit tellement coupable qu’il tomba dans une profonde dépression.
Il comprit que sa haine pour les autres couleurs et son égoïsme ne mèneraient à rien.
Il disparut dans la forêt et nous n’avons plus jamais entendu parler de lui.

Moralité  :

Si le chat noir avait accepté et respecté le choix de la Panthère, rien de tout cela ne serait arrivé.
Parfois, un simple mot de soutien ou d’acceptation peut changer la journée de quelqu’un. Le chat noir a préféré suivre les normes de la société et a fini par négliger le choix de son amie. Malheureusement, quand les flammes se sont éteintes, le chat a compris que peu importe la couleur de son amie Panthère, elle pouvait se peindre de la couleur qu’elle voulait, ce serait toujours elle.

Pendant que nous sommes en route vers notre succès, nous devons respecter l’opinion des autres. Ils sont également en route vers le leur et personne n’a nécessairement besoin d’être ou de penser de la même manière. Le chemin est ce qui compte et chacun trouvera le sien.
Nous savons chaque sentiment qui nous fait du bien, chercher ses propres vertus en respectant l’opinion des autres.
Les vrais sentiments ne sont pas intéressés et on fait avec bon cœur.

Seconde

As Fábulas dos alunos de Seconde

1. Thaïna - - - - C

A Coelha e o Cachorro

A Coelha e o Cachorro

Versão corrigida

A história se passa no Brasil, no Rio de Janeiro, durante o período de carnaval. No bar da Lapa, uma coelha segurava um sorvete de açaí. Um cachorro com uma pelagem preta estava passando e acidentalmente a empurra e derrama o sorvete.

A Coelha furiosa se põe a gritar :
- Olha por onde anda, seu desajeitado !
O cão late :
- Que direito tens de me insultar ? Olha bem para ti, com as tuas roupas decotadas !
A Coelha replica :
- Qual é o teu problema com a minha roupa ?
O Cão resmunga :
- Sim, você é muito vulgar para o meu gosto.
A Coelha irritada, retruca :
- Parece que estou sonhando ! Não é porque você é um macho que você tem que ter o direito de julgar uma fêmea !
O Cachorro, com raiva, grita de novo :
- Feche sua boca ! Sou um macho e sou mais forte do que você, então sossegue !

A coelha, que não aceitava uma tal discriminação, respondeu com discursos violentos, sem se dar de conta que eram racistas...
- Seu negro gorduroso e mal educado, não é porque você é do sexo masculino que deve se julgar superior !
O cão, chocado, responde :
- Você tem o quê com minha cor de pele, sua branca sem respeito ?!

Aparece então um macaco um pouco velho, que ouviu a conversa desde o início e que constatou que as afirmações iam longe demais.

- Desculpe-me ! Agora vou eu falar porque o exemplo que vocês estão dando é inapropriado. Quem são vocês para se insultarem deste modo ? Ouçam-me bem, vocês dois são bestas. Olhem para a realidade : estamos todos a ser misturados, todo o mundo tem a sua própria maneira de viver e de se vestir, parem com esta falta de entendimento, ponham fim ao racismo porque sem sermos todos iguais, devemos ter os mesmos direitos ! Não é porque o outro não tem a mesma cor de pele que isso significa que merece outro tratamento : nós somos todos seres vivos, que comem, que se alimentam, contam todos um corpo de carne, têm todos olhos para olhar, para ver, e uma boca para falar.

A coelha e o cão foram tocados pelas palavras pronunciadas pelo macaco e eles tiveram um peso na consciência do que eles tinham dito, e eles perceberam que eles tinham ido longe demais em suas palavras, e que as do macaco não estavam erradas.

O cão e a coelha se pediram desculpa.

- Desculpe, devia ter-me desculpado pelo que aconteceu, e também pelo fato de o ter ofendido.
- Eu também me desculpo, porque eu não deveria ter reagido assim, e eu fui longe demais, e eu sinto muito.

No final, tudo acabou bem. As duas se desculparam, e perceberam o seu erro e foram se divertir.

A moral desta história

Há que parar com todo o tipo de discriminação como nesta fábula porque nós somos todos iguais em direitos, nós vivemos no mesmo planeta e todos nós somos seres vivos. É necessário aprender a viver juntos e proteger nosso meio de vida.

***

A história se passa no Brasil, no Rio de Janeiro, durante o período de carnaval. No bar da Lapa, uma coelha segurava um sorvete de açaí. Um cachorro com uma pelagem preta estava passando e acidentalmente a empurra e derrama o sorvete.

A Coelha furiosa se põe a gritar :
- Olha por onde anda, seu desajeitado !
O cão late :
- Que direito tens de me insultar ? Olha bem para ti, com as tuas roupas decotadas !
A Coelha replica :
- Qual é o teu problema com a minha roupa ?
O Cão resmungou :
- Sim, você é muito vulgar para o meu gosto.
A Coelha irritada, retrucou :
- Parece que estou sonhando ! Não é porque você é um macho que você tem que ter o direito de julgar uma fêmea !
O Cachorro, com raiva, gritou de novo :
- Fecha sua boca ! Sou um macho e sou mais forte do que você, então sossegue !

A coelha, que não acaitava uma tal discriminação, respondeu com discursos violentos, sem se dar de conta que eram racistas...
- Seu negro gorduroso e mal educado, não é porque você é do sexo masculino que deve se julgar superior.
O cão, chocado, responde :
- Você tem o quê com minha cor de pele, sua branca sem respeito ?!

Aparece então um macaco um pouco velho, que ouviua a conversa desde o início e que constatou que as afirmações iam longe demais.

- Desculpe-me ! Agora vou eu falar porque o exemplo que vocês estão dando é inapropriado. Quem são vocês para se insultarem deste modo ? Ouçam-me bem, vocês dois são bestas. Olhem para a realidade : estamos todos a ser misturados, todo o mundo tem a sua própria maneira de viver e de se vestir, parem com esta falta de entendimento, ponham fim ao racismo porque sem sermos todos iguais, devemos ter os mesmos direitos ! Não é porque o outro não tem a mesma cor de pele que isso significa que merece outro tratamento : nós somos todos seres vivos, que comem, que se alimentam, contam todos um corpo de carne, têm todos olhos para olhar, para ver, e uma boca para falar.

A coelha e o cão foram tocados [28] pelas palavras do que disse o macaco e eles tiveram um peso na consciência do que ele tinha dito, e eles perceberam que eles foram longe demais em suas palavras ,e que o macaco não estavam erradas.

O cão e a ceolha se pedem desculpa.

Desculpa, devia ter-me desculpado pelo que aconteceu, e também pelo facto de os ter ofendido.
Eu também me desculpa, porque eu não deveria ter reagido assim, e eu fui longe demais, e eu sinto muito.

No final, tudo acabou bem, as duas se desculparam, e perceberam o seu erro e foram se divertir.

A moral desta história :

Há que parar com todo o tipo de discriminação como nesta fábula porque nós somos todos iguais em direitos, nós vivemos no mesmo planeta e todos nós somos seres vivos. É necessário aprender a viver junto e proteger nosso meio de vida.

***

 La lapine et le Chien

 La lapine et le Chien

L’histoire se passe au Brésil, à Rio de Janeiro, pendant la période de carnaval. Au bar de Lapa, une lapine tenait une glace à l’açaï. Un chien au pelage noir passait et,accidentellement la poussa et renversa la glace.

La lapine en colère se mit à crier :
- Regarde où tu vas, espèce de maladroit ! Le chien aboya :
- De quel droit m’insultes-tu ? Regarde-toi, avec tes vêtements décolletés !
La lapine répliqua :
- Quel est ton problème avec mes vêtements ?
Le chien grogna :
- Oui, vous êtes trop vulgaire à mon goût.
La lapine irritée, rétorqua :
- Il semble que je rêve ! Ce n’est pas parce que vous êtes un mâle que vous devez avoir le droit de juger une femelle !

Le chien, en colère, se mit à crier :
- Ferme ta bouche ! Je suis un mâle et je suis plus fort que toi, alors calme-toi !

La lapine, qui n’acceptait pas une telle discrimination, répondit par des discours violents, sans se rendre compte qu’ils étaient racistes...
- Espèce de nègre graisseux et grossier, ce n’est pas parce que vous êtes de sexe masculin que vous devez vous croire supérieur.
Le chien, choqué, répond :
- Qu’avez-vous avec ma couleur de peau, espèce de blanche sans respect ?

Alors apparut un singe un peu vieux, qui avait écouter la conversation depuis le début et qui avait constaté que les affirmations allaient trop loin.
- Excusez-moi ! Maintenant, je vais vous parler parce que l’exemple que vous donnez est inapproprié. Qui êtes-vous pour vous insulter ainsi ? Écoutez-moi bien, vous êtes tous les deux bêtes. Regardez la réalité : nous sommes tous mélangés, le monde entier a sa propre façon de vivre et de s’habiller, arrêtez ce manque de compréhension, mettez fin au racisme parce que sans être tous égaux, nous devons avoir les mêmes droits ! Ce n’est pas parce que l’autre n’a pas la même couleur de peau que cela signifie qu’il mérite un autre traitement : nous sommes tous des êtres vivants, qui mangent, qui se nourrissent, qui comptent tous un corps de chair, qui ont tous des yeux pour regarder, et pour voir, et une bouche pour parler.

La lapine et le chien ont été touchés par les mots qu’avait prononcés le singe et ils ont eu une prise de conscience de ce qu’il avait dit, ils ont réalisé qu’ils sont allés trop loin dans les mots qu’ils a dit ,et que le singe n’avait pas tort.

Le chien et le lapine s’excusèrent.
Au final, tout s’est bien terminé, les deux animaux se sont excusés, réalisant leur erreur et sont allés s’amuser.

Moralité :

Il faut arrêter toute discrimination comme dans cette fable,l’inégalité et le racisme parce que nous sommes tous égaux en droits ; nous vivons sur la même planète ; nous sommes tous des êtres vivants et il est nécessaire d’apprendre, à vivre ensemble et de protéger notre milieu de vie.

***

Français Português
L’égalité entre la lapine et le chien.

L’histoire se passe au Brésil à Rio de Janeiro en période de carnaval le 14 février 2018.

Dans le bar de Lapa, une lapine tenait une glace d’açaí .
Un chien au pelage noir déguisé en tololo passait bien malgré lui la bouscule [159]
Et renverse la glace sur la gourmande.
La lapine furieuse clapit :
- Regardez où vous marchez, espèce de maladroit.
Le chien aboie :
- De quel droit avez-vous le droit de m’insulter ? Regardez-vous, avec vos vêtements décolletés !
- Lapine : c’est quoi le problème avec ma tenue ça vous dérange ??
- Chien : oui vous êtes trop vulgaire à mon goût
- Lapine : non mais je rêve c’est pas parce que vous êtes un homme que vous avez forcément le droit de juger une femme
- Chien : ferme ta bouche je suis un homme et je suis plus fort que toi alors calme toi [160]

On s’aperçoit qu’il y a une très forte inégalités [161] entre ces deux personnages.
La lapine qui se laisse pas faire et répond avec des propos racistes.

- La Lapine : espèce de noir graisseux et mal éduqué c’est parce vous êtes un homme qu’il faut vous croire Supérieur.

- Le Chien : Qui y’a t’il [162] avec ma couleur de peau ?? Espèce de blanche sans respect.

On voit que la situation commence à dégénérer puis intervient un singe un peu âgé de race (Parvordem Catarrhini) qui écoutait la conversation depuis le début et qui a constaté que les propos allaient trop loin et donne une vrai leçon de morale aux deux personnes qui s’insultaient.

- Le singe : excusez-moi maintenant c’est moi qui prendra la parole parce que l’exemple que vous donnez est inapproprié vous vous êtes prie pour qui vous deux à vous insulter comme ça , écoutez moi bien vous êtes tout les deux bêtes regarder la réalité en face on est tous mélangés tout le monde à sa propre manière de vivre et de s’habiller arrêter avec cette inégalité entre vous mettez un terme au racisme car on est tous égaux c’est pas parce que l’autre n’a pas la même couleur de peau que vous que cela signifie qu’il est différent ont est tous des êtres humains ,qui mangent, qui se nourrissent ont contient tous un corps humain ont à tous des yeux pour regarder,une bouche pour parler.

Moralité  :

Ont [163] est tous pareils tout le monde passe pour la même situation quelconque alors profiter de la vie amuser car ont sait jamais ce qui peut se passer le lendemain.
 
La lapine et le chien ont été touché [164] par les paroles de ce que as dit le singe et ils ont eux [165] une prise de conscience de ce qu’il avait dit et ils ce sont rendus compte qu’ils sont aller trop loin dans leurs propos et que le singe n’as pas tord [166].

- Chien : je suis désolé j’aurais dû m’excuser par rapport à ce qui s’est passé et aussi au propos déplacé que j’ai eux envers vous .
- Lapine : je m’excuse aussi parce que j’aurais pas du réagir comme ça je suis aller [167] loins [168]dans mes propos et je suis désolé.
Au final Tout se finis [169] bien les deux personne [170] ce sont excusez [171], ce sont [172] rendu compte de leur erreur et sont allés s’amuser.

ADONAÏ Da Silva thaïna, légalité [173] entre la lapine et le chien,14 février 2018.

La morale de cette histoire est :

Qu’il faut arrêter toute sorte de discrimination comme dans cette fables [174] l’inégalité et le racisme car ont est tous égaux nous vivons tous dans la même planète nous somme tous des êtres humains il faut apprendre à vivre ensemble et protéger notre milieu de vie.

Igualdade entre a coelha e o cachorro.

A história se passa no Brasil, no Rio de Janeiro, durante o período de carnaval em 14 de fevereiro de 2018. No bar da Lapa, uma coelha segurava um sorvete de açaí. Um cachorro com uma pelagem preta disfarçado de tololo estava passando, bem apesar de estar empurrando-a E derramar o sorvete no ganancioso.

A coelha furiosa está a gritar : -Olha por onde andas, seu desajeitado.
O cão está a latindo : Que direito tens de me insultar ? Olhem para você, com as vossas roupas decotadas !
- Coelha : Qual é o vosso problema com a minha roupa ?
- Cão : sim você é muito vulgar para o meu gosto.
- Coelha : não mas eu estou sonho não é porque você é um homem que você tem que ter o direito de julgar uma mulher.
- Cão : feche sua boca eu sou um homem e eu sou mais forte do que você então calma você [24]

Apercebemo-nos de que existe uma enorme desigualdade [25] entre estas duas personagens.

A coelha que não se deixa enganar e responde com discursos racistas.
- Coelha : Seu negro gorduroso e mal educado é porque você é um homem que deve acreditar em você superior.
- Cão : Você tem o quer [26] com minha cor de pele ? Sua branca sem respeito.

Vemos que a situação começa a degenerar e depois intervém um macaco um pouco velho de raça (Parvordem Catarrhini) que ouvia a conversa desde o início e que constatava que as afirmações iam longe demais e dava uma verdadeira lição de moral às duas pessoas que se insultavam.

- Macaco : Desculpe-me agora eu vou tomar a palavra porque o exemplo que você dá é inapropriado vocês são quem para que vocês dois insultar-se assim, Ouçam-me bem, vocês os dois são besta olhar para a realidade [175]

Moralidade

Nós somos todos iguais nós passam pela mesma situação qualquer então desfrutar da vida divertida porque nunca sabe o que pode acontecer no dia seguinte.

A coelha e o cão foram tocados [28] pelas palavras do que disse o macaco e eles têm [29] uma tomada de consciência do que ele tinha dito, e eles perceberam que eles foram longe demais em suas palavras e que o macaco não está errado [30].

- Cão : Desculpa, devia ter-me desculpado pelo que aconteceu, e também pelo facto de os ter ofendido .
- Coelhinha : Eu também me desculpo, porque eu não deveria ter reagido assim, e eu fui longe demais, e eu sinto muito.

No final, tudo acabou bem, as duas pessoas desculparam-se, perceberam o seu erro e foram divertir-se.

ADONAI Da Silva thaína, legalidade [176] entre a coelha e o cão,14 de fevereiro de 2018.

A moral desta história é :

Há que parar com todo o tipo de discriminação como nesta fábula [32] a desigualdade e o racismo porque nós somos todos iguais nós vivemos no mesmo planeta todos nós somos seres humanos é necessário aprender viver junto e proteger nosso meio de vida

2. Thaïssa ( Partie...)

2. Thaïssa ( Partie...)

3. Lorenne & Jean-Erik - - - O

A Onça e o Urubu

A Onça e o Urubu

A Onça e o Urubu estavam ali no fundo da Amazônia,
Perto do cadáver de uma anta.
A Onça preparava-se para comer depois de ter caçado.
O Urubu, morto de fome pois havia ficado dias sem comer,
Então gentilmente pediu um pedaço,
Apelando com um tom de tristeza :
 - Você poderia me dar um pedaço por favor ?
 Então a Onça ronronou :
 - Não ! Cabe a você de caçar a sua presa ao invés de estar pedindo !
O Urubu, triste, retruca :
- Lamento muito, Senhor, mas ninguém me ensinou a caçar, até mesmo minha própria mãe.
Com ironia, a Onça ronronou mais uma vez :
- Pobre Urubu ! Precisa dos outros para sobreviver. Não sabe caçar, depende dos outros... Você faz o quê da vida ? Absolutamente nada !
O Urubu, humilhado, apelou :
- Entendo muito bem, sou dependente dos outros para sobreviver... Me desculpe, não queria incomodar o senhor...
 
Depois desta longa discussão, o Urubu se foi.
Ao comer, a Onça refletiu sobre a maneira como tinha ofendido o Urubu.
Ele se posicionou no lugar do pobre coitado e então foi em sua procura.
A onça estourou :
- Urubu, Urubu ! Onde você está ?!
Tristemente respondeu o Urubu :
Estou aqui, em cima desta árvore sem folhas e apenas galhos como eu...
A Onça se sentiu culpada, e disse ao Urubu :
- Sinto muito pela minha atitude ignorante, que eu tive com você. Vamos comer juntos ?
O Urubu, com uma felicidade enorme disse :
- Com prazer, obrigado pelo convite !

Então foram comer e tornaram-se amigos.
 
Moral da fábula :

Faça atenção com as palavras que saem de sua boca e pense antes de falar.

***

Le Jaguar et le Vautour

Le Jaguar et le Vautour

Le Jaguar et le Vautour étaient au fond de l’Amazonie, près du cadavre d’un tapir. Le jaguar se préparait à manger après avoir chassé.
Le vautour, qui était affamé car il était resté des jours sans manger, lui demanda gentiment un morceau de sa proie :
- Pouvez-vous me donner un morceau s’il vous plaît ? Lui demanda-t-il tristement.

Alors le Jaguar grogna :
- Non ! C’est à vous de chasser votre proie au lieu de demander !

Alors le pauvre Vautour lui répliqua :
- Je suis désolé, monsieur, mais personne ne m’a appris à chasser, pas même ma propre mère.

Et c’est avec Ironie que le Jaguar lui ronronna :
- Pauvre Vautour, vous me faites de la peine !
Vous avez besoin des autres pour survivre. Vous ne savez pas chasser, vous dépendez donc des autres...
Vous faites quoi dans la vie ? Absolument rien !

Le Vautour se sentit humilié, alors il lui répondit :
- Je comprends, je dépends des autres pour survivre...

Après cette longue discussion, le vautour partit.
Dégustant son festin, le Jaguar réfléchit à la manière dont il avait parlé au pauvre oiseau.
Il se mit à sa place et partit à sa recherche.
Le Jaguar cria :
- Vautour ! Vautour ! Où êtes-vous ?

Le Vautour répondit tristement :
- Je suis ici, sur cet arbre sans feuilles sur une branche maigre comme moi...

Le Jaguar se sentit coupable et dit au Vautour :
- Je suis désolé pour l’attitude ignorante que j’ai eue envers vous. On peut manger ensemble ?

Le Vautour, le sourire au bec, dit :
- Avec plaisir, merci pour l’invitation !
Alors ils sont allé manger manger et sont devenus amis.

Morale de l’histoire :

Faites attention aux mots qui sortent de votre bouche et pensez avant de parler.

***

Français Português
Le Jaguar et le Vautour étaient au fond de l’Amazonie, près du cadavre d’un tapir. Le jaguar se préparait à manger après avoir chassé.
Le vautour, qui était affamé car il est resté [177] des jours sans manger, lui demanda gentillement [178] un morceau de sa proie :
- Pouvez-vous me donner un morceau s’il vous plaît ? Lui demanda-t-il tristement.
Alors le Jaguar lui ronronne [179] :
- Non ! C’est à vous de chasser votre proie au lieu de demander !
Donc [180] le pauvre Vautour lui répliqua :
- Je suis désolé, monsieur, mais personne ne m’a appris à chasser, [181] même ma propre mère.
Et c’est avec Ironie que le Jaguar lui ronronne [182] :
- Pauvre Vautour, vous me fait [183] de la peine !
Tu [184] as besoin des autres pour survivre. Vous ne savez pas chasser, vous dépendez donc des autres...
Vous faites quoi dans la vie ? Absolument rien !
Le Vautour se sentait [185] humilié, donc [186] il lui répondit :
- Je comprends, je dépends des autres pour survivre...
Après cette longue discussion, le vautour est parti [187].
Entrain de manger, le Jaguar réfléchi [188] à la manière dont il a [189] parlé au pauvre oiseau.
Il se mit à sa place et parti [190] à sa recherche.
Le Jaguar criait [191] :
- Vautour ! Vautour ! Où êtes-vous ?
Le Vautour répondit tristement :
- Je suis ici, sur cet arbre sans feuilles et juste des branches maigres comme moi...
Le Jaguar se sentit coupable et dit au Vautour :
- Je suis désolé pour mon [192] attitude ignorante que j’ai eu [193] envers vous. On peut manger ensemble ?
Le Vautour, le sourire au bec, dit :
- Avec plaisir, merci pour l’invitation !
Alors ils sont allés [194] manger et sont devenus amis.

Moral [195] de l’histoire :

Faites attention aux mots qui sortent de votre bouche et pensez avant de parler.

No fundo da Amazônia um animal morto, junto [196] estarão a Onça e o Urubo [197].
(A Onça está pronta para comer, depois de ter caçado. Aí vem o Urubu morto de fome pois ficou dias sem comer. Então gentilmente o Urubu aproximou -se e pede [198] um pedaço.)
Urubu - Você poderia me dar um pedaço por favor.
Onça - Não ! Cabe a você de caçar sua preza invés de está pedindo !
Urubu - Lamento senhor, mas ninguém me ensinou a caçar, até mesmo minha própria mãe.
Onça - (com ironia) Pobre Urubu ! Precisa dos outros para sobreviver. Não sabe caçar, depende dos outros... Você faz o quê da vida ? Absolutamente nada !
Urubu - Eu entendo-lhe [199], sou dependente dos outros para sobreviver...me desculpe não queria incomodar o senhor...
(Depois dessa longa discussão o Urubu se foi. A Onça comendo refleti [200] sobre a maneira que falou com o Urubu. Ele se posicionou-se [201] no lugar do pobre coitado e então foi em sua procura.)
Onça - Urubu, Urubu aonde você está ?
Urubu - (tristemente responde) Estou aqui, em cima desta árvore sem folhas e apenas galhos como eu...
Onça - Sinto muito pela minha atitude ignorante, que eu tive com você. Vamos comer juntos ?
Urubu - Com prazer, obrigado pelo convite !
(Então foram comer e tornaram-se amigos.)

Moral da fábula

Faz [202] atenção com as palavras que saiam [203] de sua boca e pense antes de falar.

4. Yasmin & Bryana - - - - P

A Preguiça e a Onça

A Preguiça e a Onça

Version corrigée

Em época de festa juninha, na Amazonia, todo o mundo fica animado à procura de um par perfeito.
Só que todos os anos a pobre Preguiça não encontra seu par por conta de sua aparência.
Ela sempre ficava sozinha em seu canto.
Já a Onça, a sua melhor amiga, tem tanta popularidade que nem consegue escolher qual dos pretendentes irá com ela à famosa festa juninha.
O problema é que a querida Onça gostava de sua melhor amiga em segredo. Ela queria contar a ela o que sentia realmente por ela mas, com medo de sua reação e do que os outros iriam falar, preferiu guardar esse segredo.
O grande dia da festa juninha chegou.
A Onça acompanhada de seu pretendente encontra a Preguiça no seu canto.
A Onça, ao ver sua amiga sozinha, vai até ela e pergunta-lhe como ela está.
A Preguiça responde :
- « Eu estou bem, só vim pegar um ar aqui fora. »
Um grupo de serpentes sibilam :
- « Olha là a feiosa, preguiçosa, ninguém nunca vai gostar de você ! »
A Preguiça disfarça um sorriso como sempre faz e corre ao banheiro chorando.
A Onça percebe seu mal estar e segue ela até o banheiro.
- « Eu sei que você não está bem, você não me engana... Não escute essas malditas serpentes, saiba que você é especial para mim, não ligue para esses otários ! Você é unica e é o que faz meu amor tão grande por si ! »
A Preguiça, enxugando suas lágrimas a abraça e diz :
- « Obrigada por não ser igual a eles, eu também te amo muito... »
A Onça responde :
- « Mas o meu amor não é igual ao seu amor por mim. »
A Preguiça, intrigada, responde :
- « Como assim ? Eu também acho que sinto algo diferente por você. »
- « Eu não ligo para o que os outros vão pensar mas faz tempo que eu queria falar que eu te amo e quero só você. Vamos sair e falar pra todos que a gente se ama. »
A Onça puxa a preguiça e corre contar para todo o mundo. A festa pára e a Onça pega o microfone e fala na frente de todos, segurando a mão da Preguiça.
- « Desculpem interomper a festa mas nós temos algo a confessar, eu e esta garota que vocês tanto desprezam, estamos namorando. »
O pretendente da Onça fica indignado, sobe e pega o microfone :
- « Vocês vão aceitar isso, gente ? Duas garotas não podem namorar ! »
A Preguiça toma coragem e arranca o microfone das mãos do mesmo :
- « Coitado do otário ! Pois pode sim, gente ! E mais uma coisa : Não importa minha cor, ou se eu sou feia ou não, eu me amo e vocês não podem me imperdir de me amar. Cada um de nós é unico !

Todos da festa aplaudem.
A Onça e a Preguiça, felizes, descem para dançar.

Moralidade

Nunca ter medo de arriscar por conta do que os outros vão falar e sempre ter confiança em si e amar a si mesmo. Afinal, amor próprio é tudo.

***

Em época de festa juninha na Amazonia, todo o mundo fica animado à procura de um par perfeito.
Só que todos os anos a pobre preguiça [204] não encontra seu par por conta de sua aparência.
Ela sempre ficava sozinha em seu canto. [205]
Já a Onça, a sua melhor amiga, tem tanta popularidade que nem consegue escolher qual dos pretendentes irá com ela à famosa festa juninha.
O problema é que a querida Onça gostava de sua melhor amiga em segredo, ela queria contar a ela o que sente [206] realmente por ela mas com medo de sua reação e do que os outros iriam falar, preferiu guardar esse segredo.
O grande dia da festa juninha chegou.
A onça accompanhada [207] de seu pretendente encontra a preguiça no seu canto.
A onça, ao ver sua amiga sozinha, vai até ela e pergunta-lhe como ela está.
A preguiça responde :
- Eu estou bem, só vim pegar um ar aqui fora.
Um grupo de serpentes sibilam :
- Olha lá a feiosa, preguiçosa, ninguém nunca vai gostar de você !
A preguiça disfarça um sorriso como sempre faz e corre ao banheiro chorando.
A onça percebe seu mal estar e segue ela até o banheiro.
- Eu sei que você não estã [208] bem, você não me engana... Não escuta [209] essas malditas serpentes, saiba que você é especial para mim, não ligue para esses otários ! Você é unica e é o que faz meu amor tão grande por si
A preguiça, enchugando suas lágrimas a abraça e diz :
- Obrigada por não ser igual a eles, eu também te amo muito...
A onça responde :
- Mas o meu amor não é igual ao seu amor por mim.
A preguiça intrigada responde :
- Como assim ? Eu também acho que sinto algo diferente por voçê [210].
- Eu não ligo para o que os outros vão pensar mas faz tempo que eu queria falar que eu te amo e quero só você. Vamos sair e falar pra todos que a gente se ama.
A onça puxa a preguiça e corre contar para todo o mundo, a festa para e a Onça pega o microfone e falar na frente de todos segurando a mão da preguiça.
- Desculpa interomper a festa mas nós temos algo a confessar, eu e estar garota que voçês tanto desprezam, estamos namorando.
O pretendente da onça fica indignado, sobe e pega o microfone :
- Vocês vão aceitar isso, gente ? duas garotas não podem namorar !
A preguiça toma coragem e arranca o microfone das mãos do mesmo :
- Coitado do otário ! Pois pode sim, gente ! E mais uma coisa : Não importaminha cor, ou se eu sou feia ou não, eu me amo e voçêsvoçê [211] não podem me imperdir de me amar. Cada um de nós é unico ! Todos da festa aplaudem.
A onça e a preguiça, felizes descem para dançar.

Moralidade  :

Nunca ter medo de arriscar por conta do que os outros vão falar e sempre ter confiança em si e amar a si mesmo, afinal amor próprio é tudo.

YᗩՏᗰIᑎ ᗴT ᗷᖇYᗩᑎᗩ

***

Dame Aï et Dame jaguar

Pendant la saison des fêtes de juin, en Amazonie, tout le monde s’enthousiasme à la recherche d’un couple parfait. Ce n’est que chaque année que la pauvre dame Aï ne trouve pas son compagnon à cause de son apparence. Elle était toujours seule dans son coin.
D’autre part, dame Jaguar, sa meilleure amie, est tellement populaire qu’elle ne peut même pas choisir lequel de ses prétendants l’accompagnera à la célèbre fête de juin.
Le problème est que cette chère dame jaguar aimait sa meilleure amie en secret, elle voulait lui dire ce qu’elle ressentait vraiment pour elle mais, par peur de sa réaction et de ce que les autres diraient, elle a préféré garder ce secret.
Le grand jour de la fête de juin est arrivé. Dame jaguar accompagné de son prétendant trouve la dame Aï dans son coin. Dame jaguar, voyant son amie seule, va vers elle et lui demande comment elle va.
Dame Aï lui répond :
- Je vais bien, je suis juste venu prendre l’air ici.
Un groupe de serpents siffle :
- Regardez cette Aï ,elle est tellement laide que personne ne l’aimera jamais !
Dame Aï déguise un sourire comme toujours et court vers la salle de bain en pleurant.
Dame jaguar perçoit son malaise et la suit jusqu’à la salle de bain.
- Je sais que tu n’es pas bien, tu ne me trompes pas... n’écoute pas ces foutus serpents, sache que tu est spécial pour moi, n’écoute pas ces pigeons ! Tu es unique et c’est ce qui rend mon amour si grand pour toi.
Dame Aï, essuyant ses larmes, l’embrasse et lui dit :
- Merci de ne pas être comme eux, je t’aime beaucoup aussi... Dame jaguar répondit :
- Mais mon amour n’est pas égal à ton amour pour moi.
Dame Aï, intriguée lui répond :
- Que veux tu dire ? Je pense aussi que je ressens quelque chose de différent pour toi. Je me fiche de ce que pensent les autres, mais cela fait un moment que je voulais te dire que je t’aime et que je ne veux que toi. Sortons et disons à tout le monde que nous nous aimons.
Dame jaguar tire la Dame Aï et court pour le dire au monde entier, la fête s’arrête, Dame jaguar prend le micro et parle devant tout le monde en tenant la main de Dame Aï :
- Désolé d’interrompre la fête mais nous avons quelque chose à vous confessez, moi et cette dame que vous méprises tant, on sort ensemble." »
Le prétendant de dame jaguar s’indigne, se lève et prend le micro :
- Acceptez-vous cela, les gens ? Deux dames ne peuvent pas sortir ensemble !
Dame Aï prend du courage et lui arrache le micro des mains :
- Pauvre type ! Et encore une chose : peu importe que je sois moche ou pas, je m’aime et vous ne pouvez pas m’empêcher de m’aimer. Chacun de nous est unique !
Tous les participants à la fête applaudissent. Dame jaguar et Dame Aï, heureuse, descendent pour danser.

Moralité  :

Ne jamais avoir peur de prendre des risques à cause de ce que les autres diront et toujours avoir confiance en soi et s’aimer soi-même, après tout l’amour de soi est tout.

YᗩՏᗰIᑎ ᗴT ᗷᖇYᗩᑎᗩ

Version corrigée :

Dame Aï et Dame Jaguar

Pendant la saison des fêtes de juin, en Amazonie, tout le monde s’enthousiasme à la recherche du partenaire parfait. Si ce n’est que chaque année, la pauvre Dame Aï ne trouve pas son compagnon à cause de son apparence. Elle reste toujours seule dans son coin.
D’autre part, Dame Jaguar, sa meilleure amie, est tellement populaire qu’elle ne peut même pas choisir lequel de ses prétendants l’accompagnera à la célèbre fête de juin.
Or cette chère Dame Jaguar aimait sa meilleure amie en secret. Elle voulait lui dire ce qu’elle ressentait vraiment pour elle mais, par peur de sa réaction et du jugement des autres, elle a préféré enfouir son secret.
Le grand jour de la fête de juin est arrivé. Dame Jaguar, accompagnée de son prétendant, trouve Dame Aï esseulée dans son coin. Dame Jaguar, voyant son amie seule, s’approche d’elle et lui demande la raison de sa peine.
Dame Aï lui répond :
- Je vais bien, je suis juste venue prendre l’air ici...

Un groupe de serpents sifflent :
- Regardez cette Aï, elle est si laide que personne ne l’aimera jamais !
Dame Aï déguise un sourire, comme toujours, et court vers la petite clairière en pleurant.
Dame Jaguar perçoit son malaise et l’y suit.
- Je sais que tu n’es pas bien, tu ne me trompes pas... N’écoute pas ces maudits serpents, sache que tu es spéciale pour moi, n’écoute pas ces pigeons ! Tu es unique et c’est ce qui rend mon amour si grand pour toi.
Dame Aï, essuyant ses larmes, l’embrasse et lui dit :
- Merci de ne pas être comme eux, je t’aime beaucoup aussi...
Dame Jaguar répondit :
- Mais mon amour n’est pas égal à ton amour pour moi.
Dame Aï, intriguée la questionne :
- Que veux-tu dire ? Je pense aussi que je ressens quelque chose de différent pour toi. Je me moque de ce que pensent les autres, mais voilà bien longtemps que je voulais te confesser mon amour et que je ne veux que toi. Sortons et annonçons à tous que nous nous aimons.
Dame Jaguar tire Dame Aï et court le crier au monde entier : la fête s’arrête, Dame Jaguar s’empare du micro et réclame l’attention de tous, tenant Dame Aï par la patte :
- Pardon d’interrompre la fête mais nous avons quelque chose à vous révéler, moi et cette dame que vous méprisez tant : nous sommes éprises l’une de l’autre.
Le prétendant de Dame Jaguar, indigné, bondit et arrache le micro de ses griffes :
- Accepterez-vous cela ? Deux femelles ne peuvent pas sortir ensemble !
Dame Aï prend du courage et lui reprend le micro :
- Pauvre animal ! Peu importe que je sois repoussante ou non, je m’aime et vous ne pourrez pas m’empêcher de m’aimer. Chacun de nous est unique !

Tous les participants de la fête applaudissent. Dame Jaguar et Dame Aï, heureuses, descendent pour danser.

Moralité

Ne jamais craindre de prendre des risques à cause du jugement des autres et toujours avoir confiance en soi et s’aimer soi-même. Après tout, l’amour de soi est tout.

5. Mikelange & Ronivaldo - - - - P

O Pequeno Papagaio e o caminho da confiança

 [212]

Dans une école dans la forêt amazonienne se trouvaient des animaux de toute espèce comme le Toucan, coatis [213], etc. [214]

Parmi tout [215] ces animaux, il y avaient [216] un petit Perroquet qui s’appelle [217] Killua. Il était tout seul car lui et sa famille en été [218]chassées [219] de leurs [220] terre natale et pendant cette chasse ils ont été séparer [221].
Maintenant il est dans une école totalement inconnue car les personne [222] dans ce village qui se nomme grand soleil, les villageois ont eu pitiés [223] de lui et l’on mis [224] dans un orphelinat puis dans une école.
Killua été très heureux d’être si bien accueilli. Le premier jour arriva et il avait très hâte mais depuis que Killua arriva, il fut très déçu car ses camarade [225] ne voulut [226] point être amis avec lui et ni lui parlée [227]. Au lieu de ça, il chuchotais [228] sur lui :
Le Jaguar chuchota à la Capybara :
- Regarde le petit nouveau il est bizarre et il est faible
La Capybara répondit
- Oui et regarde il est tout petit !
Le Jaguar dit :
- Oui et regarde, il est de couleur bizarre !
La Capivara rigola.

Le petit Perroquet fut très déçu d’entendre se qu’ils avait [229] dit sur lui.
Killua été [230] le seul petit Perroquet dans le village car habituellement ils vivent dans un nid qui lui est dans un arbre. Dans l’école, il n’avait personne avec qui parlée [231] et ni dans orphelinat .
Toute[Toutes] les personne [232] le trouvais [233] bizarre.
Le Vendredi arriva. C’était le jours [234] de sport et Killua était tout seul comme a son habitude.
Le professeur de sport qui était un Pantanal les a mis en groupes et toutes les personnes de son groupe l’ignorais [235] et la journée se termina ainsi et pendant ses entraînements, il eut plein d’amis.
Le soir même, il pris [236] une décision : ne pas faire attention aux méchant commentaire [237] des autres et de s’entraîner dur, car il voulait faire du sport sa profession.
Il grandi [238] et devenue [239] le plus grand joueur de basket du monde et plus personne ne voulut faire de méchant commentaire sur lui.

Ne te base pas sur les autres , croix [240] en tes capacités et réalisent [241] tes rêves.

Version améliorée...

Le petit Perroquet au chemin de la confiance

Dans une école dans la forêt amazonienne se trouvaient des animaux de toutes espèces comme le Toucan, Coatis [242] , un Pantanal [243] et plein d’autres encore.

Parmi tout [244] ces animaux il y avait un petit Perroquet qui s’appelait Killua. Il était tout seul car lui et sa famille ont été chassés de leur terre natale et pendant leur fuite ils ont été séparés.

Donc il est allé dans une école totalement inconnue et le nom du village était « grand soleil » [245]
Et les villageois ont eu de la peine et l’on mis [246] dans un orphelinat, puis dans une école.
Killua été très heureux d’avoir un toit sur la tête.

Le premier jour arriva et il avait très hâte d’avoir de nouveau amis [247] mais depuis que Killua arriva il fut [248] très déçu car ses camarades ne voulut [249] point être amis avec lui, au lieu de ça, il chuchotaient à propos de lui :

Le Jaguar chuchota à la Capybara :

- Regarde le petit nouveau il est bizarre.

La Capybara répondit (en chuchotant) :

- Oui et regarde il est tout petit.

Le Jaguar dit (en chuchotant) :

- Oui c’est vrai et regarde à ses couleurs [250] bizarre [251].

La Capybara rigola (fort). [252]

Le petit Perroquet fut très déçu d’entendre ça.

Killua était le seul petit Perroquet
dans le village car habituellement ils vivaient dans les trou [253] des arbres, dans l’école il n’avait personne avec qui parler et ni [254] dans l’orphelinat.
Toutes les personnes le trouvait bizarre [255].

Le Vendredi arriva et c’était le jour de sport,Killua [256] était tout seul comme habitude. [257]

Le professeur de sport qui était un Pantanal [258] les a mis en groupes et tous les camarades de son groupe l’ignorait [259].

Pendant le sport, le Jaguar parla fort au Paresseux pour que tout le
monde puisse l’entendre :

- Regarde le petit Perroquet est aussi faible et long[Que voulez-vous dire ?] que toi.

Alors tout le monde rigola.

Le Paresseux répondit :
- D...a....c..c...o...r..d...

Puis la triste journée se termina et le soir même, il pris la décision de ne pas faire attention aux méchants commentaire [260] des autres, et voulait s’entraîner dure [261] car il voulait faire le [262] sport sa profession, pendant ses entraînements il a eu plein d’amis qui avaient de l’admiration et le meilleur ami de Killua était le paresseux que [263] s’appelle Lou.
Il grandi [264] et le plus grand joueur de basket du monde,
et plus personne ne voulut faire de méchants commentaires [265] sur lui.

Moralité :

Ne te base pas sur les autres, croit [266] en tes capacités et réalise tes rêves.

Tradução***

6. Felipe & Gerson - - - C

La Capybara et le Serpent

Version corrigée de la traduction

La Capybara marchait tranquillement en dégustant son petit fruit dans la forêt, quand soudain un pauvre serpent affamé l’interpela :
- Excusez-moi, Dame Capybara ?
La Capybara la regarda alors de bas en haut :
- Hum ! Qu’est-ce que tu veux ?
- Pourriez-vous me donner un peu de votre fruit s’il vous plaît ? J’ai très faim...
La Capybara répondit en sifflant :
- Pourquoi je donnerais un morceau de mon délicieux fruit à un serpent tout sale comme toi ?! Hors de ma vue, tu pues !
Le serpent siffla presque désespérément :
- Je vous en prie ! Ça fait des j...
En coupant la parole au serpent, la Capybara lui dit alors :
- Non ! Tais-toi, je sais que tu ne vas pas le manger en entier, tu vas le gâcher si je te le donne !
Alors le serpent siffla lentement :
- ... D’accord... Pardonnez-moi...
Il s’en alla alors lentement, la Capybara continua donc sa promenade en mangeant son petit fruit.
Deux mois plus tard, la Capybara était perdue au milieu de la forêt depuis quelques jours.
Après avoir longtemps cherché, essayant de trouver un simple fruit,
Elle trouva un arbre rempli de cajous.
Cependant la pauvre Capybara était trop petite pour les attraper, mais elle avait tellement faim, la pauvre...
Notre serpent, qui se trouvait là par hasard, voyant l’agonie du petit animal au pied de son arbre,
descendit pour lui demander ce qu’il se passait :
- Un problème, Dame Capybara ?
La Capybara voyant ce serpent dont la peau reflétait la lumière du soleil siffla :
- O-oui, j’ai très très faim, mais cet arbre est trop haut pour que je puisse prendre un fruit et le manger.
Le serpent regarda son arbre et siffla :
- Je comprends, si cela est le problème, je peux t’aider. Je vais récupérer un cajou pour toi, attends ici, s’il te plaît.
Il monta en haut de son arbre et sélectionna le meilleur et le plus délicieux fruit, et aussitôt après descendit pour le remettre à la Capybara qui attendait affamée au pied de l’arbre, mais avant de lui remettre le fruit, le serpent lui demanda :
- Tu te souviens de moi ?
Et la Capybara répliqua :
- Hein ? Nous nous sommes déjà croisés ?
Le serpent siffla avec un petit sourire.
- Je suis le serpent à qui vous avez refusé de la nourriture il y a deux mois, cependant je suis convaincu que tous les animaux peuvent être meilleurs et je vous remets le plus grand et délicieux fruit de mon arbre.

Moralité  :

Et ici nous voyons que nous ne devons pas juger ou humilier quelqu’un à cause de son apparence ou de sa classe sociale, car un jour il se peut qu’on ait besoin de son aide. La roue tourne.

A Capivara e a Cobra

A Capivara e a Cobra

Versão corrigida

A Capivara estava andando tranquilamente
Comendo sua frutinha pela floresta
Quando uma pobre cobra com fome a interpela :
- Com licença senhora Capivara ?
A Capivara olha então a cobra de baixo para cima :
- Hum ! O que você quer ?
- Você poderia me dar um pouco de sua frutinha por favor ? Estou com muita fome...
Responde a Capivara assobiando :
- Porque eu daria um pedaço de minha deliciosa fruta para uma cobra toda suja como você ?! Saia logo daqui, está fedendo !
A Cobra sibila quase desesperadamente :
- Por favor ! Faz d...
Cortando a fala da cobra, a Capivara retruca :
- Não ! Cale-se ! Eu sei que você não vai comê-la por inteiro, você irá estragá-la depois de eu dar para você !
A Cobra sibila devagarzinho :
- C...certo... me desculpe.
Ela, então, triste desaparece. A Capivara continua seu passeio comendo sua frutinha.

Dois meses mais tarde, estava a Capivara perdida no meio da floresta havia alguns dias. Depois de procurar muito por uma simples frutinha, ela avista uma árvore cheia de cajus, porém a pobre Capivara era muito pequena para pegá-las, mas ela estava com tanta fome, coitada.
A nossa cobra, que por acaso estava em cima da árvore, percebeu a agonia do animal e então desceu para perguntar à Capivara o que tinha acontecido :
- Algum problema, Dona Capivara ?
A Capivara, não reconhecendo a cobra cuja pele refletia o sol, assobia :
- S...sim, eu estou com muita fome, porém esta árvore é muito alta para que eu possa pegar um caju e comer.
A cobra olha para sua árvore e, sibilando :
- Entendo. Se esse é o problema, eu posso ajudá-la com isso. Vou pegar um caju para você, espere aqui por favor.
Ela sobe ao topo de sua árvore e escolhe o melhor e mais delicioso caju e logo em seguida desce para ententregá-lo à Capivara que aguardava com muita fome lá em baixo. Mas antes de entregar a fruta, a cobra pergunta :
- Você lembra de mim ?
E a Capivara retruca :
- Uh ? E nós já nos vimos antes ?
A Cobra sibila com um pequeno sorriso :
- Eu sou aquela cobra à qual você recusou comida há dois meses atrás, porém eu acredito que todos podem ser animais melhores e te entrego a mais gostosa, a maior fruta da minha árvore.

Moralidade

E aqui nós vemos que não devemos julgar ou humilhar alguém pela sua aparência ou classe social, pois algum dia pode ser que iremos precisar da ajuda dela. O mundo dá voltas.

***

A Capivara estava andando tranquilamente
Comendo sua frutinha pela floresta
Quando uma pobre cobra com fome a interpela :
- Com licença senhora Capivara ?
A Capivara olha então a cobra de baixo para cima :
- Hum ! O que você quer ?
- Você poderia me dar um pouco de sua frutinha por favor ? Estou com muita fome...
Responde a Capivara assobiando :
- Porque eu daria um pedaço de minha deliciosa fruta para uma cobra toda suja como você ?! Saia logo daqui ,está fedendo !
A Cobra sibila quase desesperadamente :
- Por favor ! Faz d...
Cortando a fala da cobra a Capivara retruca :
- Não ! Cale-se ! Eu sei que você não vai comê-la por inteiro, você irá estragá-la depois de eu dar para você !
A Cobra sibila devagarzinho :
- C...certo... me desculpe.
Ela então triste desaparece, a Capivara continua seu passeio comendo sua frutinha.

Dois meses mais tarde, estava a Capivara perdida no meio da floresta há alguns dias. Depois de procurar muito por uma simples frutinha, ela avista uma árvore cheia de cajus, porém a pobre Capivara era muito pequena para pegá-las, mas ela estava com tanta fome, coitada.
A nossa cobra que por acaso estava em cima da árvore, percebeu a agonia do animal e então desceu para perguntar a Capivara o que tinha acontecido :
- Algum problema Dona Capivara ?
A Capivara não reconhecendo a cobra cujo a pele refletia o sol, assobia :
- S...sim, eu estou com muita fome, porém esta árvore é muito alta para que eu possa pegar um caju e comer.
A cobra olha para sua árvore e sibilando :
- Entendo, se esse é o problema eu posso ajudá-la com isso, vou pegar um caju para você, espere aqui por favor.
Ela sobe ao topo de sua árvore e escolhe o melhor e mais delicioso caju e logo em seguida desce para entregá-la à Capivara que aguardava com muita fome lá em baixo, mas antes de entregar a fruta, a cobra pergunta :
- Você lembra de mim ?
E a Capivara retruca :
- Uh ? E nós já nos vimos antes ?
A Cobra sibila com um pequeno sorriso :
- Eu sou aquela cobra à qual você recusou comida há dois meses atrás, porém eu acredito que todos podem ser animais melhores e te entrego a mais gostosa, a maior fruta da minha árvore.

Moralidade

E aqui nós vemos que não devemos julgar ou humilhar alguém pela sua aparência ou classe social, pois algum dia pode ser que iremos precisar da ajuda dela.
O mundo dá voltas.

Français Português
La Capybara et le serpent

La Capybara [267] marchait tranquillement en train de manger [268] son petit fruit dans la forêt, quand soudain un pauvre serpent affamé l’interpelle :
- Excusez-moi, Dame Capybara ?
La Capybara la regarde alors du bas vers le haut [269] :
- Hum ! Qu’est-ce que tu veux ?
- Pourriez-vous me donnez [270] un peu de vôtre [271] fruit s’il vous plaît ? J’ai très faim...
La Capybara répondit en sifflant :
- Pourquoi je donnerais un morceau de mon délicieux fruit à un serpent tout sale comme toi ?! Hors de ma vue, tu pues !
Le serpent siffle presque désespérément :
- Je vous en prie ! Ça fait des j...
En coupant la parole au serpent, la Capybara lui dit alors :
- Non ! Tais-toi, je sais que tu ne vas pas la [272] manger en entier, tu vas la [273] gâcher si je te la[le] donne !
Alors le serpent siffle lentement :
- ... D’accord... Pardonnez-moi...
Il s’en va alors lentement, la Capybara continue donc sa promenade en mangeant son petit fruit.
Deux mois après, la Capybara était perdue au milieu de la forêt depuis quelques jours.
Après avoir longtemps cherché [274] un simple fruit,
Elle trouva un arbre rempli d’anacardiers,
Cependant la pauvre Capybara était trop petite pour les attraper, mais elle avait tellement faim, la pauvre...
Notre serpent, qui se trouvait là par hasard, voyant l’agonie du petit animal au pied de son arbre,
descendit pour lui demander ce qu’il se passait :
- Un problème Dame Capybara ?
La Capybara voyant ce serpent dont la peau reflétait la lumière du soleil siffla :
- O-oui, j’ai très très faim, mais cet arbre est trop haut pour que je puisse prendre un anacardier [275] et le manger.
Le serpent regarda son arbre et siffla :
- Je comprends, si cela est le problème, je peux t’aider. Je vais récupérer un anacardier pour toi, attends ici, s’il te plaît.
Il monte en haut de son arbre et sélectionne le meilleur et le plus délicieux anacardier et juste [276] après descend pour le remettre à la Capybara qui attendait affamée au pied de l’arbre, mais avant de lui remettre le fruit, le serpent lui demanda :
- Tu te souviens de moi ?
Et la Capybara répliqua :
- Hein ? Nous nous sommes déjà croisés ?
Le serpent siffla avec un petit sourire.
- Je suis le serpent à qui vous avez refusé de la nourriture il y a deux mois, cependant je suis convaincu que tous les animaux peuvent être meilleurs et je te remets [277] le plus grand et délicieux fruits de mon arbre.

Moralité :

Et ici nous voyons que nous ne devons pas juger ou humilier quelqu’un à cause de son apparence ou classe sociale, car un jour il se peut qu’on ait besoin de son aide. La roue tourne.

A Capivara e a Cobra

A Capivara estava andando tranquilamente
Comendo sua frutinha pela floresta
Quando uma pobre cobra com fome a interpela :
- Com licença senhora Capivara ?
A Capivara olha então a cobra de baixo para cima :
- Hum ! O que você quer ?
- Você poderia me dar um pouco de sua frutinha por favor ? Estou com muita fome...
Responde a Capivara assobiando :
- Porque eu daria um pedaço de minha deliciosa fruta para uma cobra toda suja como você ?! Saia logo daqui ,está fedendo !
A Cobra sibila quase desperadamente [278] :
- Por favor ! Faz d...
Cortando a fala da cobra a Capivara retruca :
- Não ! Calê-se [279] eu sei que você não vai come-là [280] por inteiro, você irá estraga-là [281] depois de eu dar para você !
A Cobra sibila devagarzinho :
- C...certo..me desculpe.
Ela então triste desaparece, a Capivara continua seu passeio comendo sua frutinha.

Dois meses mais tarde, estava a Capivara perdida no meio da floresta há alguns dias. Depois de procurar muito por uma simples frutinha, ela avista uma árvore cheia de cajus, porém a pobre Capivara era muito pequena para pegá-las, mas ela estava com tanta fome, coitada.
A nossa cobra que por acaso estava em cima da árvore, percebeu a agonia do animal e então desceu para perguntar a Capivara o que tinha acontecido :
- Algum problema Dona Capivara ?
A Capivara não reconhecendo a cobra cujo a pele refletia o sol, assobia :
- S...sim, eu estou com muita fome, porém esta árvore é muito alta para que eu possa pegar um caju e comer.
A cobra olha para sua árvore e sibilando :
- Entendo, se esse é o problema eu posso ajudá-la com isso, vou pegar um caju para você, espere aqui por favor.
Ela sobe ao topo de sua árvore e escolhe o melhor e mais delicioso caju e logo em seguida desce para ententregá-la à Capivara que aguardava com muita fome lá em baixo, mas antes de entregar a fruta a cobra pergunta :
- Você lembra de mim ?
E a Capivara retruca :
- Uh ? E nós já nos vimos antes ?
A Cobra sibila com um pequeno sorriso :
- Eu sou aquela cobra à qual você recusou comida há dois meses atrás, porém eu acredito que todos podem ser animais melhores e te entrego a mais gostosa, a maior fruta da minha árvore.

Moralidade  :

E aqui nós vemos que não devemos julgar ou humilhar alguém pela sua aparência ou classe social, pois algum dia pode ser que iremos precisar da ajuda dela. O mundo dá voltas.

********

Discriminação : classe social

Fábula n°1

 [282] - [283]

A capivara era a policial que cuidava da área do sul da floresta amazônica e muitos roubos ocorriam na casa dos animais do setor. Ninguém sabia quem era nem quem poderia ser, a nossa policial capivara recebia todo ano registro de roubos, em média 5 ou 6 por ano, então resolveu olhar os registros e percebeu que o único clã que nunca reclamou foi o clã das cobras, o que só fez levantar as suspeitas sobre elas. A capivara possuía uma parceira que pertencia ao clã em questão, o clã das cobras, mais sua parceira estava sempre ao seu lado então era impossível de ela ser culpada de alguma coisa como um roubo ou algo assim.

Então, na esperança de encontrar provas elas começaram a investigar o clã das cobras com a autorização do chefe do clã é claro, mais sem sucesso elas retornam ao escritório para pensar sobre o caso.

Ajeitando sua farda a capivara pergunta a sua parceira :(dentro do escritório de polícia ambas sentadas tomando café)

A capivara : Quem você acha que é o culpado por trás desses roubos todos os anos ?

A cobra : (colocando sua xicara [284] de café na mesa)

A cobra : Eu tenho minhas suspeitas...porem tenho pensado em um tipo de animal em especial.

A capivara : é mesmo ? E qual seria o método usado por esse animal ? Pois segundo nossas fontes esses roubos acontecem 5 a 6 vezes todos os anos e cada vez o animal usa uma aparência diferente.

A cobra : 5 a 6 vezes no ano ? Hum... isso me lembra que nos cobras podemos mudar nossas peles 5 a 6 vezes no ano também... será que... ?

A capivara : entendo, então o culpado é do clã da cobra não é ? Aposto que é aquele chefe deles, ele provavelmente está mandando seus capangas para roubar as coisas dos outros.

A cobra : de fato o chefe deles é suspeito, mas não temos provas então não podemos afirmar nada por enquanto. O clã das cobras é o único que ainda possui grandes riquezas então ele provavelmente será o próximo alvo do novo suspeito e esse é será seu 5 ataque esse ano talvez seja nossa última chance de captura-lo.

A capivara : o ultimo roubo do ano, tem uma grande possibilidade dele ocorrer hoje à noite, precisamos nos apressar se queremos resolver esse caso.

A capivara e sua subordinada se dirigiram até a vila das cobras, chegando lá elas montam uma operação para capturar o suspeito. As duas jovens policiais se dirigem ao cofre de riquezas da vila das cobras afim de saber se o tesouro ainda estava no seu devido lugar.

A capivara abre o cofre e depois de olhar o conteúdo fala para sua parceira : « tudo certo por enquanto » e a mesma fecha o cofre.

Ao finalizar sua frase, as duas ouvem um barulho ensurdecedor parecido com uma explosão vindo de trás do cofre, a capivara corre parar o local para saber o que é, do outro lado, sua parceira cobra permanece imóvel afirmando para a capivara que ia « vigiar a parte da frente do cofre no caso do inimigo tentar um ataque frontal ».

Ao chegar na parte de trás a capivara vê que ali avia explodido uma bomba, o cofre não havia sido danificado, porem o povo da vila começou a entrar em pânico assim criando um tumulto por toda a vila no mesmo instante a capivara entendeu o plano do ladrão e saiu correndo para frente do cofre porem ao chegar ao local já era tarde tudo o que ela encontrou foram os guardas do cofre desmaiados e a porta do mesmo aberta e toda a riqueza já não estava mais no seu devido lugar então, já sem saber o que fazer, a capivara acorda um dos guardas e pergunta pra ele com o que o suspeito se parecia o guarda descreve o sujeito com pele verde e olhos marrons. A capivara por reflexo se forçou dentro da multidão em pânico e começou a procurar o culpado e no meio da multidão avistou duas cobras que batiam com a descrição, uma fugiu e a outra que ainda era apenas uma adolescente foi pega, a capivara sem tempo para pensar apenas prendeu a culpada e a colocou amarrada na arvore para que ela não fugisse enquanto ela dava um jeito naquela multidão.

Já era meia-noite na hora que ela finamente conseguiu acalmar todos ela estava acabada, logo em seguida sem perguntar nada ou até mesmo olhar para a culpada ela a pegou e jogou ela em uma cela e foi para sua casa dormir. Ao chegar no seu escritório de manhã ela encontrou o chefe da vila das cobras com um olhar de alguém que corria um risco de vida, um medo puro e profundo, ele estava tremulo [285] e mal conseguia, falar ela deu um copo de agua [286] para ele, fez ele se acalmar e logo depois pediu para ele explicar o que aconteceu :

O chefe da vila : eles...eles querem me matar, não... ELES VÃO ME MATAR....

A capivara : se acalme, você está seguro aqui agora comece a história desde o começo e me conte tudo

O chefe da vila : ontem, logo depois de sua partida, a informação da prisão dessa jovem que você afirma ser a culpa circulou por toda a vila e todos se revoltaram contra mim e começaram a destruir tudo colocando a culpa da prisão da menina sobre mim eles disseram que : « você trouxe aquela policial aqui para ela prender uma inocente e limpar seu nome, NOS SABEMOS QUE FOI VOCE QUE ROUBOU TODA O TESOURO DA VILA ». Então eu tive que fugir da vila e vir até aqui para lhe contar a situação.

A capivara agoniada correu até a cela do escritório e olhou para dentro dela e tudo o que ela viu foi uma adolescente incapaz de fazer mal a outro animal, instantaneamente três questões surgiram na mente da capivara « o que foi que eu fiz ? Oque [287] eu me tornei ? E...cade a ... ?« nesse exato momento tudo se encaixou na sua cabeça e uma voz de sarcasmo atrás dela disse » você demorou demais capitã" ela virou para trás por reflexo e lá estava, olhos marrons e pele verde, a segunda suspeita e o pior, a sua subordinada.

No dia mesmo a inocente foi identificada e liberada, ela era filha de uma família humilde que morava na periferia da vila das cobras, após o ocorrido o governo indenizou a família e recuperou todas as riquezas roubadas, porem apenas três pessoas sabem o que aconteceu naquele dia com a capivara policial e a cobra culpada por todos os incidentes, duas estão desaparecidas e o outro animal que sabe vive governando a vila das cobras guardando esse segredo...algumas [288] pessoas dizem que até hoje a policial capivara está atrás da cobra para prende-la e a cobra está fugindo dela, porém não podemos confirmar, pois quem sabe ne ? Eu posso ter achado essa história em um baú no meio da floresta amazônica não é mesmo ?

Moralidade : aparencias [289] enganam [290] [291]

Eu agradeço pela sua leitura e espero que tenha gostado

7. Bryana & Yasmin - - - - P

A preguiça e a onça

A Preguiça e a Onça

Version corrigée

Em época de festa juninha, na Amazonia, todo o mundo fica animado à procura de um par perfeito.
Só que todos os anos a pobre Preguiça não encontra seu par por conta de sua aparência.
Ela sempre ficava sozinha em seu canto.
Já a Onça, a sua melhor amiga, tem tanta popularidade que nem consegue escolher qual dos pretendentes irá com ela à famosa festa juninha.
O problema é que a querida Onça gostava de sua melhor amiga em segredo. Ela queria contar a ela o que sentia realmente por ela mas, com medo de sua reação e do que os outros iriam falar, preferiu guardar esse segredo.
O grande dia da festa juninha chegou.
A Onça acompanhada de seu pretendente encontra a Preguiça no seu canto.
A Onça, ao ver sua amiga sozinha, vai até ela e pergunta-lhe como ela está.
A Preguiça responde :
- « Eu estou bem, só vim pegar um ar aqui fora. »
Um grupo de serpentes sibilam :
- « Olha là a feiosa, preguiçosa, ninguém nunca vai gostar de você ! »
A Preguiça disfarça um sorriso como sempre faz e corre ao banheiro chorando.
A Onça percebe seu mal estar e segue ela até o banheiro.
- « Eu sei que você não está bem, você não me engana... Não escute essas malditas serpentes, saiba que você é especial para mim, não ligue para esses otários ! Você é unica e é o que faz meu amor tão grande por si ! »
A Preguiça, enxugando suas lágrimas a abraça e diz :
- « Obrigada por não ser igual a eles, eu também te amo muito... »
A Onça responde :
- « Mas o meu amor não é igual ao seu amor por mim. »
A Preguiça, intrigada, responde :
- « Como assim ? Eu também acho que sinto algo diferente por você. »
- « Eu não ligo para o que os outros vão pensar mas faz tempo que eu queria falar que eu te amo e quero só você. Vamos sair e falar pra todos que a gente se ama. »
A Onça puxa a preguiça e corre contar para todo o mundo. A festa pára e a Onça pega o microfone e fala na frente de todos, segurando a mão da Preguiça.
- « Desculpem interomper a festa mas nós temos algo a confessar, eu e esta garota que vocês tanto desprezam, estamos namorando. »
O pretendente da Onça fica indignado, sobe e pega o microfone :
- « Vocês vão aceitar isso, gente ? Duas garotas não podem namorar ! »
A Preguiça toma coragem e arranca o microfone das mãos do mesmo :
- « Coitado do otário ! Pois pode sim, gente ! E mais uma coisa : Não importa minha cor, ou se eu sou feia ou não, eu me amo e vocês não podem me imperdir de me amar. Cada um de nós é unico !

Todos da festa aplaudem.
A Onça e a Preguiça, felizes, descem para dançar.

Moralidade

Nunca ter medo de arriscar por conta do que os outros vão falar e sempre ter confiança em si e amar a si mesmo. Afinal, amor próprio é tudo.

***

Em época de festa juninha na Amazonia, todo o mundo fica animado à procura de um par perfeito.
Só que todos os anos a pobre preguiça [292] não encontra seu par por conta de sua aparência.
Ela sempre ficava sozinha em seu canto.
Já a Onça, a sua melhor amiga, tem tanta popularidade que nem consegue escolher qual dos pretendentes irá com ela à famosa festa juninha.
O problema é que a querida Onça gostava de sua melhor amiga em segredo, ela queria contar a ela o que sente realmente por ela mas com medo de sua reação e do que os outros iriam falar, preferiu guardar esse segredo.
O grande dia da festa juninha chegou.
A onça accompanhada de seu pretendente encontra a preguiça no seu canto.
A onça, ao ver sua amiga sozinha, vai até ela e pergunta-lhe como ela está.
A preguiça responde :
- Eu estou bem, só vim pegar um ar aqui fora.
Um grupo de serpentes sibilam :
- Olha lá a feiosa, preguiçosa, ninguém nunca vai gostar de você !
A preguiça disfarça um sorriso como sempre faz e corre ao banheiro chorando.
A onça percebe seu mal estar e segue ela até o banheiro.
- Eu sei que você não estã bem, você não me engana... Não escuta essas malditas serpentes, saiba que você é especial para mim, não ligue para esses otários ! Você é unica e é o que faz meu amor tão grande por si
A preguiça, enchugando suas lágrimas a abraça e diz :
- Obrigada por não ser igual a eles, eu também te amo muito...
A onça responde :
- Mas o meu amor não é igual ao seu amor por mim.
A preguiça intrigada responde :
- Como assim ? Eu também acho que sinto algo diferente por você.
- Eu não ligo para o que os outros vão pensar mas faz tempo que eu queria falar que eu te amo e quero só você. Vamos sair e falar pra todos que a gente se ama.
A onça puxa a preguiça e corre contar para todo o mundo, a festa para e a Onça pega o microfone e falar na frente de todos segurando a mão da preguiça.
- Desculpa interomper a festa mas nós temos algo a confessar, eu e estar garota que voçês tanto desprezam, estamos namorando.
O pretendente da onça fica indignado, sobe e pega o microfone :
- Vocês vão aceitar isso, gente ? duas garotas não podem namorar !
A preguiça toma coragem e arranca o microfone das mãos do mesmo :
- Coitado do otário ! Pois pode sim, gente ! E mais uma coisa : Não importaminha cor, ou se eu sou feia ou não, eu me amo e voçês não podem me imperdir de me amar. Cada um de nós é unico ! Todos da festa aplaudem.
A onça e a preguiça, felizes descem para dançar.

Moralidade  :

Nunca ter medo de arriscar por conta do que os outros vão falar e sempre ter confiança em si e amar a si mesmo, afinal amor próprio é tudo.

YᗩՏᗰIᑎ ᗴT ᗷᖇYᗩᑎᗩ

***

Dame Aï et Dame jaguar

Pendant la saison des fêtes de juin, en Amazonie, tout le monde s’enthousiasme à la recherche d’un couple parfait. Ce n’est que chaque année que la pauvre dame Aï ne trouve pas son compagnon à cause de son apparence. Elle était toujours seule dans son coin.
D’autre part, dame Jaguar, sa meilleure amie, est tellement populaire qu’elle ne peut même pas choisir lequel de ses prétendants l’accompagnera à la célèbre fête de juin.
Le problème est que cette chère dame jaguar aimait sa meilleure amie en secret, elle voulait lui dire ce qu’elle ressentait vraiment pour elle mais, par peur de sa réaction et de ce que les autres diraient, elle a préféré garder ce secret.
Le grand jour de la fête de juin est arrivé. Dame jaguar accompagné de son prétendant trouve la dame Aï dans son coin. Dame jaguar, voyant son amie seule, va vers elle et lui demande comment elle va.
Dame Aï lui répond :
- Je vais bien, je suis juste venu prendre l’air ici.
Un groupe de serpents siffle :
- Regardez cette Aï ,elle est tellement laide que personne ne l’aimera jamais !
Dame Aï déguise un sourire comme toujours et court vers la salle de bain en pleurant.
Dame jaguar perçoit son malaise et la suit jusqu’à la salle de bain.
- Je sais que tu n’es pas bien, tu ne me trompes pas... n’écoute pas ces foutus serpents, sache que tu est spécial pour moi, n’écoute pas ces pigeons ! Tu es unique et c’est ce qui rend mon amour si grand pour toi.
Dame Aï, essuyant ses larmes, l’embrasse et lui dit :
- Merci de ne pas être comme eux, je t’aime beaucoup aussi... Dame jaguar répondit :
- Mais mon amour n’est pas égal à ton amour pour moi.
Dame Aï, intriguée lui répond :
- Que veux-tu dire ? Je pense aussi que je ressens quelque chose de différent pour toi. Je me fiche de ce que pensent les autres, mais cela fait un moment que je voulais te dire que je t’aime et que je ne veux que toi. Sortons et disons à tout le monde que nous nous aimons.
Dame jaguar tire la Dame Aï et court pour le dire au monde entier, la fête s’arrête, Dame jaguar prend le micro et parle devant tout le monde en tenant la main de Dame Aï :
- Désolé d’interrompre la fête mais nous avons quelque chose à vous confessez, moi et cette dame que vous méprises tant, on sort ensemble." »
Le prétendant de dame jaguar s’indigne, se lève et prend le micro :
- Acceptez-vous cela, les gens ? Deux dames ne peuvent pas sortir ensemble !
Dame Aï prend du courage et lui arrache le micro des mains :
- Pauvre type ! Et encore une chose : peu importe que je sois moche ou pas, je m’aime et vous ne pouvez pas m’empêcher de m’aimer. Chacun de nous est unique !
Tous les participants à la fête applaudissent. Dame jaguar et Dame Aï, heureuse, descendent pour danser.

Moralité  :

Ne jamais avoir peur de prendre des risques à cause de ce que les autres diront et toujours avoir confiance en soi et s’aimer soi-même, après tout l’amour de soi est tout.

YᗩՏᗰIᑎ ᗴT ᗷᖇYᗩᑎᗩ

Dame Aï et Dame jaguar

Version corrigée

Pendant la saison des fêtes de juin, en Amazonie, tout le monde s’enthousiasme à la recherche d’un couple parfait. Si ce n’est que chaque année que la pauvre dame Aï ne trouve pas son compagnon à cause de son apparence. Elle était toujours seule dans son coin.
D’autre part, dame Jaguar, sa meilleure amie, est tellement populaire qu’elle ne peut même pas choisir lequel de ses prétendants l’accompagnera à la célèbre fête de juin.
Le problème est que cette chère dame jaguar aimait sa meilleure amie en secret, elle voulait lui dire ce qu’elle ressentait vraiment pour elle mais, par peur de sa réaction et de ce que les autres diraient, elle a préféré garder ce secret.
Le grand jour de la fête de juin est arrivé. Dame jaguar accompagné de son prétendant trouve la dame Aï dans son coin. Dame jaguar, voyant son amie seule, va vers elle et lui demande comment elle va.
Dame Aï lui répond :
- Je vais bien, je suis juste venu prendre l’air ici.
Un groupe de serpents sifflent :
- Regardez cette Aï ,elle est tellement laide que personne ne l’aimera jamais !
Dame Aï déguise un sourire comme toujours et court vers la salle de bain en pleurant.
Dame jaguar perçoit son malaise et la suit jusqu’à la salle de bain.
- Je sais que tu n’es pas bien, tu ne me trompes pas... n’écoute pas ces foutus serpents, sache que tu est spécial pour moi, n’écoute pas ces pigeons ! Tu es unique et c’est ce qui rend mon amour si grand pour toi.
Dame Aï, essuyant ses larmes, l’embrasse et lui dit :
- Merci de ne pas être comme eux, je t’aime beaucoup aussi...
Dame jaguar répondit :
- Mais mon amour n’est pas égal à ton amour pour moi.
Dame Aï, intriguée lui répond :
- Que veux-tu dire ? Je pense aussi que je ressens quelque chose de différent pour toi. Je me fiche de ce que pensent les autres, mais cela fait un moment que je voulais te dire que je t’aime et que je ne veux que toi. Sortons et disons à tout le monde que nous nous aimons.
Dame jaguar tire la Dame Aï et court pour le dire au monde entier, la fête s’arrête, Dame jaguar prend le micro et parle devant tout le monde en tenant la main de Dame Aï :
- Désolée d’interrompre la fête mais nous avons quelque chose à vous confessez, moi et cette dame que vous méprises tant, on sort ensemble.
Le prétendant de dame jaguar s’indigne, se lève et prend le micro :
- Acceptez-vous cela, les gens ? Deux dames ne peuvent pas sortir ensemble !
Dame Aï prend du courage et lui arrache le micro des mains :
- Pauvre type ! Et encore une chose : peu importe que je sois moche ou pas, je m’aime et vous ne pouvez pas m’empêcher de m’aimer. Chacun de nous est unique !
Tous les participants à la fête applaudissent. Dame jaguar et Dame Aï, heureuses, descendent pour danser.

Moralité

Ne jamais avoir peur de prendre des risques à cause de ce que les autres diront et toujours avoir confiance en soi et s’aimer soi-même, après tout l’amour de soi est tout.

8. Nycolas & Daniel & Mel - - - H

O debate entre Little Hamster e o rato


O debate entre Little Hamster e o rato

Un jour, Little, le Hamster, alla se promener avec ses maîtres. Cette fois-là, ils étaient allés manger dans un snack-bar, juste devant un paysage pas très agréable ; sans parler des ordures et de l’odeur qui lui faisaient détester cet endroit, c’étaient surtout ces sales rats, qui rendaient sa promenade détestable.
L’animal présomptueux dit alors :
- Je suis impatient de partir d’ici ; la présence de ces sales et médiocres rats commence vraiment à me déranger. Ils ne seront jamais rien comparés à nous autres, Hamsters !
De l’autre côté de la rue, un rat les avait aperçus. Celui-ci dit à un comparse :
- Eh, Mec, regarde les bourgeois en face ; je vais m’approcher d’eux pour voir si j’arrive à leur piquer quelque chose à manger !

Lorsque le Hamster vit s’approcher le Rat, il lui cria :
- Quelle audace ! En plus d’être malpropre, tu oses encore venir par ici ?!
Maintenant dis-moi, que veux-tu ?
- Je vous ai vus, ton bourgeois de maître et toi, de l’autre côté de la rue et je me suis dit : « Puisque nous sommes de la même famille de rongeurs, ce hamster nous filera bien quelque chose... ».
- Ah ! Ces rats... si naïfs ! répondit Little ironiquement, tu penses que moi, Hamster, le plus aimé des animaux, je te donnerais à manger, Rat, toi qui n’as même pas de nom ! Regarde-toi, avant de m’adresser la parole.
Indigné, le Rat lui répond :
- Tu te prends pour qui ?!
Tu n’es qu’un petit bourgeois qui connais à peine la vie et tu veux m’humilier ?!
Qu’est-ce qui te rend meilleur que moi ?
Little, fier de lui, répondit au Rat :
- Bien des choses que tu n’as jamais rêvé avoir ou être !
- Comme quoi, par exemple ? interrogea le rat.
- Comme le bain, l’eau potable, la nourriture tous les jours, l’affection , les câlins et bien sûr , les gens qui m’aiment et qui ne sont pas dégoûtés par moi, dit Little en se vantant.
Très irrité le Rat, lui répond
- J’ai des choses à faire, je ne vais pas perdre mon temps , avec quelqu’un qui peut à peine vivre sans l’aide d’un humain. Quand vous aurez accompli quelque chose par vous même sans l’avoir facilement, parlez-moi.
Le Rat retourne à sa vie, tandis que le Hamster se reflète dans la sienne.

Moralité

Le rat sage et humble malgré le fait qu’il c’est fait humilier par Little le hamster, répondit avec sagesse à toutes ces offense et profita pour nous transmettre un message : que la vie ne se résume pas au luxe et à la richesse, car au final, tout est vanité.

PortuguêsFrançais
Little Hamster e o ratoLittle Hamster et le Rat
Certa vez, estava eu indo em um passeio com os meus donos.
Desta vez fomos a uma lanchonete da qual havia logo à frente
uma paisagem não muito agradável ; fora o lixo e cheiro [293] que me faziam detestar aquele lugar, assim como ratos imundos que faziam aquele passeio piorar.
- Ah, não vejo a hora de parti [294] ; a presença desses imundos e medíocres ratos estão realmente a me incomodar.
Nunca se compararão a nós, Hamster !
- Mano, se liga nos burgueses que tão ali no outro lado ; vou colar lá e ver o que arrumo.

O debate infinito entre Little o Hamster e o rato. [295]

- Que audácia ! (Diz Little, o Hamster) [296] além de imundo, ainda se atreve a vim [297].
Ora diga-me, o que queres ? (questiona Little ao rato e ele o responde)
- Vi o burguês do outro lado da rua e pensei : « como somos da mesma família de roedores, vou colar lá e vê [298] se arrumo alguma coisa ».
- Ratos... Tão ingênuos, responde Little, debochadamente), você acha que eu, Hamster, o bichinho mais amado e mais querido, daria de comer a você, rato, que nem nome tem ! Enxergue-se, antes de dirigir-me a palavra.
Indignado, responde o rato :
- Quem pensas que tu é [299] ?!
Não passa de um burguesinho, mal conhece a vida e tá querendo me humilhar. Ora diga, o que te faz melhor do que eu ?
Com muito orgulho de si, responde ao rato :
- Ora, muitas coisas que você nunca sonhou em ter, em ser.
- Como o quê ?
- Como banhinho, água potável, comida todo dia, carinho, afeto, e claro, pessoas que me amam e que não sentem nojo.
Indignando-se muito o rato, responde :
- Tenho o que fazer, não vou perder meu tempo ; com quem mal consegue viver sem a ajuda [de] um humano. Quando você tiver conquistado as coisas ao invés de ter ganho, fale comigo.
E o rato volta a [300] sua vida, quanto [301] ao Hamster refleti [302] na sua.

Moralidade :

Os Ratos que nesta história representa [303] a classe social inferior as [304] outras, 
o rato também representa a sabedoria e humildade.
Pois mesmo após ter sido humilhado por Little,
O Hamster, ele soube responder de maneira sábia [a] todas as ofensas, e no final ainda mais, nos passou uma mensagem.
Que nem tudo na vida se resume em luxo e riqueza,
pois no final tudo é vaidade.

Une fois, j’étais en train d’y aller [305] dans une promenade avec mes propriétaires. Cette fois nous sommes allés dans un snack-bar dont il y avait juste devant [306] un paysage pas très agréable ; je n’en parle même pas [307] des ordures et l’odeur qui me faisait détester cet endroit ainsi que les sales rats qui rendait [308] cette promenade encore pire.
- Je suis impatient de partir d’ici ; la présence de ces sales et médiocres rats sont vraiment en train de me déranger. Ne seront jamais comparés à nous, Hamster !
- Mec, regard [309] les bourgeois de l’autre côté ; j’y vais me rapprocher là-bas [310] pour voir si je trouve quelque chose.

Le débat infini entre Little le Hamster et les rats.

- Quelle audace ! dit Little, le Hamster, en plus de sale ose encore à venir.
Maintenant dites-moi, que voulez vous ? (Interroge Little le Rat et il le répondra)
- J’ai vu le bourgeois de l’autre côté de la rue et je me suis dit : puisque nous sommes de la même famille de rongeurs , j’y vais me rapprocher là-bas et voir si je trouve quelque chose« .
- Rats... si naïf (répond Little avec débouche [311]), tu penses que moi , Hamster, le plus aimé des animaux , je te donnerais à manger , Rat, qui n’a [312] même pas de nom ! Regarde-toi, avant de m’adresser la parole.
Indigné, répond le Rat [313] :
- Tu te prends pour qui ?! Tu n’es qu’un petit bourgeois qui connaît à peine la vie et qui veut m’humilier. Qu’est-ce qui te rend meilleur que moi ? ( Fier de soi, répond-t-il au Rat)
- Beaucoup de choses que tu n’as jamais rêvé d’avoir, d’être.
- Comme quoi ?
- Comme le bain, l’eau potable, la nourriture tout [314] les jours, l’affection, câlin [315] et bien sûr, les gens qui m’aiment et qui sont pas dégoûtés [316].
Trés [317] irrité le Rat, répond :
- J’ai des choses à faire, je ne vais pas perdre mon temps, avec qui peut à peine vivre sans l’aide d’un humain. Quand vous avez conquis les choses au lieu de gagner, parler moi [318].
Et le Rat retourne sa vie [319], tandis que le Hamster se reflète [320] dans la sienne.

Moralité  :

Les Rats qui dans cette histoire représente [321] la classe sociale inférieur [322] aux autres, le Rat représente également la la sagesse et humilité. Car même après avoir être humilié par Little le Hamster, il a su répondre avec sagesse à tout les offenses, et la fin encore plus, il nous a transmis un message. Que tout dans la vie ne se résume pas au luxe et à la richesse, car au final, tout est vanité .

***

Correction de la traduction

Little Hamster et le Rat

Un jour, Little, le Hamster, alla se promener avec ses maîtres. Cette fois-là, ils étaient allés manger dans un snack-bar, juste devant un paysage pas très agréable ; sans parler des ordures et de l’odeur qui lui faisaient détester cet endroit, c’étaient surtout ces sales rats, qui rendaient sa promenade détestable.
L’animal présomptueux dit alors :
- Je suis impatient de partir d’ici ; la présence de ces sales et médiocres rats commence vraiment à me déranger. Ils ne seront jamais rien comparés à nous autres, Hamsters !
De l’autre côté de la rue, un rat les avait aperçus. Celui-ci dit à un comparse :
- Eh, Mec, regarde les bourgeois en face ; je vais m’approcher d’eux pour voir si j’arrive à leur piquer quelque chose à manger !

Lorsque le Hamster vit s’approcher le Rat, il lui cria :
- Quelle audace ! En plus d’être malpropre, tu oses encore venir par ici ?!
Maintenant dis-moi, que veux-tu ?
- Je vous ai vus, ton bourgeois de maître et toi, de l’autre côté de la rue et je me suis dit : « Puisque nous sommes de la même famille de rongeurs, ce hamster nous filera bien quelque chose... ».
- Ah ! Ces rats... si naïfs ! répondit Little ironiquement, tu penses que moi, Hamster, le plus aimé des animaux, je te donnerais à manger, Rat, toi qui n’as même pas de nom ! Regarde-toi, avant de m’adresser la parole.
Indigné, le Rat lui répond :
- Tu te prends pour qui ?!
Tu n’es qu’un petit bourgeois qui connais à peine la vie et tu veux m’humilier ?!
Qu’est-ce qui te rend meilleur que moi ?
Little, fier de lui , répondit au Rat :
- Bien des choses que tu n’as jamais rêvé avoir ou être !
- Comme quoi, par exemple ? interrogea le rat.
- Comme le bain, l’eau potable, la nourriture tout les jours, l’affection , les câlins et bien sûr , les gens qui m’aiment et qui ne sont pas dégoûtés par moi , dit Little en se ventant.
Très irrité le Rat, lui répond
- J’ai des choses à faire, je ne vais pas perdre mon temps , avec quelqu’un qui peut à peine vivre sans l’aide d’un humain . Quand vous aurez accompli quelque chose par vous même sans l’avoir facilement , parlez moi .
Le Rat retourne à sa vie, tandis que le Hamster se reflète dans la sienne.

Moralité

Le rat sage et humble malgré le fait qu’il c’est fait humilier par Little le hamster, répondit avec sagesse à toutes ces offense et profita pour nous transmettre un message : que la vie ne se résume pas au luxe et à la richesse, car au final, tout est vanité.

Correção da fábula

Little Hamster e o Rato

Certa vez, estava eu indo em um passeio com os meus donos.
Desta vez fomos a uma lanchonete da qual havia logo à frente
uma paisagem não muito agradável ; fora o lixo e cheiro que me faziam detestar aquele lugar, assim como ratos imundos que faziam aquele passeio piorar.
- Ah, não vejo a hora de partir ; a presença desses imundos e medíocres ratos estão realmente a me incomodar.
Nunca se compararão a nós, Hamster !
- Mano, se liga nos burgueses que tão ali no outro lado ; vou colar lá e ver o que arrumo.
O debate infinito entre Little o Hamster e o rato.

- Que audácia ! (Diz Little, o Hamster) além de imundo, ainda se atreve a vir.
Ora diga-me, o que queres ? (questiona Little ao rato e ele lhe responde)
- Vi o burguês do outro lado da rua e pensei : « como somos da mesma família de roedores, vou colar lá e vê se arrumo alguma coisa ».
- Ratos... Tão ingênuos, responde Little, debochadamente), você acha que eu, Hamster, o bichinho mais amado e mais querido, daria de comer a você, rato, que nem nome tem ! Enxergue-se, antes de dirigir-me a palavra.
Indignado, responde o rato :
- Quem pensas que tu és ?!
Não passa de um burguesinho, mal conhece a vida e tá querendo me humilhar. Ora diga, o que te faz melhor do que eu ?
Com muito orgulho de si, responde ao rato :
- Ora, muitas coisas que você nunca sonhou em ter, em ser.
- Como o quê ?
- Como banhinho, água potável, comida todo dia, carinho, afeto, e claro, pessoas que me amam e que não sentem nojo.
Indignando-se muito o rato, responde :
- Tenho o que fazer, não vou perder meu tempo ; com quem mal consegue viver sem a ajuda de um humano. Quando você tiver conquistado as coisas ao invés de ter ganho, fale comigo.
E o rato volta à sua vida, quanto ao Hamster reflete na sua.

Moralidade  :

Os Ratos que nesta história representa a classe social inferior às outras,
o rato também representa a sabedoria e humildade.
Pois mesmo após ter sido humilhado por Little,
O Hamster, ele soube responder de maneira sábia a todas as ofensas, e no final ainda mais, nos passou uma mensagem.
Que nem tudo na vida se resume em luxo e riqueza,
pois no final tudo é vaidade.

9. Ronivaldo & Mikelange - - - - P - C

O Pequeno Papagaio e o caminho da confiança

***

Traduction

Dans une école dans la forêt amazonienne se trouvaient des animaux de toute espèce comme le Toucan, coatis, etc

Parmi tout [323] ces animaux, il y avaient [324] un petit Perroquet qui s’appelle [325] Killua. Il était tout seul car lui et sa famille en été [326]chassées [327] de leurs [328] terre natale et pendant cette chasse ils ont été séparer [329].
Maintenant il est dans une école totalement inconnue car les personne [330] dans ce village qui se nomme grand soleil, les villageois ont eu pitiés [331] de lui et l’on mis [332] dans un orphelinat puis dans une école.
Killua été très heureux d’être si bien accueilli. Le premier jour arriva et il avait très hâte mais depuis que Killua arriva, il fut très déçu car ses camarade [333] ne voulut [334] point être amis avec lui et ni lui parlée [335]. Au lieu de ça, il chuchotais [336] sur lui :
Le Jaguar chuchota a la Capybara :
- Regarde le petit nouveau il est bizarre et il est faible
La Capybara répondit
- Oui et regarde il est tout petit !
Le Jaguar dit :
- Oui et regarde, il est de couleur bizarre !
La Capybara rigola.

Le petit Perroquet fut très déçu d’entendre se qu’ils avait [337] dit sur lui.
Killua été [338] le seul petit Perroquet dans le village car habituellement ils vivent dans un nid qui lui est dans un arbre. Dans l’école, il n’avait personne avec qui parlée [339] et ni dans orphelinat .
Toute les personne [340] le trouvais [341] bizarre.
Le Vendredi arriva. C’était le jours [342] de sport et Killua était tout seul comme a son habitude.
Le professeur de sport qui était un Pantanal les a mis en groupes et toutes les personnes de son groupe l’ignorais [343] et la journée se termina ainsi et pendant ses entraînements, il eut plein d’amis.
Le soir même, il pris [344] une décision : ne pas faire attention aux méchant commentaire [345] des autres et de s’entraîner dur, car il voulait faire du sport sa profession.
Il grandi [346] et devenue [347] le plus grand joueur de basket du monde et plus personne ne voulut faire de méchant commentaire sur lui.

Moralité :

Ne te base pas sur les autres, croix [348] en tes capacités et réalisent [349] tes rêves.

10. Gerson & Felipe C - - -

Fábula n°2

La Capybara et le serpent

 [350]

***
Versão corrigida

A Capivara estava andando tranquilamente
Comendo sua frutinha pela floresta
Quando uma pobre cobra com fome a interpela :
- Com licença senhora Capivara ?
A Capivara olha então a cobra de baixo para cima :
- Hum ! O que você quer ?
- Você poderia me dar um pouco de sua frutinha por favor ? Estou com muita fome...
Responde a Capivara assobiando :
- Porque eu daria um pedaço de minha deliciosa fruta para uma cobra toda suja como você ?! Saia logo daqui, está fedendo !
A Cobra sibila quase desesperadamente :
- Por favor ! Faz d...
Cortando a fala da cobra, a Capivara retruca :
- Não ! Cale-se ! Eu sei que você não vai comê-la por inteiro, você irá estragá-la depois de eu dar para você !
A Cobra sibila devagarzinho :
- C...certo... me desculpe.
Ela, então, triste desaparece. A Capivara continua seu passeio comendo sua frutinha.

Dois meses mais tarde, estava a Capivara perdida no meio da floresta havia alguns dias. Depois de procurar muito por uma simples frutinha, ela avista uma árvore cheia de cajus, porém a pobre Capivara era muito pequena para pegá-las, mas ela estava com tanta fome, coitada.
A nossa cobra, que por acaso estava em cima da árvore, percebeu a agonia do animal e então desceu para perguntar à Capivara o que tinha acontecido :
- Algum problema, Dona Capivara ?
A Capivara, não reconhecendo a cobra cuja pele refletia o sol, assobia :
- S...sim, eu estou com muita fome, porém esta árvore é muito alta para que eu possa pegar um caju e comer.
A cobra olha para sua árvore e, sibilando :
- Entendo. Se esse é o problema, eu posso ajudá-la com isso. Vou pegar um caju para você, espere aqui por favor.
Ela sobe ao topo de sua árvore e escolhe o melhor e mais delicioso caju e logo em seguida desce para ententregá-lo à Capivara que aguardava com muita fome lá em baixo. Mas antes de entregar a fruta, a cobra pergunta :
- Você lembra de mim ?
E a Capivara retruca :
- Uh ? E nós já nos vimos antes ?
A Cobra sibila com um pequeno sorriso :
- Eu sou aquela cobra à qual você recusou comida há dois meses atrás, porém eu acredito que todos podem ser animais melhores e te entrego a mais gostosa, a maior fruta da minha árvore.

Moralidade

E aqui nós vemos que não devemos julgar ou humilhar alguém pela sua aparência ou classe social, pois algum dia pode ser que iremos precisar da ajuda dela. O mundo dá voltas.

***

Discriminação : classe social

 [351]

A capivara era a policial que cuidava da área do sul da floresta amazônica e muitos roubos ocorriam na casa dos animais do setor. Ninguém sabia quem era nem quem poderia ser, a nossa policial capivara recebia todo ano registro de roubos, em média 5 ou 6 por ano, então resolveu olhar os registros e percebeu que o único clã que nunca reclamou foi o clã das cobras, o que só fez levantar as suspeitas sobre elas. A capivara possuía uma parceira que pertencia ao clã em questão, o clã das cobras, mais sua parceira estava sempre ao seu lado então era impossível de ela ser culpada de alguma coisa como um roubo ou algo assim.

Então, na esperança de encontrar provas elas começaram a investigar o clã das cobras com a autorização do chefe do clã é claro, mais sem sucesso elas retornam ao escritório para pensar sobre o caso.

Ajeitando sua farda a capivara pergunta a sua parceira :(dentro do escritório de polícia ambas sentadas tomando café)

A capivara : Quem você acha que é o culpado por trás desses roubos todos os anos ?

A cobra : (colocando sua xicara [352] de café na mesa)

A cobra : Eu tenho minhas suspeitas...porem tenho pensado em um tipo de animal em especial.

A capivara : é mesmo ? E qual seria o método usado por esse animal ? Pois segundo nossas fontes esses roubos acontecem 5 a 6 vezes todos os anos e cada vez o animal usa uma aparência diferente.

A cobra : 5 a 6 vezes no ano ? Hum... isso me lembra que nos cobras podemos mudar nossas peles 5 a 6 vezes no ano também... será que... ?

A capivara : entendo, então o culpado é do clã da cobra não é ? Aposto que é aquele chefe deles, ele provavelmente está mandando seus capangas para roubar as coisas dos outros.

A cobra : de fato o chefe deles é suspeito, mas não temos provas então não podemos afirmar nada por enquanto. O clã das cobras é o único que ainda possui grandes riquezas então ele provavelmente será o próximo alvo do novo suspeito e esse é será seu 5 ataque esse ano talvez seja nossa última chance de captura-lo.

A capivara : o ultimo roubo do ano, tem uma grande possibilidade dele ocorrer hoje à noite, precisamos nos apressar se queremos resolver esse caso.

A capivara e sua subordinada se dirigiram até a vila das cobras, chegando lá elas montam uma operação para capturar o suspeito. As duas jovens policiais se dirigem ao cofre de riquezas da vila das cobras afim de saber se o tesouro ainda estava no seu devido lugar.

A capivara abre o cofre e depois de olhar o conteúdo fala para sua parceira : « tudo certo por enquanto » e a mesma fecha o cofre.

Ao finalizar sua frase, as duas ouvem um barulho ensurdecedor parecido com uma explosão vindo de trás do cofre, a capivara corre parar o local para saber o que é, do outro lado, sua parceira cobra permanece imóvel afirmando para a capivara que ia « vigiar a parte da frente do cofre no caso do inimigo tentar um ataque frontal ».

Ao chegar na parte de trás a capivara vê que ali avia explodido uma bomba, o cofre não havia sido danificado, porem o povo da vila começou a entrar em pânico assim criando um tumulto por toda a vila no mesmo instante a capivara entendeu o plano do ladrão e saiu correndo para frente do cofre porem ao chegar ao local já era tarde tudo o que ela encontrou foram os guardas do cofre desmaiados e a porta do mesmo aberta e toda a riqueza já não estava mais no seu devido lugar então, já sem saber o que fazer, a capivara acorda um dos guardas e pergunta pra ele com o que o suspeito se parecia o guarda descreve o sujeito com pele verde e olhos marrons. A capivara por reflexo se forçou dentro da multidão em pânico e começou a procurar o culpado e no meio da multidão avistou duas cobras que batiam com a descrição, uma fugiu e a outra que ainda era apenas uma adolescente foi pega, a capivara sem tempo para pensar apenas prendeu a culpada e a colocou amarrada na arvore para que ela não fugisse enquanto ela dava um jeito naquela multidão.

Já era meia-noite na hora que ela finamente conseguiu acalmar todos ela estava acabada, logo em seguida sem perguntar nada ou até mesmo olhar para a culpada ela a pegou e jogou ela em uma cela e foi para sua casa dormir. Ao chegar no seu escritório de manhã ela encontrou o chefe da vila das cobras com um olhar de alguém que corria um risco de vida, um medo puro e profundo, ele estava tremulo [353] e mal conseguia, falar ela deu um copo de agua [354] para ele, fez ele se acalmar e logo depois pediu para ele explicar o que aconteceu :

O chefe da vila : eles...eles querem me matar, não...ELES VÃO ME MATAR....

A capivara : se acalme, você está seguro aqui agora comece a história desde o começo e me conte tudo

O chefe da vila : ontem, logo depois de sua partida, a informação da prisão dessa jovem que você afirma ser a culpa circulou por toda a vila e todos se revoltaram contra mim e começaram a destruir tudo colocando a culpa da prisão da menina sobre mim eles disseram que : « você trouxe aquela policial aqui para ela prender uma inocente e limpar seu nome, NOS SABEMOS QUE FOI VOCE QUE ROUBOU TODA O TESOURO DA VILA ». Então eu tive que fugir da vila e vir até aqui para lhe contar a situação.

A capivara agoniada correu até a cela do escritório e olhou para dentro dela e tudo o que ela viu foi uma adolescente incapaz de fazer mal a outro animal, instantaneamente três questões surgiram na mente da capivara « o que foi que eu fiz ? Oque [355] eu me tornei ? E...cade a ... ?« nesse exato momento tudo se encaixou na sua cabeça e uma voz de sarcasmo atrás dela disse » você demorou demais capitã" ela virou para trás por reflexo e lá estava, olhos marrons e pele verde, a segunda suspeita e o pior, a sua subordinada.

No dia mesmo a inocente foi identificada e liberada, ela era filha de uma família humilde que morava na periferia da vila das cobras, após o ocorrido o governo indenizou a família e recuperou todas as riquezas roubadas, porem apenas três pessoas sabem o que aconteceu naquele dia com a capivara policial e a cobra culpada por todos os incidentes, duas estão desaparecidas e o outro animal que sabe vive governando a vila das cobras guardando esse segredo...algumas [356] pessoas dizem que até hoje a policial capivara está atrás da cobra para prende-la e a cobra está fugindo dela, porém não podemos confirmar, pois quem sabe ne ? Eu posso ter achado essa história em um baú no meio da floresta amazônica não é mesmo ?

Moralidade : aparencias [357] enganam [358] [359]

11. Daniel & Nycolas - - - H

O debate entre Little Hamster e o rato

Certa vez, estava eu indo em um passeio com os meus donos.
Desta vez fomos a uma lanchonete da qual havia logo à frente
uma paisagem não muito agradável ;
fora o lixo e cheiro [360] que me faziam detestar aquele lugar,
assim como ratos imundos que faziam [361] aquele passeio piorar.
- Ah, não vejo a hora de parti [362] ; a presença desses imundos e medíocres ratos estão [363] realmente a me incomodar.
Nunca se compararão a nós, Hamster !

- Mano, se liga nos burgueses que tão ali no outro lado ; vou colar lá e ver o que arrumo.

O debate infinito entre Little o Hamster e o rato. [364]

- Que audácia ! (Diz Little, o Hamster) além de imundo, ainda se atreve a vim [365].
Ora diga-me, o que queres ? (questiona Little ao rato e ele o responde)
- Vi o burguês do outro lado da rua e pensei : « Como somos da mesma família de roedores, vou colar lá e vê [366] se arrumo alguma coisa ».
- Ratos... Tão ingênuos (responde Little, debochadamente), você acha que eu, Hamster, o bichinho mais amado e mais querido, daria de comer a você, rato, que nem nome tem ! Enxergue-se, antes de dirigir-me a palavra.
(Indignado, responde o rato)
- Quem pensas que tu é [367] ?!
Não passa de um burguesinho, mal conhece a vida e tá querendo me humilhar.
Ora diga, o que te faz melhor do que eu ?
(Com muito orgulho de si, responde ao rato.)
- Ora, muitas coisas que você nunca sonhou em ter, em ser.
- Como o quê ?
- Como banhinho, água potável, comida todo dia, carinho, afeto, e claro, pessoas que me amam e que não sentem nojo.
(indignando-se muito o rato, responde.)
- Tenho o que fazer, não vou perder meu tempo ; com quem mal consegue viver sem a ajuda um [368]
humano. Quando você tiver conquistado as coisas ao invés de ter ganho, fale comigo.
(O rato volta a [369] sua vida, quanto ao Hamster refleti [370] na sua.)

Moralidade

Os Ratos que nesta história representa [371] a classe social inferior as [372] outras, o rato também representa a sabedoria e humildade. Pois mesmo após ter sido humilhado por Little, O Hamster, ele soube responder de maneira sábia todas as ofensas [373], e no final ainda mais, nos passou uma mensagem. Que nem tudo na vida se resume em luxo e riqueza, pois no final tudo é vaidade.

12. Tabitha - - - J - S

Les Jaguars et le puma

Les Jaguars et le Puma


Un groupe de jaguars voulant s’amuser
Alla vers la montagne où nul n’osait s’aventurer ;
Étant les plus célèbres et les plus respectés par leur beauté,
Personne ne pouvait les contredire par peur de se faire rejeter.
Mais sur la route ils croisèrent le puma, qui lui, solitaire et réservé,
Les mit en garde contre un danger au bout du chemin.
Les jaguars se moquèrent de lui en disant :
- Toi qui es tout le temps seul, tu ne peux donc pas savoir t’amuser,
Comment pourrais-tu nous comprendre et puis
Peut-être que si ta fourrure était un peu plus tachée
comme la nôtre, on aurait pris la peine d’écouter
Ce que tu as à nous dire.
Sur ces paroles, ils continuèrent leur route
Et furent pris de cours lorsque le malheur leur tomba dessus.
Ils regrettèrent la bienveillance du puma.

Moralité

Comme quoi ce n’est pas parce que l’on se trouve meilleur que les autres qu’il faut forcément mettre de côté ceux qui ne nous ressemblent pas.
L’apparence ne définit pas la personne.

As onças-pardas e a Suçuarana

Um grupo de onças-pardas querendo se divertir,
Foram em direção a uma montanha aonde ninguém ousava se aventurar.
Elas eram as mais populares e as mais respeitadas pela beleza que possuíam.
Ninguém poderia contradizer-las por medo de serem rejeitados.
Seguindo em direção à montanha, elas encontraram uma Suçuarana, que ela, solitária e reservada, advertiu-os sobre o perigo que havia no meio do caminho.
As onças-pardas zombaram :
- Você que está sempre só, não deve saber como se divertir, como você poderia nos entender ? E talvez se a sua pelagem fosse um pouco mais pintada assim como a nossa, teríamos tido a compaixão de escutar o que tem a nos dizer.
Com estas palavras, continuaram o seu caminho e foram apanhadas de surpresa com o mal que caíu sobre elas. Elas lamentaram a bondade da Suçuarana.

Moralidade  :

E por fim, não é porque nos achamos melhor do que os outros,
que temos que pôr de lado aqueles que não se parecem conosco,
a aparência não define ninguém.

FrançaisPortuguês
Les Jaguars et le puma As onça-pardas e a Suçuarana
Un groupe de jaguars voulant s’amuser
Alla vers la montagne où nul n’osait s’aventurer ;
Étant les plus célèbres et les plus respectées [374] par leur beauté,
Personne ne pouvais [375] les contredire par peur de se faire rejeter.
Mais sur la route ils croisèrent le puma,
qui lui, solitaire et réservé, les mis [376] en garde contre un danger au bout du chemin.
Les jaguars se moquèrent de lui en disant : 
- Toi qui est [377] tout le temps seul
tu ne peux donc pas savoir t’amuser,
comment pourrais-tu nous comprendre
et puis peut-être que si ta fourrure était un peu plus tachée
comme la nôtre, on aurait pris la peine d’écouter
ce que tu as à nous dire.
Sur ces paroles, ils continuèrent leur route et furent pris de cours lorsque le malheur leur tomba dessus.
Ils regrettèrent la bienveillance du puma.

Moralité :

Comme quoi ce n’est pas parce que l’on se trouve meilleur que les autres qu’il faut forcément mettre de côté ceux qui ne nous ressemblent pas, l’apparence ne définit pas la personne.

Um grupo de jaguars [378] querendo se divertir,
Foram em direção a uma Montanha aonde ninguém ousava se aventurar ;
Sendo os mais populares e os mais respeitados por suas belezas,
Ninguém poderia contradizer-los [379] com medo de serem rejeitado.
Porém na rua eles encontram um puma [380],
que ele, solitário e reservado,
advertiu-os sobre um perigo no meio do caminho.
Os jaguares fizeram graça dele dizendo :
- Você que está sempre só, não deve saber então como se divertir, como você poderia nos entender
e talvez se a sua pelagem fosse um pouco mais pintada
assim como a nossa teríamos tido a compaixão de escutar o que tens a nos dizer.
Com estas palavras continuaram o seu caminho e foram pegos de surpresa com o mal que caíu sobre eles. Eles lamentaram a bondade do puma.

E por fim,
Não é porque nos achamos melhor do que os outros
que temos que pôr de lado aqueles que não se parecem conosco, a aparência não defini [381] ninguém.

13. Jean-Erik & Lorenne - - - O

A Onça e o Urubu

No fundo da Amazônia um animal morto,junto [382] estarão a Onça e o Urubo [383].

(A Onça está pronta para comer, depois de ter caçado. Aí vem o Urubu morto de fome pois ficou dias sem comer. Então gentilmente o Urubu aproximou -se e pede [384] um pedaço.)

Urubu - Você poderia me dar um pedaço por favor.
Onça - Não ! Cabe a você de caçar sua preza invés de está pedindo !
Urubu - Lamento senhor, mas ninguém me ensinou a caçar, até mesmo minha própria mãe.
Onça -(com ironia) Pobre Urubu ! Precisa dos outros para sobreviver. Não sabe caçar, depende dos outros... Você faz o quê da vida ? Absolutamente nada !
Urubu - Eu entendo-lhe [385], sou dependente dos outros para sobreviver...me desculpe não queria incomodar o senhor...

(Depois dessa longa discussão o Urubu se foi. A Onça comendo refleti [386] sobre a maneira que falou com o Urubu. Ele se posicionou-se [387] no lugar do pobre coitado e então foi em sua procura.)

Onça - Urubu, Urubu aonde você está ?
Urubu - (tristemente responde) Estou aqui, em cima desta árvore sem folhas e apenas galhos como eu...
Onça - Sinto muito pela minha atitude ignorante, que eu tive com você. Vamos comer juntos ?
Urubu - Com prazer, obrigado pelo convite !

(Então foram comer e tornaram-se amigos.)

Moral da fábula :

Faz [388] atenção com as palavras que saiam [389] de sua boca e pense antes de falar.

Correction de la version portugaise

A Onça e o Urubu

A Onça e o Urubu estavam ali no fundo da Amazônia,
Perto do cadáver de uma anta.
A Onça, preparava-se para comer depois de ter caçado.
O Urubu, morto de fome pois havia ficado dias sem comer,
Então gentilmente pediu um pedaço,
Apelando com um tom de tristeza :
 - Você poderia me dar um pedaço por favor ?
 Então a Onça ronronou :
 - Não ! Cabe a você de caçar a sua presa ao invés de estar pedindo !
O Urubu, triste, retruca :
- Lamento muito, Senhor, mas ninguém me ensinou a caçar, até mesmo minha própria mãe.
Com ironia, a Onça ronronou mais uma vez :
- Pobre Urubu ! Precisa dos outros para sobreviver. Não sabe caçar, depende dos outros... Você faz o quê da vida ? Absolutamente nada !
O Urubu, humilhado, apelou :
- Entendo muito bem, sou dependente dos outros para sobreviver... Me desculpe, não queria incomodar o senhor...
 
Depois desta longa discussão, o Urubu se foi.
Ao comer, a Onça refletiu sobre a maneira como tinha ofendido o Urubu.
Ele se posicionou no lugar do pobre coitado e então foi em sua procura.
A onça estourou :
- Urubu, Urubu ! Onde você está ?!
Tristemente respondeu o Urubu :
Estou aqui, em cima desta árvore sem folhas e apenas galhos como eu...
A Onça se sentiu culpada, e disse ao Urubu :
- Sinto muito pela minha atitude ignorante, que eu tive com você. Vamos comer juntos ?
O Urubu, com uma felicidade enorme disse :
- Com prazer, obrigado pelo convite !

Então foram comer e tornaram-se amigos.
 
Moral da fábula :

Faça atenção com as palavras que saem de sua boca e pense antes de falar.

***

Le Jaguar et le Vautour

Le Jaguar et le Vautour étaient au fond de l’Amazonie, près du cadavre d’un tapir. Le jaguar se préparait à manger après avoir chassé.
Le vautour, qui était affamé car il est resté [390] des jours sans manger, lui demanda gentillement [391] un morceau de sa proie :
- Pouvez-vous me donner un morceau s’il vous plaît ? Lui demanda-t-il tristement.

Alors le Jaguar lui ronronne [392] :
- Non ! C’est à vous de chasser votre proie au lieu de demander !

Donc [393] le pauvre Vautour lui répliqua :
- Je suis désolé, monsieur, mais personne ne m’a appris à chasser, [pas] même ma propre mère.

Et c’est avec Ironie que le Jaguar lui ronronne[Ronronna] :
- Pauvre Vautour, vous me fait[faites] de la peine !
Tu [394] as besoin des autres pour survivre. Vous ne savez pas chasser, vous dépendez donc des autres...
Vous faites quoi dans la vie ? Absolument rien !

Le Vautour se sentait [sentit] humilié, donc[alors] il lui répondit :
- Je comprends, je dépends des autres pour survivre...

Après cette longue discussion, le vautour est parti[partit].
Entrain de manger, le Jaguar réfléchi [395] à la manière dont il a [396] parlé au pauvre oiseau.
Il se mit à sa place et parti[partit] à sa recherche.
Le Jaguar criait [397] :
- Vautour ! Vautour ! Où êtes-vous ?

Le Vautour répondit tristement :
- Je suis ici, sur cet arbre sans feuilles et juste des branches maigres comme moi...

Le Jaguar se sentit coupable et dit au Vautour :
- Je suis désolé pour mon[l’attitude] attitude ignorante que j’ai eu [eue] envers vous. On peut manger ensemble ?

Le Vautour, le sourire au bec, dit :
- Avec plaisir, merci pour l’invitation !
Alors ils sont allés [398] manger et sont devenus amis.

Moral [399] de l’histoire :

Faites attention aux mots qui sortent de votre bouche et pensez avant de parler.

Version corrigée

Le Jaguar et le Vautour étaient au fond de l’Amazonie, près du cadavre d’un tapir. Le jaguar se préparait à manger après avoir chassé.
Le vautour, qui était affamé car il était resté des jours sans manger, lui demanda gentiment un morceau de sa proie :
- Pouvez-vous me donner un morceau s’il vous plaît ? Lui demanda-t-il tristement.
Alors le Jaguar grogna :
- Non ! C’est à vous de chasser votre proie au lieu de quémander !
Le pauvre Vautour lui répliqua :
- Je suis désolé, Maître Vautour, mais personne ne m’a appris à chasser, pas même ma propre mère.
Et c’est avec Ironie que le Jaguar lui ronronna :
- Pauvre Vautour, vous me faites de la peine !
Vous avez besoin des autres pour survivre. Vous ne savez pas chasser, vous dépendez donc des autres...
Vous faites quoi dans la vie ? Absolument rien !
Le Vautour se sentit humilié, alors il répondit :
- Je comprends, je dépends des autres pour survivre...
Après cette longue discussion, le vautour partit.
Pendant son festin, le Jaguar réfléchit à la manière dont il avait parlé au pauvre oiseau.
Il se mit à sa place et partit à sa recherche.
Le Jaguar cria :
- Vautour ! Vautour ! Où êtes-vous ?
Le Vautour répondit tristement :
- Je suis ici, sur cet arbre sans feuilles et juste des branches maigres comme moi...
Le Jaguar se sentit coupable et dit au Vautour :
- Je suis désolé pour l’attitude ignorante que j’ai eue envers vous. On peut manger ensemble ?
Le Vautour, le sourire au bec, dit :
- Avec plaisir, merci pour l’invitation !
Alors ils sont allé manger et sont devenus amis.

Morale de l’histoire

Faites attention aux mots qui sortent de votre bouche et pensez avant de parler.

Première

As Fábulas dos alunos de Première

1. Raphaëlla - - - B

Um Beija-flor prestes a renascer

Joli travail. Une création-vidéo réduite à l’essentiel : un fond sonore musical, une simple illustration représentant les deux personnages centraux de votre conte et une diction « sentie ». Entraînez-vous pour perfectionner votre articulation et ce sera parfait ! 16,5

Versão corrigida

Um pequeno velho Beija-flor, conhecido como o mais sábio de todas as aves,
Era amigo de uma Arara azul, querida e preferida do reino das aves.
O Beija-flor, ele, era invisível aos olhos de todos.
A Arara era muito importante pelo fato de seus pais e seus avós
Terem sido Reis das aves por tradição.

Eles estavam conversando sobre seus futuros e suas famílias.
O Beija-flor cantando lhe diz :
– Como vão seus pais, Arara ? O que me conta de bom ?
E a Arara gorjeia uma notícia triste :
– Meu pai está muito mal, está infelizmente à beira da morte.
Estou com muito medo, não imagino o que será de mim com seu cargo no reino.

A Arara estava muito assustada com tudo o que estava acontecendo na sua vida,
Porque quando seu pai morresse, ela seria a próxima a reinar no reino das aves, continuando a tradição.
Porém a Arara era bem irresponsável : ela só queria aproveitar a vida se divertindo
E não gostava de se preocupar com mais nada.
Mas ser Rei das aves era uma grande responsabilidade.

O Beija-flor tenta consolar sua amiga :
– Não fique mal, toda a sua família conseguiu cuidar bem do cargo, chegou sua hora.
Vai ficar tudo bem.

Mas o Beija-flor tinha um grande sonho que nem mesmo sua única amiga sabia.
O sonho dele era se tornar Rei das aves.
Porém na época era inimaginável, um Beija-flor sendo rei das aves.
Sua amiga só vivia reclamando do seu futuro cargo,
Até que um dia ela teve uma grande ideia.

A Arara chilreia ao Beija-flor :
– Vou quebrar a tradição, irei criar um torneio para eleger o novo Rei das aves
E não haverá somente teste físico, haverá também teste de estratégia.

O Beija-flor se assustou, ali estava a chance dele se tornar o grande Rei das aves,
Mas ele não se sentia suficiente, se preocupava muito com a opinião dos outros :
Quem imaginaria um Beija-flor, velho e cansado sendo Rei das aves !

Até que o grande dia chegou.
Ali havia aves de todos os tamanhos e de todas as idades.
Então o Beija-flor pensou logo em desistir com medo de não ser capaz.
E realmente, fisicamente, ele não seria capaz de combater todas as outras aves
Mas como eu disse no início, ele era a ave mais sábia de todas as aves…

Um Macaco que estava assistindo à disputa entre as aves,
Estava criticando todos os pequenos pássaros que ali passavam para competir.
E logo chegou a vez do Beija-flor provar do que ele era capaz.
O Macaco guinchou ao Beija-flor :
– Está mesmo prestes a passar vergonha na frente de todos ?
Olhe só o seu tamanho comparado a todos os outros…
Você está cansado e desgastado. Será impossível vencer do senhor Urubu.

E logo depois, o Beija-flor gorjeou timidamente e envergonhado :
– Estou prestes a me entregar por inteiro, isso que estou vivendo é um sonho.
Eu estou tendo essa chance, a grande chance de reinar
Ao contrário de você que é um macaco sem caráter
Que, a não ser criticar, não sabe fazer mais nada.

O Macaco zombou do Beija-flor e mais uma vez tentou o convencer
Que ele seria incapaz de vencer.

Mas o Beija-flor não desistiu. Ele seguiu em frente, de cabeça erguida.
Afinal ele tinha algo que nenhum outro pássaro tinha, sua sabedoria.

Quase todas as aves conseguiram passar as provas físicas
Como por exemplo a prova de rapidez.
O Beija-flor já estava muito desgastado mas por ele ser tão inteligente,
Conseguiu montar uma estratégia para ir mais rápido que todos os outros.
O senhor Beija-flor tinha um dom : ele foi o primeiro e único Beija-flor
A conseguir parar de voar quando se sentia cansado.
Afinal, até hoje é impossível que um Beija-flor pare de voar para descansar.
Graças a esse dom e sua inteligência, ele conseguiu calcular seu tempo
Para que ele pudesse descansar quando ele estivesse cansado.
Começou a corrida e todos começaram a voar o mais rápido possível.
Ele também foi. Um tempo depois, ele já estava muito cansado e decidiu parar e descansar.

Logo todos os pássaros começaram a rir dele, o as araras passaram ao lado dele chilreando :
– Olhem aí, o famoso e único Beija-flor que decidiu nos enfrentar.
O velhinho já desistiu, até parece que ele daria conta !

Mas ninguém poderia imaginar a sua estratégia, e quando todos começaram a cansar,
Ali estava o Beija-flor que pensou em descansar e decidiu não se precipitar.
Mesmo que ninguém acreditasse, ele continuou
E ninguém queria parar de voar para não deixar ele vencer.
Mas foram caindo de um por um.
Todos começaram a o exaltar,
Admirando sua capacidade e inteligência.
Ninguém o superou, ele usou sua inteligência para vencer,
Afinal, o físico não é tudo.

E para um final feliz, sua amiga teve a honra de entregar
O seu cargo ao seu amigo Beija-flor,
Que ele se sentia incapaz de realizar seu grande sonho
Mas pôde provar que a perseverança e a inteligência
Sempre serão recompensadas.

Moralidade

Não devemos subestimar pessoas pelo tamanho, nem pela idade
Pois somos capazes de realizar tudo o que desejamos
Quando acreditamos em nossa força de vontade.
A idade e o tamanho de uma pessoa não definem sua capacidade.

***

Versão anterior

Un très joli conte - plus qu’une fable - illustrant la discrimination liée aux différences d’âge et de physique. Bel effort sur les formulations et la fluidité de l’expression, malgré quelques répétitions, quelques fautes d’accord, d’accentuation mais surtout un manque de ponctuation des dialogues. Soignez la ponctuation expressive ! 17

Um pequeno velho beija-flor, conhecido como o mais sábio de todas as aves. [400]
Amigo de uma arara azul, querida e preferida do reino das aves. O beija-flor ele, era invisível aos olhos de todos. A arara era muito importante pelo fato de seus pais e seus avós terem sido Reis das aves por tradição.

Eles estavam conversando sobre seus futuros e suas famílias.

O beija-flor cantando lhe diz :
- Como vão seus pais [401] arara ? O que me conta de bom ?

E a arara gorjeia uma notícia triste :
- Meu pai está muito mal, está infelizmente a beira [402] da morte. Estou com muito medo, não imagino o que será de mim com seu cargo no reino.

A Arara estava muito assustada com tudo o que estava acontecendo na sua vida, porque quando seu pai morresse ela seria a próxima a reinar no reino das aves, continuando a tradição. Porém a Arara era bem irresponsável, ela só queria aproveitar a vida se divertindo e não gostava de se preocupar com mais nada. Porém, ser Rei das aves era uma grande responsabilidade.

O beija-flor tenta consolar sua amiga [403]

Não fique mal, toda sua família conseguiu cuidar bem do cargo, chegou sua hora. Vai ficar tudo bem [404]

Mas o beija-flor tinha um grande sonho que nem mesmo sua única amiga sabia. O sonho dele era se tornar Rei das aves. Porém na época era inimaginável, um beija-flor sendo rei das aves.
Sua amiga só vivia reclamando do seu futuro cargo, até que um dia ela teve uma grande ideia.

A Arara chilreia ao Beija-flor [405]

Vou quebrar a tradição, irei criar um torneio para eleger o novo Rei das aves. E não haverá somente teste físico, haverá também teste de estratégia.

O beija-flor se assustou, ali estava a chance dele se tornar o grande Rei das aves, mas ele não se sentia suficiente, se preocupava muito com a opinião dos outros. Quem imaginaria um beija-flor, velho e cansado sendo Rei das aves. [406]

Até que o grande dia chegou, [407] ali havia aves de todos os tamanhos e de todas as idades. Então o beija-flor pensou logo em desistir com medo de não ser capaz.
E realmente fisicamente [408] ele não seria capaz de combater todas as outras aves mas como eu disse no início, ele era a ave mais sábia de todas as aves.
Um macaco que estava assistindo a disputa entre as aves, estava criticando todos os pequenos pássaros que ali passavam para competir.
E logo chegou a vez do beija-flor provar do que ele era capaz.
O macaco guinchou ao beija-flor [409]

Estás mesmo prestes a passar vergonha na frente de todos ? Olhe só o seu tamanho comparado a todos os outros... você está cansado e desgastado. Será impossível vencer do senhor urubu. [410]

E logo depois o beija-flor gorjeou timidamente e envergonhado [411]

Estou prestes a me entregar por inteiro, isso que estou vivendo é um sonho. Eu estou tendo essa chance, a grande chance de reinar. Ao contrário de você que é um macaco sem caráter que à não ser [412] criticar, não sabe fazer mais nada.

O macaco zombou do beija-flor e mais uma vez tentou o convencer que ele seria incapaz de vencer.

Mas o beija-flor não desistiu, [413] ele seguiu em frente de cabeça erguida.
Afinal ele tinha algo que nenhum outro pássaro tinha, sua sabedoria.

Quase todas as aves conseguiram passar as provas físicas como por exemplo a prova de rapidez. O beija-flor já estava muito desgastado mas por ele ser tão inteligente, conseguiu montar uma estratégia para ir mais rápido que todos os outros. O senhor beija-flor tinha um dom, [414] ele foi o primeiro e único beija-flor a conseguir parar de voar quando se sentia cansado. Afinal, até hoje é impossível que um beija-flor pare de voar para descansar. Graças a esse dom e sua inteligência, ele conseguiu calcular seu tempo para que ele pudesse descansar quando ele estivesse cansado.
Começou a corrida e todos começaram a voar o mais rápido possível.
Ele também foi, um tempo depois, ele já estava muito cansado e decidiu parar e descansar.

Logo todos os pássaros começaram a rir dele, o as araras passaram ao lado dele chilreando [415]

Olhem aí, o famoso e único beija-flor que decidiu nos enfrentar. O velhinho já desistiu, até parece que ele daria conta [416]

Mas ninguém poderia imaginar a sua estratégia, e quando todos começaram a cansar, ali estava o beija-flor que pensou em descansar e decidiu não se precipitar.
Mesmo que ninguém [417] acreditasse, ele continuou e ninguém queria parar de voar para não deixar ele vencer.
Mas foi caindo [418] de um por um, todos começaram a o exaltar, admirando sua capacidade e inteligente [419].
Ninguém não [420] o superou, ele usou sua inteligência para vencer, afinal o físico não é tudo.

E para um final feliz sua amiga teve a honra de entregar o seu cargo ao seu amigo beija-flor, que ele se sentia incapaz de realizar seu grande sonho mas pode [421] provar que a perseverança e a inteligência sempre será [422] recompensada.

Moralidade :

Não devemos subestimar pessoas pelo tamanho, nem pela idade pois somos capazes de realizar tudo o que desejamos quando acreditamos em nossa força de vontade.
A idade e o tamanho de uma pessoa não define [423] sua capacidade.

***

Tradução

La Renaissance d'un Colibri

Une jolie réalisation... ....

La Renaissance d'un Colibri

Une traduction fidèle à l’original. Hélas, la longueur de votre texte a augmenté les possibilités d’erreurs... Prenez garde aux accords, à la conjugaison et à la concordance des temps. Vous avez toutefois essayé de préserver le sens et cela est une très bonne chose. 15,5

Un vieux petit Colibri, connu comme étant le plus sage de tous les oiseaux
Était l’ami d’une ara bleue, chère au royaume des oiseaux.
Le colibri, lui, était invisible aux yeux de tous. Cette ara était très importante car ses parents et grands-parents étaient les rois des oiseaux par tradition.

Ils discutaient à propos de leur futur et de leur famille.

Le Colibri en chantant lui dit :
⁃ Comment vont tes parents ? Et a tu [424] des bonnes [425] nouvelles ? 
Et l’Ara, lui gazouilla une mauvaise nouvelle :
⁃ Mon père va très mal, malheureusement il est à deux pas de la mort. J’ai très peur, je n’imagine pas ce que je ferais comme roi des oiseaux.
L’ara était très effrayée
A cause de toutes ces problèmes [426]
qui lui tombaient dessus, parce que
lorsque son père partirai [427], elle serai [428]
la prochaine à gouverner le royaume des oiseaux en poursuivant la tradition. Pourtant, cette ara était très irresponsable,
elle ne cherchait qu’à profiter de sa vie en s’amusant et elle adorait fuir ses responsabilités. Pourtant, être roi des oiseaux est une grande responsabilité.

Le colibri essaya donc de consoler son ami :
⁃ Ne déprime pas, toute ta famille, a réussi à prendre soin du poste [429]maintenant c’est à toi [430]. Tout ira mieux [431].

Mais ce colibri avait un grand rêve, que même sa seule amie n’était pas au courant [432].
Son plus grand rêve était de devenir roi des oiseaux.
Pourtant à cette époque, son rêve était irréalisable, il était impossible qu’un colibri soit roi.
Son amie se plaignait d’être obligée de poursuivre la tradition, jusqu’au jour où elle eu [433] une grande idée.

L’ara gazouillât [434] au colibri :
- Je ne veux plus suivre la tradition, je vais créer un tournoi afin de trouver un roi parmi les oiseaux. Il y aura des épreuves physiques et stratégiques.

Le colibri a sursauté [435], la réalisation de son plus grand rêve était si proche, mais à la fois très loin car il n’avait pas confiance en lui. Il avait peur du regard des autres, qui pourrait imaginer un colibri, vieux et fatigué en étant roi des oiseaux. [436]

Le grand jour arriva, il y avait des oiseaux de tout âge et de toute taille. Le colibri voulait faire demi-tour par peur de ne pas en être capable. Et vraiment, physiquement il n’aurai [437] pas été capable de battre tous les autres oiseaux, mais il était le plus stratège de tous.

Un macaque qui assistait au tournois [438], critiquait tous les petits oiseaux qui allaient se battre pour leur trône. Et c’est à la fois [439] du colibri de prouver de quoi il est capable.

Presque tous les oiseaux ont réussi les épreuves physiques comme par exemple l’épreuve d’endurance. Le colibri était déjà très fatigué mais grâce à son intelligence, il a fait [440] une stratégie pour aller plus vite que tous les autres. Le colibri avait un don, il a été [441] le seul et unique colibri qui pouvait s’arrêter lorsqu’il était fatigué. Grâce à ce don et à son intelligence, il a réussi à calculer son temps pour qu’il puisse se reposer lorsqu’il serait fatigué [442].

La course démarra et tous les oiseaux se sont mît [443] à voler le plus vite possible.
Il les a suivit [444], mais malheureusement il n’a pas tenu le coup, donc il décida de se reposer.
Tous les oiseaux qui passaient par lui [445], rigolaient.
Les aras passaient à côté de lui en gargouillant :
- Regardez tous, le fameux colibri qui a décidé de nous défier. Le vieux a déjà lâché l’affaire, je savais qu’il n’allait pas réussir !
Cependant, personne n’imaginait sa stratégie et lorsqu’ils commencèrent à se fatiguer, le colibri était en pleine forme car il a prit [446] le temps de se reposer et de ne pas se précipiter.

Malgré le fait que personne n’y croyait, il a continué et aucun d’entre eux voulait s’arrêter pour l’empêcher de vaincre.
Mais ils sont tous tombés, les uns après les autres, et tout le monde a commencé à exalté [447] ce colibri, en admirant sa capacité et son intelligence.
Personne ne l’a dépassé, il a utilisé son intelligence pour gagner, après tout, le physique n’est pas tout.

Son amie eu [448] l’honneur de lui remettre son trône, lui qui se sentait incapable de réaliser son plus grand rêve. Il a apprit [449] que la persévérance et l’intelligence seront toujours récompensées.

Moralité  :

Nous ne devons jamais sous-estimer quelqu’un par sa taille, ni par son âge car nous sommes tous capables de réaliser tout ce que nous souhaitons lorsqu’on y croit [450].
L’âge et la taille d’une personne ne définissent pas sa capacité.

2. Iara, Jennifer e Louise - - - + (Bonus Louise) J

Jacarés, pai e filha

Version n°1

Version n°2

Très beau travail. Une première création-vidéo poussée, puis une deuxième : un fond sonore musical poétique, à l’unisson avec votre propos. De jolies illustrations, intelligibles par des enfants ou par les plus grands et représentant vos personnages et leurs actions tout au long de la fable. La diction est fluide et agréable. Vous avez en outre été un groupe moteur pour l’utilisation des outils numériques au service de cette création. Un « sans faute » ! 20

A Filha e o Pai Jacaré

Une fable brève et ravissante, illustrant la misogynie ainsi que la discrimination liée à la différence d’âge. Très bel effort quant aux sonorités et rimes. La fluidité de l’expression poétique rend votre production facile à réciter, à comprendre, et riche d’enseignement ! De plus, la qualité de la langue est excellente et soignée. 19,5

Version corrigée

Em uma manhã de segunda,
O sol se levantava no meio da neblina
O mundo estava se acordando
E era o momento para o pai Jacaré
Ir pescar no meio do rio
Para alimentar a sua família.

Ora nessa manhã,
A sua filha se revoltou
Porque ela queria ir pescar,
Mas o macho não aceitou
E a filha forçada, concordou.

Aí o Beija-flor, chegou.
Ele lhe perguntou o porquê de tanto rancor.
Contrariada, se pôs a chorar
E nenhuma explicação se deu ao trabalho de dar.

E, durante o caminho,
A fêmea não se exaustou
Até a sua chegada no rio
Esperando na beira,
A aparição da sua presa.

O sol estava bem alto,
Quando uma Capivara chegou.
A fêmea, sem medo, a atacou.

Voltando para a sua casa,
Com a sua caça,
Ela deparou-se com seu pai
que tinha voltado
Sem nada na sua presa.

Moralidade

A virilidade masculina
nunca deve reduzir a potência feminina.

***

Version antérieure

A Filha e o Pai Jacaré

Em uma manhã de segunda,
O sol se levantava no meio da neblina
O mundo estava se acordando
E era o momento para o pai jacaré
Ir pescar no meio do rio
Para alimentar a sua família.

Hora [451] nessa manhã,
A sua filha se revoltou
Porquê [452] ela queria ir pescar,
Mas o macho não aceitou
E a filha forçada, concordou.

Aí o beija-flor, chegou.
Ele lhe perguntou o porque de tanto rancor.
Contrariada, se pôs a chorar e nenhuma explicação se deu ao trabalho de dar.

E, durante o caminho,
A fêmea não se exaustou
Até a sua chegada no rio
Esperando na beira,
A aparição da sua presa.

O sol estava bem alto,
Quando uma capivara chegou.
A fêmea, sem medo, a atacou.

Voltando para a sua casa,
Com a sua caça,
Ela deparou-se com seu pai
que tinha voltado
Sem nada na sua presa.

Moralidade :

A virilidade masculina
nunca deve reduzir a potência feminina.

***

La Fille et le Père Caïman

Magnifique travail d’équipe !. Une vidéo attentive à son « public ». La traduction en français et la diction sont pleines de charme et de poésie. Une réussite !19,5

La Fille et le Père Caïman

Une traduction très « propre », fidèle à l’original. Vous avez essayé de respecter la musicalité poétique. Bravo. 19

Un lundi matin,
Le soleil se levait au milieu de la brume,
Le monde se réveillait
Et c’était le moment pour le père Caïman
D’aller pêcher au milieu de la rivière
Pour nourrir sa famille.

Cependant ce matin-là,
Sa fille se révolta
Parce qu’elle voulait aller pêcher,
Mais le mâle n’accepta pas
Et la fille forcée, accepta.

Le colibri arriva.
Et lui demanda pourquoi elle était [453] aussi en colère.
Contrariée, elle se mit à pleurer
et elle ne prit pas la peine de lui expliquer.

Et durant tout le chemin,
La femelle ne fut pas épuisée
Jusqu’à son arrivée à la rivière
En attendant sur la rive,
L’apparition de sa proie.

Le soleil était très haut,
Quand une Capybara arriva.
La femelle, sans peur, l’attaqua.

Retournant chez elle,
Avec sa proie,
Elle tomba sur son père
Qui lui, était revenu
Sans rien dans [454] ses crocs.

Morale

La virilité masculine ne doit jamais
Diminuer [455] la puissance féminine.

***

Motivation de Louise

Bonus

« Eu sou feminista, então eu queria denunciar o sexismo, porque é uma discriminação que existe ainda muito hoje.
Eu não queria trabalha sozinha, porque é mais trabalho e eu gosto de trabalhar com pessoas. Para realizar essa fábula e esse vídeo, eu precisei de muito tempo, e de ter bastante inspiração. Era uma experiência muita [456] interessante, era a primeira vez que eu escrevia uma fábula em português, e na verdade no início eu não queria fazer isso, mas era realmente legal. Eu gostei bastante das fábulas dos outros, elas são todas diferentes, todas denunciavam uma discriminação particular, e davam muita emoção ! »

3. ...

3. ...

4. Mel - - - - - I

Isaac, Jacob e Carlinho

Très, très beau travail. Une création-vidéo élaborée : un fond sonore musical poétique, à l’unisson avec votre sage propos. De jolies photos, représentant vos deux personnages et leur environnement. La diction est parfaite, fluide et agréable. Vous avez en outre proposé des sous-titres. Un « sans faute » ! 20

Isaac e Jacob

Versão corrigida

Em Belém, em um quintal de uma casa numa manhã de domingo,
Estavam ali o sério chihuahua Jacob e o pitbull Isaac, sorrindo.
Os dois eram diferentes.
Jacob era tratado por Dora como se fosse até gente.
O Isaac era o cão que ficava de guarda, como seu dono Felipe desejava.
Outra diferença é que Jacob era tão invejoso e amargurado como o fel.
Entretanto, o pitbull Isaac era forte e ainda assim era doce como mel.
Jacob gostava de zombar do grande e forte pitbull Isaac.
Latiu então Jacob :
- E aí, grandão ? Cadê aquele teu amigo, o ratinho fedido ?
Ele não virá para devorar contigo tua ração ?
Eu ainda nem acredito que convivo no mesmo lar onde há dois animais
Que parecem que são extremamente pobres.
Olha teu comedor que é feito de matéria simples que é o cobre,
O meu pratinho é feito de prata refinada, até minha casinha lá dentro da casa foi reformada.
Isaac porém não quis nada falar, e com essas palavras se entristeceu.
O sorriso do seu focinho desapareceu, então à sua casinha ele quis entrar.
O ratinho Carlinho chegou e falou para Jacob :
- Por que tu dizes palavras tão más ? Não me abalariam vindas de alguém que nada faz.
Isaac é um cachorro muito forte e te ganharia num só golpe,
Mas eu sei que meu amigo não é um maldoso, muito pelo contrário, chega até a ser caridoso.
Isaac, escutando toda a resenha, latiu por sua vez :
- Tem razão, amigo roedor, talvez a palavra « amor » para ele não tenha nenhum valor.
Escute bem, Jacob, ninguém deve rebaixar outro alguém.
Talvez sejamos, sim, animais diferentes, tua maneira de viver também não me é muito atraente.
O dinheiro não é tão importante como uma amizade verdadeira para mim.
A riqueza deixa as pessoas mesquinhas, solitárias e más,
Ficam apenas querendo cada vez mais e mais.
Vamos, Carlinho, a gente não precisa de pessoas cruéis no momento.
Jacob então saiu de perto deles, pois não tinha mais outros argumentos.
Ele pensou mais na sua forma de viver e em tudo o que Issac queria fazer ele compreender,
Jacob notou que estava sozinho para conversar,
Foi então que teve a ideia de ir lá fora com eles se desculpar
Jacob falou :
- Isaac, Carlinho, sinto muito por todas as coisas ruim que disse,
Eu vim pedir desculpas por todas as vezes os rebaixar e os insultar.
Se vocês quiserem, podem me desprezar, eu não vou ligar.
Carlinho e Isaac, de bom grado, aceitaram as desculpas de Jacob e assim uma amizade criaram.

Moralidade

Você não deve rebaixar as pessoas pelas riquezas que você tem.
Pode ser que hoje você tenha dinheiro e amanhã não possa contar com ninguém.

***

Versão anterior

Une belle fable, fine, sensible et universelle, illustrant la discrimination de classe sociale et la vanité des êtres. Très bel effort quant au style, sonorités et rimes. L’expression poétique confère à votre production une leçon douce, facile, touchante et riche d’enseignement ! 18,5

Em Belém, em um quintal de uma casa numa manhã de domingo,
Estava ali o sério chihuahua Jacob, e o pitbull Isaac, sorrindo.
Os dois eram diferentes, Jacob era tratado por Dora como se fosse até gente.
O Isaac era o cão que ficava de guarda, como seu dono Felipe desejava.
Outra diferença é que Jacob era tão invejoso e amargurado como o fel.
Entretanto, o pitbull Isaac era forte e ainda assim era doce como mel.
Jacob gostava de zombar do grande e forte pitbull Isaac.
Latiu então Jacob :
- E aí, grandão ? Cadê aquele teu amigo, o ratinho fedido ? Ele não virá para devorar contigo tua ração ? Eu ainda nem acredito que convivo no mesmo lar onde há dois animais que parecem que são extremamente pobres, olha teu comedor que é feito de matéria simples que é o cobre, o meu pratinho é feito de prata refinada, até minha casinha lá dentro da casa foi reformada.
Isaac porém não quis nada falar, e com essas palavras se entristeceu, o sorriso do seu focinho desapareceu, então à sua casinha ele quis entrar.
O ratinho Carlinho chegou e falou para Jacob :
- Por que tu dizes palavras tão más ? Não me abalaria [457] vindas de alguém que nada faz. Isaac é um cachorro muito forte e te ganharia num só golpe, mas eu sei que meu amigo não é um maldoso, muito pelo contrário chega até ser [458] caridoso.
Isaac escutando toda a resenha, latiu por sua vez :
- Tem razão amigo roedor, talvez a palavra amor pra ele não tenha nenhum valor. Escute bem, Jacob, ninguém deve rebaixar outro alguém. Talvez sejamos sim animais diferentes, tua maneira de viver tambem [459] não me é muito atraente. O dinheiro não é tão importante como uma amizade verdadeira para mim.
A riqueza deixa as pessoas mesquinhas, solitárias e más,
Ficam apenas querendo cada vez mais e mais [460]
Vamos carlinho [461] a gente não precisa de pessoas cruéis no momento [462]
Jacob então saiu de perto deles pois não tinha mais outros argumentos,
ele pensou mais na sua forma de viver e em tudo que [463] Issac queria fazer ele compreender,
Jacob notou que estava sozinho para conversar, foi então que teve a ideia de ir à fora com eles se desculpar [464]
Jacob falou :
- Isaac, Carlinho, sinto muito por todas as coisas ruim [465] que disse, eu vim pedir desculpas por todas as vezes os rebaixar e os insultar, se vocês quiserem podem me desprezar, eu não vou ligar.
Carlinho e Isaac de bom grado aceitaram a desculpas [466] de Jacob e assim uma amizade criaram.

Moral  :

Você não deve rebaixar as pessoas pelas riquezas que você tem, pode ser que hoje você tenha dinheiro e amanhã não possa contar com ninguém.

Isaac et Jacob

Un autre très joli travail. Votre création-vidéo traduite en français, contée soigneusement et sous-titrée montre le plaisir que vous avez pris à la réaliser ! 18

Isaac et Jacob

Une traduction globalement très correcte et fidèle à votre fable originale. Vous avez essayé de respecter la musicalité poétique, ce qui n’était pas si simple. Attention cependant aux accords ! N’oubliez pas de vous relire. 18

À Belém, dans le jardin d’une maison, un dimanche matin,
Il y avait [467] le sérieux chihuahua Jacob, et le pitbull Issac tout souriant.
Les deux [468] étaient différents : Jacob était traité par Dora comme un humain,
Isaac était le chien de garde, comme son maître Felipe le souhaitait.
Une autre différence, c’est que Jacob était aussi jaloux et amer que le fiel [469]...
Cependant, le pitbull Isaac était fort, pourtant, il était aussi doux que le miel [470].
Jacob aimait se moquer du grand et fort pitbull.
Jacob aboya :
- Ça va, mon grand ? Où est ton amie la petite souris puante ? Elle ne viendra pas [471] dévorer ta viande ? Hahahaha !
Je ne peux toujours pas croire que je vis dans cette maison où il y a deux animaux qui ressemblent à des pauvres.
Regarde ta mangeoire faite d’une matière simple [472] qui est le cuivre, la mienne est d’argent raffiné.
Même ma petite maison a été restaurée.
Isaac ne voulut rien dire. Entendant ces paroles, il ne se défendit pas, le sourire de son museau disparut.
Alors qu’il s’apprêtait à rentrer dans sa petite maison,
La souris Carlinho arriva [473] et lui dit :
- Pourquoi prononces-tu des mots si méchants ? Je ne serais pas attristé par quelqu’un d’aussi fainéant.
Isaac est un chien très fort et il pourrait te battre [474] d’un seul coup de patte.
Mais je sais que mon ami n’est pas méchant,
Au contraire, il arrive même à être attachant.
Isaac, écoutant la discussion, aboya à son tour :
- Tu as raison, mon ami rongeur, peut-être que pour lui le mot « amour » n’a aucune valeur.
Écoute bien, Jacob, personne ne doit rabaisser son prochain.
Oui, nous sommes des animaux différents,
Et ta façon de vivre me semble intolérante [475],
Pour moi l’argent n’est pas le plus important. [476]
La richesse rend les gens mesquins, solitaires et méchants.
Ils veulent de plus en plus de l’argent [477].
Allez, Carlinho, nous n’avons pas besoin d’individus cruels.
Jacob les quitta, à bout d’arguments.
Il repensa à sa façon de vivre et à tout ce qu’Isaac avait voulu lui faire comprendre.
Il remarqua qu’il était seul à pouvoir lui [478] parler,
Et c’est là qu’il eut l’idée de ressortir pour s’excuser.
Jacob aboya :
- Isaac, Carlinho, désolé pour toutes les choses que je vous ai dites.
Je suis venu demander pardon pour vous avoir rabaissés et insultés.
Si vous ne voulez pas, vous pouvez m’ignorer...
Carlinho et Isaac acceptèrent de bon gré
Et ainsi, une amitié ils ont créée.

Moralité

Vous ne devez pas rabaisser les gens au nom des richesses que vous possédez.
Il se peut qu’aujourd’hui vous ayez de l’argent et demain personne sur qui compter...

5. Marie-Lucie L - - + Bonus

A Ovelha, o Leopardo e o Coelho

Très joli travail. Une création-vidéo recherchée : un fond sonore musical adapté, de jolies illustrations représentant les différents personnages et leurs attitudes au cours de la fable et une diction très claire. Dommage qu’il subsiste quelques zones « écran noir » ! 18

A Ovelha, o Leopardo e o Coelho

Version corrigée

As aparências sempre enganam.

Dona Ovelha era amada por todos.
Todos a achavam pura e inocente,
Mas apesar de sua aparência, a ovelha era má
E só mostrava uma face que não era a dela.
Ao contrário do Leopardo que era mal visto por todos
Por causa de sua aparência.
Mas o que os animais não sabiam
Era que ele era um amor de pessoa.
Porém, as coisas pioraram para ele.
Havia rumores que havia um ladrão.
Por causa de sua reputação,
Ele era temido ainda mais.
Certo dia, ambos saíram em direção a uma taverna.
Sr. Coelho vendia coisas lá.
Quando entraram, foram recebidos diferentemente :
O Leopardo era perseguido onde ia
Enquanto a ovelha estava de boa.
O Leopardo a viu agir estranhamente
E disse ao Leopardo :
- Você não está vendo que ela está agindo de maneira estranha ?!
- Ela ! Jamais, é un anjo,
Ao contrário de você.
O Leopardo maguou-se e decidiu ir embora.
A Ovelha apressou-se a sair
Infelizmente, tropeçou e caiu
E vimos frutas e outras coisas cair de seus bolsos.
Ninguém imaginaria tal coisa desta besta !

Nunca se fie nas aparências de alguém,
Ou na reputação dele.
Nem sempre o que ela parece ser é o que ela é.

***

Très joli travail illustrant la discrimination liée aux apparences. Bel effort sur les sonorités, malgré quelques erreurs d’accord, d’accentuation, de conjugaison et un manque de ponctuation expressive - La cohérence voudrait que la notion de « personne humaine » ne prenne pas le pas sur les « personnages animaux »... 16,5

Dona ovelha era amada de todos,
Todos a achavam pura e inocente,
Ao contrario [479] do leopardo que era mal visto,
Mas o que os animais não sabiam
Era que ele era um amor de pessoa [480]
Apesar de sua aparência, enquanto a ovelha era má
E só mostrava uma face que não era dela [481].
Certo dia ambos sairão [482] em direção a uma taverna
Sr. coelho vendia coisas lá
Quando entraram [483] foram recebidos diferentemente
O leopardo foi perseguido pelo Sr. coelho [484]
O achava capaz de roubar algo
Dona ovelha estava planejada [485] roubar algo
E ela se aproveitou da situação
Vendo isso, o leopardo diz : "Sr. coelho, a senhora esta [486] o roubando [487]
- Impossível !
- Por favor acredite em mim !
- Para [488] de mentir ! Você o único [489] capaz de algo assim, melou a ovelha encarando-o com ódio.
O coelho aceitou ver mesmo não acreditando que ovelha faria isto,
Mesmo assim pediu ao leopardo de acompanhar por desconfiança
E quando viu a bolsa da ovelha
Ele ficou bem chocado e pediu desculpa ao leopardo

Moralidade  :

Nunca se fie a [490] aparência de alguém,
nem o julgue,
Nem sempre o que ela parece ser é o que ela é.

***

Le Mouton, le Léopard et le Lapin

Le Mouton, le Léopard et le Lapin

Les apparences trompent toujours

Dona [491] moutonne était aimé [492] de tous
Tous la trouvaient pure et innocente
Malgré son apparence, la moutonne était une personne qui ne montrait qu’une fausse facette d’elle-même
Contrairement au leopard [493] qui était mal famé [494]
Et cela à cause de son apparence
Cependant ce que les animaux ne savait [495] pas
Est qu’il était une personne pleine d’amour.
Mais les choses ont pris une mauvaise tournure.
Il y avait dans la forêt un voleur.
Un jour tout deux [496] était [497] en route vers un caverne
Mr Lapin vendait des choses
La différence de traitement s’est fait voir dès leurs entrées [498]
Le léopard etait [499] suivi où il allait
Tandis que la moutonne était tranquille [500]
Le léopard vit cette dernière agir bizarrement
Et dit au lapin : "Ne voyez-vous donc pas qu’elle semble bizarre.
- Elle ? jamais ! Contrairement à vous.
Le léopard s’est senti blessé et décida de sortir [501]
La moutonne s’appressa pour [502] sortir en même temps
Malencontreusement elle trébucha
On vit des fruits et autres [503] tomber de ses poches
Tout le monde fût choquer [504] par ce qui [505] venait de se produire
Personne n’oserait douter de l’innocence de cette pauvre bête et pourtant...

Moralité :

Ne vous fiez jamais au apparence [506],
Ou à la réputation
Rien n’est jamais comme ce qu’il peut paraître.

***

Bonus

Para dizer a verdade, eu não queria fazer este trabalho porque eu não sou criativa mas quando eu comecei, achei o trabalho interessante e eu quis denunciar um tipo de racismo, tipo de xenofobia porque isso mexe muito comigo e eu estou muito implicada neste tipo de discriminação.
Eu escolhi trabalhar só porque eu sou tímida e eu gosto de trabalhar sozinha.
As maiores dificuldades são trabalhar só, mas também realizar os vídeos, que demandam muito tempo e ter um pouco de imaginação e inspiração e porque eu tinha que carregar tudo sobre minhas costas.
Porém o que eu gostei em trabalhar sozinha é que eu podia ir ao meu ritmo, fazer o que eu queria e como queria já que estou só.
Eu gostei mais dos trabalhos dos outros que o meu. Para falar a verdade eu amei muito de cada fábula, cada trabalho era muito legal.

6. Carlos & Thalita - - - - A

Un travail sensible. Une vidéo simple, agrémentée d’un beau fond musical classique, d’une unique illustration représentant le personnage-clé de votre histoire : celui qui souffre. La diction est très claire, quoique la première partie soit un peu monocorde, trop « lue ». Reste une réalisation qui ne peut laisser indifférent ! 17

A Anaconda e o Jacaré

Une fable grave, douloureuse, illustrant symboliquement le refus de la déficience mentale ou du handicap mais aussi la bêtise humaine. Cette fable n’est pas joyeuse mais elle peut amener à réfléchir avant d’agir, à l’image d’un conte philosophique... Très bel effort stylistique. L’expression poétique confère à votre production, même si elle finit mal, une véritable leçon de vie... 18,5

Certa vez, no rio Amazonas
Havia dois grandes predadores :
A Anaconda e o Jacaré.
Ambos tinham personalidades diferentes.
A anaconda era provida de sabedoria
Ao contrário do jacaré que possuía uma tremenda ignorância.

O que ninguém sabia,
Era que o jacaré tinha uma grande inveja da anaconda.
O seu brilho, a sua sabedoria e o seu método de viver não agradavam o jacaré
Então ele usava o ponto fraco da anaconda : a sua deficiência psicológica.

Quase nenhum ser que habitava naquele rio
Tinha conhecimento deste fato.
Este era o motivo da Anaconda sempre viver só
Mas isto a tornava cada dia mais forte, sábia e resistente às provocações do Jacaré.

Todos os dias, o Jacaré bramia :
“Esta anaconda é fútil,
passa o dia sem a presença de nenhum outro ser”
Sabiamente, a Anaconda se retirava sem retrucar ou sequer resmungar.
Isto provocava grandiosamente a fúria do jacaré.
Como é que um animal tão superior e potente poderia resistir a tais provocações ?

Quotidianamente, o Jacaré repetia este ato tão absurdo.
A anaconda, mesmo sendo forte, ia ficando desgastada.
Não suportava mais aquilo.

Em um dia sombrio, lá estava ela a pensar :
- Preciso por um fim nisto tudo, não aguento mais !
Ela estava perdida nos seus pensamentos
Até que em um certo momento, ela teve uma ideia.
- Se eu findar com minha vida, resolverei todos os meus problemas !
A pergunta é : Como é que um ser tão sábio se deixou levar pela futilidade e insignificância de outro ser ?
Ela já estava determinada e nada a faria mudar de ideia :
- Eu farei com que ele se sinta culpado.

A anaconda ficou esperando o jacaré
E quando ele chegou com os seus desrespeitos
Ela, com toda a sua força chorou :
- Por tanto tempo suportei você e as suas brincadeiras. Mas a partir de hoje, meu caro, darei um fim a isto tudo !

A anaconda em frente aos outros animais, findou sua vida de maneira triste...
Este era o fim da anaconda
Infelizmente, ela havia cedido
E o seu brilho se apagou
Mas a sua memória ficará guardada
E ela deixará boas lembranças

Já o jacaré, ao ver o corpo da anaconda estirado
ficou extremamente abalado
e ele se tornou o ser mais infeliz da área.

O arrependimento matava-o lentamente
Até que um dia, ele também se foi...

Todos os que habitavam no rio Amazonas souberam da história
E no final todos aprenderam que jamais devemos zombar de alguém.

Moralidade

Não deixe que a futilidade de um ser atrapalhe o brilho da sua sabedoria.

***

L'Anaconda et le Caïman

Très beau travail et bel effort. Une vidéo touchante, avec sa musique classique et poétique, à l’unisson avec votre propos grave. La diction est fluide et agréable car vous articulez soigneusement. 17,5

L'Anaconda et le Caïman

Très beau rendu ! Une traduction fidèle malgré quelques maladresses ou redondances. Prenez garde aux accords dans la « langue cible », à la conjugaison et à la concordance des temps. Essayez aussi de respecter les règles de ponctuation pour les parties dialoguées. Vous êtes parvenus à préserver le sens et c’est l’essentiel. 16,5

Il était une fois, dans la rivière Amazone
Il y avait deux grands prédateurs [507]
L’Anaconda et le Caïman
Ils avaient des personnalités différentes
L’anaconda était dotée de sagesse
Contrairement au caïman qui possédait une ignorance crasse.

Le caïman éprouvait une grande jalousie envers l’anaconda [508]
Son brio, sa sagesse et sa manière de vivre ne plaisaient pas au caïman
Donc, il utilisait [509] le point faible de l’anaconda : son handicap mental.

Presqu’aucun être qui habitait dans cette rivière [510] n’avait connaissance de ce fait
Ceci était le motif de la solitude de l’anaconda
Mais cela le rendait chaque jour plus fort, sage et résistant face aux provocations du caïman

Tous les jours, le caïman beuglait :
« Cette femelle anaconda est futile, elle passe toute sa journée sans la présence d’aucun être ».
Sagement, l’anaconda se retirait sans répliquer ou marmonner.
Ceci provoquait la haine du caïman.
Comment un animal si supérieur et si puissant pourrait-il résister à de telles provocations ?

Quotidiennement, le caïman répétait cet acte absurde.
Malgré la force de l’anaconda, elle[Attention aux accords lorsque vous traduisez ! Nous avons en français DEUX masculins... Ou alors vous devez préciser : la femelle...] n’en pouvait plus…

Par un jour sombre, elle réfléchissait :
« Je dois régler ce problème, je n’en peux plus ! » [511]
La question est : Comment un être si sage, s’est laissé persuader par la futilité et l’insignifiance d’un autre être ?
Elle avait décidé [512] et rien ne la ferait changer d’idée.
« Il se sentira coupable », cria-t-elle [513]
L’anaconda attendait [514] impatiemment le caïman
Et quand il arriva avec son manque de respect,
Elle pleura de toute ses forces :
« Ça fait un moment que je suporte tes petits jeux. Mais à partir d’aujourd’hui, mon cher, je mettrai fin à ce martyre. »

L’anaconda face aux autres animaux, mit fin à ses jours.
Voici la fin de l’anaconda [515]
Malheureusement, elle a cédé
Et sa magnificence s’est éteinte…
Mais sa mémoire sera préservée
Et elle laissera de beaux souvenirs.

Désormais le caïman, en voyant le cadavre de l’anaconda,
est resté en deuil [516]
et il est devenu l’être le plus malheureux de la zone.

Le regret le tuait lentement…
jusqu’au jour où il mourut de tristesse

Les habitants de la rivière Amazone
ont [517] connu l’histoire
Et au final, ils ont appris que nous ne devons, en aucun cas, nous moquer d’autrui.

Moralité :

Parfois, nous sommes incroyables, mais la futilité d’un être négatif peut nous blesser.

Version corrigée

Il était une fois, dans la rivière Amazone
Deux grands prédateurs
L’Anaconda et le Caïman
Ils avaient des personnalités différentes
Dame Anaconda était dotée de sagesse
Contrairement au Caïman qui possédait une ignorance crasse.

Le Caïman éprouvait une grande jalousie envers l’Anaconda
Son brio, sa sagesse et sa manière de vivre ne plaisaient pas au Caïman
Aussi utilisait-il le point faible de l’Anaconda : son handicap mental Presqu’aucun habitant de cette rivière n’avait connaissance de ce fait
Ceci était le motif de la solitude de l’Anaconda
Mais cela la rendait chaque jour plus forte, sage et résistante face aux provocations du Caïman

Tous les jours, le Caïman beuglait :
« Cette femelle Anaconda est futile, elle passe ses journées seule ».
Sagement, l’Anaconda se retirait sans répliquer ou marmonner.
Ceci provoquait la haine du Caïman.
Comment un animal si supérieur et si puissant pourrait-il résister à de telles provocations ?

Quotidiennement, le Caïman répétait cet acte absurde.
Malgré la force de la femelle Anaconda, elle n’en pouvait plus…

Par un jour sombre, elle réfléchissait :
« Je dois régler ce problème, je n’en peux plus ! »

La question est : Comment un être si sage, s’est laissé persuader par la futilité et l’insignifiance d’un autre être ?
Elle avait pris sa décision... et rien ne la ferait changer d’idée.
« Il se sentira coupable », s’écria-t-elle intérieurement
L’Anaconda attendit impatiemment le Caïman
Et quand il arriva avec son manque de respect,
Elle pleura de toutes ses forces :
« Ça fait un moment que je suporte tes petits jeux. Mais à partir d’aujourd’hui, mon cher, je mettrai fin à ce martyre. »

L’Anaconda face aux autres animaux, mit fin à ses jours.
Ainsi prit fin son existence...
Malheureusement, elle a cédé
Et sa magnificence s’est éteinte
Mais sa mémoire sera préservée
Et elle laissera de beaux souvenirs

Le Caïman, voyant le cadavre de l’Anaconda
Prit le deuil
et devint l’être le plus malheureux de la zone

Le regret le tuait lentement…
Jusqu’au jour où il mourut de tristesse

Les habitants de la rivière Amazone
Ont eu vent de l’histoire
Et au final, ils ont appris que nous ne devons, en aucun cas, nous moquer d’autrui.

Moralité :

Parfois, nous sommes incroyables, mais la futilité d’un être négatif peut nous blesser.

7. Aurélie & Alexandra - - V

A Vaca e a Serpente

A Vaca e a Serpente

Une belle fable illustrant la discrimination liée aux différences de poids et de corpulence (Gordofobia [518]). Très peu d’erreurs grâce à votre application et à de réels efforts d’attention. Soignez cependant la ponctuation expressive lorsque vous rédigez un dialogue ! Belle leçon...18,5

Era uma noite de sexta-feira, 
Todos os animais estavam reunidos 
Na fazenda 
Para festejar o ano novo. 
Mas como sempre, uma delas não estava lá, era a vaca Muu.
A vaca era rejeitada pelo outros animais, 
Por causa da sua aparência porque ela era gorda. 
Enquanto os outros festejavam, 
Ela tava [519] no quarto dela, na frente de sua janela olhando as estrelas, chorando por sempre ser rejeitada pelos outros. 

No dia seguinte, a vaca estava indo no seu campo de soja. 
E durante o caminho, ela se encontrou com Dom Sebastião, a serpente, que estava [520] com seus amigos.
Dom Sebastião era magro, bonito e apreciado pelos outros.
Quando ele viu Muu, ele disse aos seus amigos : 
- “Olha quem tá aí [521], a gordinha da fazenda“ de modo bem forte.
- “É ! Olha ela, tão gorda que podia ser presa numa porta !” diz [522] Carlos, o cavalo. 
E todos desataram rindo. 
Diante disso, ela abaixou a cabeça e continuou a seguir seu caminho. Isso durou várias semanas, até que um dia, a vida de Muu mudou.

Uma tarde, Dom Sebastião foi na floresta para ir na fazenda vizinha.
E de repente, uma árvore caiu em cima do antipático animal rastejante que ficou preso. Os amigos da serpente que ouviram o barulho da árvore que tinha caido [523] e os gritos aflitos foram ver.
Eles viram que era Sebastião.
Tentaram ajudá-lo mas falharam porque eram muito magros.
Aí, a Muu apareceu e se propos a ajudar a tirar a serpente dessa situação.
Ela conseguiu e com esse ato de heroísmo, ele ficou muito admirado e grato por ela o ter ajudado :
- “Muito obrigado por ter me ajudado !“ sibilou Dom Sebastião.
E a Muu ligou :
- ”De nada !“ e desde desse [524] dia, os dois foram melhores amigos e nunca mais a Muu foi zumbada pelos outros.
Moralidade

Insultamos e julgamos as pessoas pela sua aparência,
sem perceber que machucamos elas.
As vezes [525], essas mesmas pessoas que você machucou, são elas que vos ajudarão nos momentos de fraqueza. [526] Nós devemos nos apoiar e aprender a amar o próximo pelo jeito que ele é : somos todos iguais, que você seja gorda ou magra, você é uma fénix.

***

La Vache et le Serpent

C’était un vendredi soir,
Tous les animaux étaient rassemblés
À la ferme
Pour célébrer la nouvelle année.
Mais comme toujours l’un d’eux n’était pas là, c’était la vache Muu.
La vache était rejetée par les autres bestiaux
À cause de son apparence car elle était grosse.
Pendant que les autres festoyaient,
Elle était dans sa chambre, devant sa fenêtre regardant les étoiles,
Pleurant car elle était toujours rejetée par les autres.
Le lendemain, la vache alla dans son champ de soja
Et en chemin, elle rencontra Dom Sebastião le serpent accompagné de ses amis. Dom Sebastião était mince, beau et apprécié de tous.
Quand il aperçut Muu, d’une voix très forte il dit à la cantonnade :
- Regardez qui est là, la grosse de la ferme !
- Et regardez-la, si grosse qu’elle pourrait être piégée dans une porte, ricana Carlos le cheval. Et tout le monde se moqua.
Face à cela, elle baissa la tête et poursuivit son chemin.
Cela dura plusieurs semaines, jusqu’à ce qu’un jour la vie de Muu changeât. Un après-midi, Dom Sebastião était allé dans la forêt pour se rendre à la ferme voisine. Et soudain, un arbre était tombé sur l’animal rampant et il se retrouva coincé. Les amis du serpent, qui entendirent le bruit de la chute de l’arbre et les cris, allèrent voir. Ils se rendirent compte que c’était Sebastião.
Ils tentèrent de l’aider mais ils échouèrent parce qu’ils étaient très maigres. Soudain Muu apparut et proposa d’aider le serpent en mauvaise posture.
Elle y parvint et par cet acte d’héroïsme, il fut très surpris et reconnaissant d’avoir reçu son aide :
- Merci beaucoup de m’avoir aidé, s’exclama Dom Sebastião.
- De rien, lui répondit Muu.
Depuis ce jour, les deux devinrent les meilleurs amis et plus jamais Muu ne fut embêté par personne.

Moralité

Nous insultons et jugeons les gens sur leur apparence, sans nous rendre compte que nous leur faisons mal. Les mêmes personnes que vous avez blessées sont celles qui vous aident dans vos moments de faiblesse. Nous devons nous soutenir et apprendre à aimer les autres tels qu’ils sont, nous sommes égaux. Que l’on soit gros ou mince, nous sommes des phénix !

8. Kaua - L

Lobo guará e o mico-leão-dourado

Um certo dia em uma floresta bem escura
no centro da Amazônia um encontro do destino ocorreu :
o lobo guará encontrou o mico leão dourado.

O lobo guará parecia triste, meio para baixo
e o mico leão vendo então essa situação
aproximou-se dele bem devagar e sussurrou :
⁃ O que te entristece, meu amigo ?
E o lobo-guará então respondeu :
⁃ Recentemente fiquei feliz pois,
eu entre muito outros animais
fui escolhido como símbolo de uma cédula
assim como você, porém entre os humanos
vi que virei « meme » e motivo de piadas
e isso me machucou.
O mico-leão-dourado vendo então tudo isso lhe disse :
⁃ Ah meu amigo, você entre muitos outros foi escolhido para representar a nota de maior valor.

Moralidade :

Não deixe ninguém dizer que não és belo pois aquele que lhe julga não conhece seu valor, uma pessoa não é bela apenas pelo físico mas sim por sua beleza interior.

Tradução

Un beau jour dans une forêt très sombre au centre de l’Amazonie
une rencontre du destin eut lieu :
le Loup à crinière croisa le tamarin lion doré.
Le loup à crinière semblait être [527] triste, un peu en manque d’estime de soi , et le tamarin lion doré voyant cela, s’approchait [528] lentement et chuchota :
⁃ Qu’est-ce qui te rend aussi triste, mon ami ? Et le loup à crinière répondît [529] :
⁃ Récemment j’étais content puisque parmi plusieurs animaux, j’ai été choisis [530] comme symbole d’une monnaie,
de la même manière [531] que toi,
mais parmi les humains je suis devenue [532] motif de leurs rires [533] [et moqueries] et cela m’a blessé.
Le tamarin lion doré, ému par son témoignage, lui répondît [534] :
⁃ Mon ami ! Toi seul entre plusieurs animaux, à [535] été choisi pour représenter la monnaie de plus grande valeur,
ne laisse donc personne dire que tu n’es pas beau
car celui qui te juge ne connaît pas ta valeur,
la beauté physique ne se compare pas à la beauté intérieure.

Moralité :

La beauté intérieure peut être milles [536] fois plus belle que la beauté extérieure, ne laisse personne te juger sans qu’elle connaisse ta vraie valeur.

9. Rayanne & Ashley - - - - - P

O Pato e o Ganso

O Pato e o Ganso

Um dia, um ganso encontrou um pato
Ficou admirado com a sua beleza
Se perguntou se poderia ser bonito dessa maneira
Mas, seria estranho e complicado
Ele seria julgado por sua maneira de voar
Ele seria julgado por sua maneira de andar
Ele seria julgado por não saber nadar
E seria julgado por querer mudar

O ganso queria ser diferente
Queria ser aceitado
Diferente dos seus verdadeiros parentes
Sonhava em ser habilitado
Ser igual ao pato, era seu desejo
Que, na verdade, era semelhante ao ganso
Mas queria mudar do mesmo jeito

Em um dia de sol, determinado o ganso estava
Foi até ao lobo-guará
Um lobo mágico que tinha na ilha de lá
E Decidiu de uma vez por toda mudar
Então pediu para ele o transformar

Quando o ganso chegou até lá
O lobo-guará lhe perguntou se ele queria mesmo mudar
O ganso então lhe respondeu que tinha certeza
E o lobo então tentou lhe explicar que ele era perfeito com ele era

Mas o ganso cabeça dura não quis escutar
E assim mesmo quis se transformar
Saindo de lá
Todos começaram a o criticar
E então o ganso entendeu o verdadeiro sentido das coisas...

Moralidade  :

« Todos nós temos uma essência diferente e cada detalhe nos torna único. Cada pessoa tem sua personalidade, não devemos nos basear pelo que apenas vemos. E assim então, devemos nos amar antes de amar aos outros »

Le Canard et l'Oie

Un jour une Oie fit la rencontre d’un Canard
Émerveillé par sa beauté ?
Il s’est [537] demandé [538] s’il pourrait un jour être beau de cette manière
Mais, ce serait étrange et compliqué
Il serait jugé par sa manière de voler
Il serait jugé par sa manière de marcher
Il serait jugé pour ne pas savoir nager
Il serait jugé pour vouloir changer

L’oie voulait être différente
Elle voulait être acceptée
Différente de ses parents biologiques
Elle rêvait d’être considérée comme un canard
Ressembler au canard était son plus grand rêve
Qui en réalité n’était pas si différent de sa forme actuelle
Mais elle voulait changer de toute manière

Un beau jour ensoleillé, l’oie était déterminée
Elle est allée jusqu’au loup-garou
Um loup magique qu’il y avait sur l’île
Elle décida d’y aller pour changer une bonne fois pour toutes
Alors elle lui demanda de la transformer

Quand l’oie est arrivée là-bas
Le Loup-garou lui demanda si elle voulait réellement changer
L’oie lui répondit donc [539] qu’elle en était sûre [540]
Le loup alors tenta de lui expliquer qu’elle était parfaite comme telle qu’elle est [541].

Mais l’oie, têtu [542], n’a pas voulu écouter
Et à quand même voulu [543] se transformer
En sortant de l’île
Tous commencèrent à se moquer d’elle
C’est alors que l’oie comprit le vrai sens des choses...

Moralité  :

“Nous avons tous des essences différentes e [544] chaque détail nous font uniques [545]. Chaque individu a sa personnalité, nous ne devons pas nous baser uniquement sur ce que nous voyons. Et ainsi, nous nous devons de nous aimer avant d’aimer les autres.”

10. Ashley & Rayane - - - - P

O Pato e o Ganso

O Pato e o Ganso

Um dia um ganso encontrou um pato
Ficou admirado com a sua beleza
Se perguntou se poderia ser bonito dessa maneira
Mas, seria estranho e complicado
Ele seria julgado por sua maneira de voar
Ele seria julgado por sua maneira de andar
Ele seria julgado por não saber nadar
E seria julgado por querer mudar

O ganso queria ser diferente
Queria ser aceitado
Diferente dos seus verdadeiros parentes
Sonhava em ser habilitado
Ser igual o pato era seu desejo
Que na verdade era semelhante ao ganso
Mas queria mudar do mesmo jeito

Em um dia de sol, determinado, o ganso estava
Foi até o lobo-guará
Um lobo mágico que tinha na ilha de lá
E Decidiu de uma vez por toda mudar
Então pediu pra ele o transformar

Quando o ganso chegou até lá
O lobo-guará o perguntou se ele queria mesmo mudar
O ganso então o respondeu que tinha certeza
E o lobo então tentou o explicar que ele era perfeito com ele era

Mas o ganso cabeça dura não quis escutar
E assim mesmo quis se transformar
saindo de lá
Todos começaram a o criticar
E então o ganso entendeu o verdadeiro sentido das coisas...

Moralidade

« Todos nós temos uma essência diferente e cada detalhe nos torna único. Cada pessoa tem sua personalidade, não devemos nos basear pelo que vemos. E assim então, devemos nos amar antes de amar aos outros »

***

Le Canard et l'Oie

Un jour une oie fit la rencontre d’un canard
Émerveillé par sa beauté
Il s’est demandé s’il pourrait un jour être beau de cette manière
Mais, ce serait étrange et compliqué
Il serait jugé par sa manière de voler
Il serait jugé par sa manière de marcher
Il serait jugé pour ne pas savoir nager
Il serait jugé pour vouloir changer

L’oie voulait être différente
Elle voulait être acceptée
Différente de ses parents biologiques
Elle rêvait d’être considérée comme un canard
Ressembler au canard était son plus grand rêve
Qui en réalité n’était pas si différent de sa forme actuelle
Mais elle voulait changer de toute manière

Un beau jour ensoleillé, l’oie était déterminée
Elle est allée jusqu’au loup garou
Um loup magique qu’il y avait sur l’île
Elle décida d’y aller pour changer une bonne fois pour toutes
Alors elle lui demanda de la transformer

Quand l’oie est arrivée là-bas
Le loup garou lui demanda si elle voulait réellement changer
L’oie lui répondit donc qu’elle en était sûre
Le loup alors tenta de lui expliquer qu’elle était parfaite telle qu’elle était...

Mais l’oie, têtu [546] , n’a pas voulu [547] écouter
Et à [548] quand même voulu se transformer
En sortant de l’île
Tous commencèrent [549] à se moquer d’elle
C’est alors que l’oie comprit le vrai sens des choses...

Moralité

“Nous avons tous des essences différentes e chaque détail nous font [550] uniques. Chaque individu a sa personnalité.
Nous ne devons pas nous baser uniquement sur ce que nous voyons.
Et ainsi, nous nous devons de nous aimer avant d’aimer les autres.”

13. Laisa - - B

Nina, a abelha

Nina, a abelha, acordou cedo.
- Que lindo dia ! – exclamava ela. Vou aproveitar para visitar minha amiga Luna.
- Alô, Luna. Posso ir aí hoje ?
- Venha, Nina. Convidarei nossas colegas para fazermos um piquenique.
Nina colocou, então, sua roupa preferida. Um vestido amarelo com listras pretas, passou batom cor-de-rosa, calçou seus sapatinhos de camurça, pegou seu pequeno guarda-chuva preto e saiu pela floresta em direção a casa de sua amiga.
Andou, andou... logo encontrando Mila, a borboleta.
- Que lindo dia ! Não acha, Mila ?
- E pra quê esse guarda-chuva preto, Nina ? Puff..
- É mesmob ! – pensou a abelha. E voltou para casa deixar o guarda-chuva.
De volta à floresta :
- Usando sapatos de camurça em tempos como esses ? Que exagero !
– Disse o gambá Tito.
Abelha tonta, hoje nem tem festa na floresta...
- É mesmo ! – pensou a abelha. E foi, mais uma vez, para casa trocar os sapatinhos.
Novamente, de volta à floresta :
- Batom cor-de-rosa ? É sério isso ? Que esquisito ! – disse Téo, o grilo falante.
- É mesmo ! – disse a joaninha. E foi para casa tirar o batom.
- Vestido amarelo com listras pretas ? Fala sério, Nina... Que feio ! Por que não usa o vermelho ?
– disse a joaninha Filomena.
- É mesmo ! – Já cabisbaixa, concordou Nina. E foi para casa trocar de vestido.

Cansada de tantas idas e vindas, Nina resmungava pelo caminho. O tempo fechou, anunciando a chuva que estava por vir ; fazendo assim a pequena abelha desistir do passeio.
Chegando em sua casa, ligou para Luna.
- Lú, deixarei a visita e o piquenique para outro dia.
- Aconteceu alguma coisa, Nina ? Questionou a amiga
– Ah ! Luna ! Acordei cedo, me arrumei bem bonita e saí andando pela floresta. Mas durante o percurso... Contou a amiga o que lhe aconteceu.
- Lembre-se, Nina, eu e as outras meninas gostamos de você do jeitinho que você é ! – dizia Luna – Não ligue para esses comentários desnecessários ! E muito menos mude seu estilo somente para agradar os outros ! Eles precisam-lhe aceitar da maneira que você é. Venha amanhã, estaremos te esperando com vários doces bem gostosos.
Na manhã seguinte, Nina acordou de bem com a vida. Colocou seu vestidinho amarelo de listras pretas, amarrou seu laço na cabeça, passou batom cor-de-rosa, calçou seus sapatinhos de camurça, pegou o guarda-chuva preto, saiu andando apressadinha pela floresta. Ignorando todos os comentários que os outros animais faziam... e só parou para descansar no conforto ao lado de suas amigas.

Moralidade

Devemos fazer nossas próprias escolhas, sem nos deixarmos levar pelas opiniões alheias.

***

Nina, l'Abeille

Nombreuses erreurs ou maladresses Accords des participes,

Nina, l’abeille, s’est réveillée tôt.
- Quelle belle journée ! s’exclama-t-elle. J’en profiterai pour visiter mon amie Luna [551].
- Salut, Luna. Est-ce que je peut [552] y aller [553] aujourd’hui ?
- Viens, Nina. J’inviterai nos collègues à faire un pique-nique. 

Nina a ensuite mis sa tenue préférée. Une robe jaune à rayures noires, enfilée de rouge à lèvres rose, elle a mis ses chaussures en daim, a sorti son petit parapluie noir et a traversée [554] la forêt vers la maison de son amie.
Elle marchait, marchait... trouvant bientôt Mila, le papillon.
- Quelle belle journée ! Tu ne penses pas, Mila ?
- Et à quoi sert ce parapluie noir, Nina ? Poof..
- C’est vrai ! pensa l’abeille. Et elle est rentré [555] chez elle pour laisser le parapluie [556].
De retour dans la forêt :
- Des chaussures en daim en temps comme ceux-ci [557] ? Quelle exagération ! - Dit la mouffette Tito. Pauvre abeille, aujourd’hui il n’y a même pas de fête dans la forêt...
- Vraiment ! pensa l’abeille. Et encore une fois, elle rentre [558] chez elle pour changer ses chaussures [559].
De retour dans la forêt :
- Rouges à lèvres rose [560] ? Sèrio [561] ? C’est bizarre ! - dit Teo, le grillon qui parle.
- C’est vrai ! - dit l’abeille. Et je suis rentré [562] chercher le rouge à lèvres.
- Robe jaune à rayures noires [563] ? Allez, Nina... Horrible ! Pourquoi tu n’utilises pas pas le [564] rouge ? dit la coccinelle Filomena.
- T’as raison... Déjà [565] découragée, acquiesça Nina. Et elle est rentrée [566] chez elle pour changer de robe.
Fatiguée de tant de va-et-vient, Nina grogna en chemin.
Le temps fermé, annonce la pluie à venir, faisant ainsi la petite abeille abandonner votre trajet.
En arrivant chez lui [567], elle appela Luna. 
- Lu, je laisse la visite et le pique-nique pour un autre jour. 
- Quelque chose est arrivée, Nina ? Demande l’amie
- Ah ! Luna ! Je me suis réveillée tôt, je me suis bien habillée et sortie dans la forêt. Mais en chemin ... Elle a racontée à son amie ce qui lui était arrivée.
- Souviens-toi, Nina ... moi et les autres filles nous t’aimons tel que tu es [568]. dit Luna - Ne te soucie pas de ces commentaires inutiles ! Ni de changer de style pour plaire aux autres ! Ils doivent t’accepter de la manière que tu es. Viens demain, nous t’attendrons avec plusieurs bonbons très délicieux.
Le lendemain matin, Nina s’est réveillée de bonne humeur. A Enfilée sa petite robe jaune à rayures noires, noué son arc sur sa tête, a mis son rouge à lèvres rose, enfile ses chaussures en daim, a pris le parapluie noir, gauche marchant précipitamment à travers la forêtgauche marchant précipitamment à travers la forêt et s’est dépêché à traverser la forêt... Ignorant tous les commentaires des autres animaux... et s’est juste arrêtée pour se reposer confortablement à côté de ses amies.

Morale

Nous devons faire nos propres choix, sans nous laisser emporter par les opinions des autres. et encore moins essayer de suivre les normes que d’autres essaient de nous imposer. Car le bonheur ne dépend que de nous-mêmes.

14. Camyly - - C

O Camarão, o amigo Caranguejo e o Peixinho

O Camarão, o amigo Caranguejo e o peixinho

Em um mar imenso aonde existem muitas criaturas marinhas
Que nos fazem sonhar e se encantar, nadar e amar,
Havia um camarão e um caranguejo.

O caranguejo vivia só, porém todo o dia estava sorrindo e feliz.
Encontrava-se com seus poucos amigos e sua namorada, Elem,
Comia, bebia, corria sempre com uma aparência contente :
Não parava de mostrar seus dentes.

O camarão já por outro lado, era triste, cansado, amargo e um fardo [569].
Tinha muitos amigos, era conhecido porém muito mal descrito.
Chamavam-no de grande metido.
Apesar disso, em sua roda de amigos, de gente amarga como limão,
Só ele tinha bom coração.

Ao acordar, pôs sua melhor casca,
Queria se amar para assim amar os outros,
Mas os outros não faziam esse esforço.
Queria ser legal, amoroso e bonito,
Mas o tratavam de mal, feioso e pequenino,
E seu dia se termina mais uma vez,
Com ele se perguntando « o que ele fez ? »
Merece ser tratado dessa forma ?
Ou apenas devesse seguir as normas ?
E então, assim ele fez,
Imitava seus « amigos » para se sentir bem outra vez,
Porém fingindo ser quem não é.
Não era feliz de jeito qualquer,
E nem se cascou com nemhuma mulher...

O caranguejo era um animalzinho do bem,
Amava senhorita Elem,
Os dois queriam ter um neném,
Porém casa grande eles não têm !

E um belo dia aonde o sol brilhava através a água do mar,
Dono caranguejo e Seu camarão vieram a se encontrar
E logo começaram a conversar.
Falaram, falavam e se escutavam,
E assim uma linda amizade criavam.

Ao verem de longe que o camarão estava feliz ao conversar
Seus « amigos » chegaram para atrapalhar :
Xingaram, insultaram e o magoaram
E até Seu Caranguejo rebaixaram.
O peixe, invejoso, balbuciou :
- Andas com esse caranguejo tolo ?
Sabia que era um escroto
Sempre andaste conosco [570]
Mas não passas de um camarão ordinário
Por isso te tratávamos como otário !

Ao ouvir essas palavras o caranguejo retrucou :

- E você, seu peixe sem coração !
Ele o considerava como um irmão
E você o trata com rejeição,
Sem mesmo ter uma noção
Que ele não precisa seguir seu padrão
Pra conseguir amar com perfeição,
E saiba que essa sua ação
É uma discriminação :
Você quer ser um charlatão
Mas magoa em vão !
Seremos felizes ao estarmos unidos
Seremos incríveis por termos juízo
Seremos fortes sem magoar ninguém
Seremos sorridentes com quem nos convém
E com quem realmente nos sentimos bem
Não esqueça que tudo que vai, vem
E desse jeito não serás feliz com mais ninguém
Por tratar todos com o mesmo ardor
Seu coração estará sem amor !

Ao ouvir, envergonhado, o peixe se foi,
Dele nunca mais ouvimos um oi,
Mas ele aprendeu que o real sentindo da amizade,
É aceitar quem está do seu lado,
Sem fazê-lo se sentir um fardo,
Mas sim com real vontade, muita lealdade e sempre com bondade.
E que para amar nunca é tarde !

Moralidade :

Ninguém pode rebaixar você por ser quem é,
Só você sabe por dentro quem você é,
Se o amam de verdade, saberão o seu valor
E por isso sempre o tratarão com muito amor
Independente da sua aparência ou inteligência
Pôs [571] o que conta é seus sentimentos e sua essência. ♥️♥️

***

Le crabe, la crevette et le petit poisson

En un immense océan où se retrouvaient plusieurs créatures marines
qui nous font rêver et s’enchantés, nager et aimer,
Il y avait une crevette et un crabe.

Le crabe vivait seul, mais tout les jours il était souriant et heureux.
Il se rencontrait avec ses quelques amis et sa petite amie, Elem,
mangeait, buvait, courrait, toujours d’un air joyeux :
Il ne cessait de montrer ses dents.

La crevette contrairement était triste, fatiguée, amère et un fardeau.
elle avait beaucoup d’amis, était connue, mais était très mal décrite.
On la nommais d’arrogante.
Néanmoins, dans sa roue d’amis, de gens amers comme le citron,
Lui seul avait un bon cœur.

Au réveil, il s’est vêtit de sa meilleure carapace,
Il voulait s’aimer pour ainsi aimer les autres,
Mais les autres ne faisaient pas cet cet effort.
il voulais être gentil, aimable et joli,
Mais on le traitait de méchant, moche et petit,
Et sa journée s’est terminée une fois de plus,
Avec lui ce questionnant « qu’est-ce qu’il a fait ? »
Mérite t-il d’être traité de cette manière ?
Ou devrais t-il simplement suivre les règles ?
Et puis, il l’a fait,
Il a imité ses « amis » pour se sentir bien à nouveau,
Mais en faisant semblant d’être qui il n’était pas.
il n’était pas heureux du tout,
Et ne conquérait aucune femelle.

Le crabe était un bon petit animal,
il aimait Mlle Elem,
Ils voulaient tous les deux avoir un bébé,
Mais il n’avaient pas un grande maison !

Et un beau jour où le soleil brillait à travers l’eau de la mer,
Don crabe et monsieur la crevette se sont rencontrer
Et ont commencé à ce parler.
Ils parlaient, on parlé et ce sont écouter,
Et ainsi une belle amitié ils ont crée.

Voyant de loin que la crevette était heureuse à discuter
Ses « amis » sont arrivés pour tout gâcher :
Ils l’ont maudit, insulté et vexé
Et même monsieur le crabe ils ont rabaissé.
Le poisson, envieux, a babilé :
- Tu traînes avec ce crabe idiot ?
Je savais que t’étais un scrotum.
Tu as toujours trainé avec nous.
Mais tu n’es qu’une crevette ordinaire.
C’est pour ça qu’on te traitait comme une débile !

En entendant ces mots, le crabe répliqua :

- Et vous, poisson sans cœur !
Il le considérait comme un frère
Et vous le traitez avec rejet,
Sans même avoir une idée
Qu’il n’a pas besoin de suivre ton modèle
Pour pouvoir aimer parfaitement,
Et sachez que votre action
C’est une discrimination :
Tu veux être un charlatan
Mais tu fais du mal en vain !
Nous serons heureux en étant unis
Nous serons incroyables pour avoir de l’esprit
Nous serons forts sans blesser personne
Nous sourirons avec qui nous convient
Et vraiment avec qui nous nous sentons bien
N’oubliez pas que tout ce qui va, vient
Et de cette façon, vous ne serez heureux personne
en traitant tout le monde avec la même ardeur
Ton cœur restera sans amour !

En entendant, honteux, le poisson est parti,
de sa part, plus jamais on a entendu un salut,
Mais il a appris que le vrai sens de l’amitié,
C’est d’accepter qui est de ton côté,
Sans lui donner l’impression d’être un fardeau,
Mais avec une réelle volonté, beaucoup de loyauté et toujours avec bonté.
Et que pour aimer, il n’est jamais trop tard !

Moralité

Personne ne peut vous rabaisser pour être qui vous êtes,
Vous seul savez à l’intérieur qui vous êtes,
S’ils vous aiment vraiment, ils connaîtront votre valeur
Et donc ils vous traiteront toujours avec beaucoup d’amour
Indépendamment de votre apparence ou de votre intelligence
Car ce qui compte vraiment ce sont vos sentiments et votre essence.

Outils & Sources

Outils - Ferramentas

Libres et gratuits... - Livres e gratuitos...

SPIP (Sistema de publicação colaborativa)
Flip-OnLine (Corretor online)
Priberam (Dicionário e conjugador)
Conjuga-me.net (Conjugador)
Reverso Contexto (Tradução em contexto)
DeepL (Tradução em contexto)
Inshot (Efeitos sonoros - Video)
Voice2v (Convertedor áudio e vídeo)
Padlet (Agregador de conteúdos)
Symbaloo (Agregador de conteúdos)

WeTransfer (Aplicativo para transferir arquivos mais pesados)

Fontes

Enciclopédias livres, colaborativas e gratuitas

Wikipédia
Wikimedia
Wiki Commons

Documents joints

Post-scriptum

- - - - - - - -

Notes

[1] A fábula, por ser uma pequena narrativa, serve para ilustrar algum vício ou alguma virtude e termina, invariavelmente, com uma lição de moral. A grande maioria das fábulas retratam personagens como animais ou criaturas imaginárias (criaturas fabulosas), que representam de forma alegórica os traços de caráter (negativos e positivos), de seres humanos.

[2] Alegoria : Figura ou modo de expressão ou interpretação que consiste em representar pensamentos, ideias, qualidades sob forma figurada.

[3] Apólogo é uma narrativa que busca ilustrar lições de sabedoria ou ética, através do uso de personagens inanimados com personalidades diversas. Servem como exemplos os clássicos apólogos de Esopo e de La Fontaine. Serve como texto moralizante não explícito na narrativa « apólogo ».
É comumente confundido com a fábula, que é focada nas relações que envolvem coisas e animais, e com a parábola, que se centra nas histórias somente entre homens e comumente possui cunho religioso (ex : Parábolas de Jesus).

[4] Esopo (Nessebar, 620 a.C. – Delfos, 564 a.C.) foi um escritor da Grécia Antiga a quem são atribuídas várias fábulas populares. A ele se atribui a paternidade da fábula como gênero literário. Sua obra, que constitui as Fábulas de Esopo, serviu como inspiração para outros escritores ao longo dos séculos, como Fedro e La Fontaine.
Malgrado sua existência permaneça incerta e pouco se saiba quanto à origem de várias de suas obras, seus contos se disseminaram em muitas línguas pela tradição oral. Em muitos de seus escritos, os animais falam e têm características humanas.

[5] Fedro foi um fabulista romano (século I d. C.) nascido na Macedônia, Grécia. Filho de escravos, foi alforriado pelo imperador romano Augusto. Seu nome completo era Caio Júlio Fedro.

[6] Jean de La Fontaine (Château-Thierry, 8 de julho de 1621 — Paris, 13 de abril de 1695) foi um poeta e fabulista francês.
A sua grande obra, “Fábulas”, escrita em três partes, no período de 1668 a 1694, seguiu o estilo do autor grego Esopo, o qual falava da vaidade, estupidez e agressividade humanas através de animais. La Fontaine é considerado o pai da fábula moderna. Sobre a natureza da fábula declarou : “É uma pintura em que podemos encontrar nosso próprio retrato”.

[7] Discriminação : « Ação ou omissão que dispense um tratamento diferenciado (inferiorizado) a uma pessoa ou grupo de pessoas, em razão da sua pertença a uma determinada raça, cor, sexo, nacionalidade, origem étnica, orientação sexual, identidade de gênero, ou outro fator. » Fonte : APAV.pt - Discriminação é a prática de tratar as pessoas de maneira diferente com base em distinções feitas sem levar em conta o mérito individual. Exemplos de categorias em que a discriminação ocorre incluem raça e etnia, religião, sexo/gênero, peso, deficiência, estatura, condições de emprego, orientação sexual e idade.

Em algumas sociedades, incluindo a maioria dos países desenvolvidos, os direitos civis de cada indivíduo, incluem o direito de ser livre de discriminação social patrocinada pelo governo.

[8] Alegoria : Figura ou modo de expressão ou interpretação que consiste em representar pensamentos, ideias, qualidades sob forma figurada.

[9] CORREÇÕES

[10] Pense em reler...

[11] Que ele tinha sonhado... Destroi a rima mas corresponde à concordância dos tempos...

[12] Pense em escolher entre o « tu » e o « você »...

[13] Talvez pouco úteis, as duas últimas linhas...

[14] Confusão no sujeito : quem fala ? Coruja ou Sabiá... ?

[15] Que estás sentindo... É preciso escolher entre o « tu » e o « você »...

[16] Pensará... Futuro, acento !

[17] Uma boa releitura nunca é inútil... Recuperava...

[18] Concordância dos tempos - anterioridade : « tinha falado »...

[19] Que bom que estejas... Subjuntivo

[20] Lhe ou « te » ?

[21] Tu foste =/= vós fostes !

[22] Tudo o que...

[23] lhe fez jurar

[24] Dependência

[25] Tous

[26] Redondance

[27] Quitta...

[28] Tous les deux

[29] Cette euphorie a duré

[30] Se mit...

[31] Qu’on n’était pas faits...

[32] Différents

[33] Je reviendrai. Futur

[34] Futur : je t’aimerai

[35]  ?

[36] Que se passe-t-il

[37] La force de...

[38] Hibou, singulier

[39] qui a...

[40] Hibou, singulier

[41] Hibou, singulier

[42] Ne s’est même pas...

[43] Accéléré

[44] Éploré. Pléonasme : Éploré = en pleurs

[45] Il a regretté

[46] Plus la force de parler

[47] Ne manquerait...

[48] Démontrer

[49] Il écouterait

[50] S’est excusé

[51] Pense em reler......

[52] Reler...

[53] Observe as regras da pontuação...

[54] Tempos : têm de ser conjugados em concordância.

[55] onça

[56] Use os travessões para dar forma ao diálogo...

[57] Conjugação pronominal, reflexa : pense no hífen - « ajudá-la ».

[58] Evite as abreviaturas em uma publicação...

[59] Aqui, espera-se um condicional.

[60] Pontuação

[61] A releitura é necessária. O que é que você queria dizer ?

[62] Virou-lhe as costas ?

[63] Mais tarde... ?

[64] Hífen.

[65] Queria dizer « como consegui » ?

[66] Falta o hífen.

[67] Aplaudindo ?

[68] Flexão

[69] A palavra « doque » não existe...

[70] Não levaria a nenhum...

[71] Às vezes...

[72] O acento circunflexo aqui desaparece...

[73] Noire. Ici, le chat s’adresse à la panthère !

[74] Amie. Ici, le chat s’adresse toujours à la panthère !

[75] Devenue. C’est la panthère qui parle !

[76] S’enfuya. Concordance des temps...

[77] Un passé simple eut été plus élégant... et cohérent.

[78] Peu importait

[79] Maladroit. On agit... ?

[80] Tout de suite, Aussitôt

[81] L’ont croisé, dépassé...

[82] Le Jaguar...Il... Ou « la femelle jaguar »

[83] La morale... Ou la moralité.

[84] Ici, c’est un verbe : a

[85] Não falta no título um personagem... ?

[86] Lobo-guará : loup à crinière. Saber mais...

[87] A « licença poética » oferece certas liberdades aos autores... Você se apoderou dessa liberdade ! A grafia correta seria evidentemente « raposa »...

[88] Pontuação...

[89] Pontuação...

[90] Por que...

[91] Chacota : ato de rir de outras pessoas. Moquerie.

[92] Pontuação... « Perguntar + preposição a » = lhe perguntou...

[93] Pontuação...

[94] Pontuação...

[95] Pontuação...

[96] Sequer

[97] Também se diz « dar-se ao trabalho de »...

[98] acabara, sem acento - aqui, não se trata de um futuro... !

[99] Pontue !

[100] Por que...

[101] Ofensivas

[102] « que tu, como macho,... »

[103] Impróprias

[104] começou

[105] Tempo ! - acabara

[106] Tempo ! - causara

[107] Aqui se espera um futuro !!! Se prostrará

[108] Flexão - Plural !

[109] Flexão - Plural !

[110] por

[111] Pense em reler... Está !

[112] « etc. », sem conjunção coordenativa...

[113] Maior !

[114] Sufocá-los

[115] à

[116] Sem acento ! - não é um futuro !

[117]  ! !! Evite abreviaturas...

[118] *Tapajós* : Um dos maiores rios do Amazonas no norte do Brasil.

[119] *Caroços de açaí * Fruto-semente do qual se extrai a polpa do açaí, originária do norte do Brasil e da cultura indígena. Saber mais

[120] Farpas  : piques

[121] Súdito : sujets, soumis...

[122] *Desdenha* : o ato de tratar com desprezo. Dédain

[123] *Presunçoso* : aquele que se acha superior, acima dos outros.

[124] Entrer. « Rentrer » suppose une action antérieure...

[125] « Dissipant » serait suffisant... en évitant la préposition « en », lourde et peu nécessaire, ici.

[126] Tout l’enthousiasme...

[127] Un peu maladroit... Je n’aperçois serait plus léger.

[128] Sur mon chemin

[129] Un peu familier...

[130] Tout de suite, Aussitôt

[131] L’ont croisé, dépassé...

[132] Le Jaguar...Il... Ou « la femelle jaguar »

[133] La morale... Ou la moralité.

[134] Tout de suite, Aussitôt

[135] L’ont croisé, dépassé...

[136] Le Jaguar...Il... Ou « la femelle jaguar »

[137] La morale... Ou la moralité.

[138] Pense em reler......

[139] Reler...

[140] Observe as regras da pontuação...

[141] Tempos : têm de ser conjugados em concordância.

[142] Use os travessões para dar forma ao diálogo...

[143] Conjugação pronominal, reflexa : pense no hífen - « ajudá-la ».

[144] Evite as abreviaturas em uma publicação...

[145] Aqui, espera-se um condicional.

[146] Pontuação

[147] A releitura é necessária. O que é que você queria dizer ?

[148] Virou-lhe as costas ?

[149] Mais tarde... ?

[150] Hífen.

[151] Queria dizer « como consegui » ?

[152] Falta o hífen.

[153] Aplaudindo ?

[154] Flexão

[155] A palavra « doque » não existe...

[156] Não levaria a nenhum...

[157] Às vezes...

[158] O acento circunflexo aqui desaparece...

[159] Ponctuez !

[160] Ponctuez ! Et pensez aux traits d’union...

[161] Accord...

[162] Qu’y a-t-il...

[163] On ou ont ?...

[164] Accord

[165] Ils ont eu... Le participe passé ne s’accorde pas ici.

[166] Tord ou tort... ?

[167] Je suis allée

[168] loin - invariable !

[169] Finit...

[170] Accord...

[171] Se sont excusés...

[172] se sont rendu compte...

[173] L’égalité

[174] Accord

[175] , estamos todos a ser misturados tudo mundo tem a sua própria maneira de viver e de se vestir para com esta desigualdade entre vocês põem um fim ao racismo porque somos todos iguais não é porque o outro não tem a mesma cor de pele que isso significa que você são diferentes nós somos todos seres humanos, que comem, que se alimentam contem todos um corpo humano têm a todos olhos para olhar, uma boca para falar.[[Este longo períodoprecisa de ser pontuado !!!

[176] Legalidade ou igualdade ?...

[177] il était resté...

[178] gentiment

[179] Concordance des temps...

[180] Alors...

[181] pas

[182] Ronronna

[183] faites

[184] Tu ou vous ? En français, il faut faire un choix et s’y tenir...

[185] sentit

[186] alors

[187] partit

[188] réfléchit

[189] avait

[190] partit

[191] cria

[192] l’attitude

[193] eue

[194] allé manger

[195] Morale

[196] Espaço depois de uma vírgula...

[197] Urubu

[198] Os tempos não condizem...

[199] Entendo-lhe ou entendo-o... ?

[200] Reflete

[201] Há um pronome « se » a mais...

[202] Faz ou faça... ?

[203] Que saem... ?

[204] Le Paresseux à trois doigts est aussi appelé Paresseux à gorge claire, Mouton paresseux ou Aï...

[205] Atenção ! Passado ou presente !!!?

[206] Sentia - (passado !)

[207] ACompanhada...

[208] está

[209] Não escute (você)

[210] Você, sem cedilha !

[211] Vocês, sem cedilha !

[212] Falta o título !

[213] les coatis

[214] Dans une fable ou un conte, nous éviterons les « etc. »

[215] Tous ces animaux !

[216] Il y avait...

[217] Qui s’appelait...

[218] Ont été...

[219] Chassés !

[220] Leur terre natale !

[221] Ils ont été séparés

[222] Accord !

[223] Avoir pitié, au singulier...

[224] l’ont mis...

[225] Accord !

[226] Pluriel : ne voulurent !

[227] Ni lui parler...

[228] Il chuchotaiT

[229] Ce qu’ils avaient...

[230] Il était...

[231] Avec qui parler

[232] TouteS les personneS

[233] Trouvaient

[234]  !!!

[235] L’ignoraient...

[236] Il priT

[237] aux méchants commentaires

[238] Il grandit...

[239] Et devint...

[240] Crois en tes capacités...

[241] et réalise tes têves

[242] Les Coatis

[243] Vous vouliez dire « pantaneiro » ?

[244] tous ces...

[245] Pontue

[246] L’ont mis...

[247] De nouveaux amis

[248] Concordance des temps maladroite

[249] ne voulurent

[250] Regarde ses couleurs

[251] Pluriel

[252] Nous sommes dans une fable. Les explications entre parenthèses n’ont pas lieu d’être.

[253] trous

[254] Ni. On ne dit pas (ni n’écrit) « et ni »...

[255] Accords

[256] Ponctuez mieux...

[257] Comme d’habitude

[258] Cheval pantaneiro

[259] Pluriel !

[260] Accord

[261] S’entraîner dur

[262] Faire du sport sa profession

[263] qui s’appelait

[264] grandit

[265] Répétition

[266] crois en toi

[267] Capybara ou Cabiaï

[268] en mangeant

[269] De haut en bas ou de bas en haut. Ou bien : la toisa...

[270] me donner

[271] votre

[272] le manger (le fruit...)

[273] le

[274] en essayant de trouver

[275] L’anacardier est l’arbre... Le fruit est le cajou

[276] aussitôt

[277] Tu ou vous ???

[278] Desesperadamente

[279] Cale-se

[280] Comê-la

[281] estragá-la

[282] Falta um título...

[283] Fábula ou conto... ?

[284] Xícara

[285] Trémulo

[286] Água

[287] Será que você queria dizer »O que... ?

[288] Sempre um espaço depois das reticências...

[289] Aparências

[290] Pontue !

[291] A moralidade tem que ser formulada, mais desenvolvida...

[292] Le Paresseux à trois doigts est aussi appelé Paresseux à gorge claire, Mouton paresseux ou Aï...

[293] Qual é o sujeito... ? A flexão está correta ?

[294] Partir...

[295] Intertítulo ou frase ?

[296] Hamster

[297] Conjugação : aqui, o erro admite-se, por ser coloquial. Na linguagem acadêmica, teríamos um infinitivo

[298] Conjugação : aqui, um infinitivo

[299] Vocês escolheram nesta fábula o uso « unilateral » da linguagem coloquial. Portanto, tolera-se o erro de conjugação na segunda pessoa : tu éS.

[300] À

[301] Enquanto o ? Ou... Pontue !

[302] Reflete

[303] Flexão...

[304] Inferior + a = inferior às outras...

[305] J’étais en promenade avec...

[306] Devant lequel se trouvait...

[307] Sans parler des odeurs...

[308] Accord !

[309] Regarde...

[310] Je vais faire un tour là-bas...

[311]  ?

[312] qui n’as...

[313] Indigné, le rat répond...

[314] Tous les jours...

[315] Des câlins, ou cajoleries...

[316] Si vous êtes logique, vous restez ici dans le »bien parlé". Donc, il faut la double négation...

[317] Très

[318] Parlez-moi... Alors on pourra discuter...

[319] Retourne à sa vie

[320] Vous êtes certain... ? Il se reflète... Ou réfléchit... ?

[321] Accord avec le sujet... Pluriel !

[322] Accord : inférieure

[323] Tous ces animaux !

[324] Il y avait...

[325] Qui s’appelait...

[326] Ont été... Ici, on attendrait plutôt « avaient été chassés... »

[327] Chassés !

[328] Leur terre natale !

[329] Ils ont été séparés

[330] Accord !

[331] Avoir pitié, au singulier...

[332] l’ont mis...

[333] Accord !

[334] Pluriel : ne voulurent !

[335] Ni lui parler...

[336] Il chuchotaiT

[337] Ce qu’ils avaient...

[338] Il était...

[339] Avec qui parler

[340] TouteS les personneS

[341] Trouvaient

[342]  !!!

[343] L’ignoraient...

[344] Il priT

[345] aux méchants commentaires

[346] Il grandit...

[347] Et devint...

[348] Crois en tes capacités...

[349] et réalise tes rêves

[350] Capybara ou Cabiaï

[351] Falta um título...

[352] Xícara

[353] Trémulo

[354] Água

[355] Será que você queria dizer »O que... ?

[356] Sempre um espaço depois das reticências...

[357] Aparências

[358] Pontue !

[359] A moralidade tem que ser formulada, mais desenvolvida...

[360] Fora : verbo ?

[361] Repetições

[362] de partir

[363] Logicamente, esperava-se um singular (sujeito a presença)...

[364] Título ou frase ?

[365] Conjugação : aqui, um infinitivo

[366] Linguagem coloquial, tolera-se o erro. Conjugação : aqui, um infinitivo

[367] Vocês escolheram nesta fábula o uso « unilateral » da linguagem coloquial. Portanto, tolera-se o erro de conjugação na segunda pessoa : tu éS.

[368] Sem a ajuda de um humano

[369] Volta à sua vida...

[370] Ele reflete...

[371] Representam...

[372] Inferiores às outras...

[373] Responder a todas as ofensas

[374] Masculin ou féminin... ?

[375] Personne ne pouvait...

[376] Les mit en garde...

[377] Toi qui es... (= Tu es...)

[378] Jaguars ou jaguares ?... Além disso, seria « onça-pintada » em português do Brasil, jaguar sendo a palavra portuguesa europeia. Também conhecida como onça-preta, no caso dos indivíduos melânicos, é uma espécie de mamífero carnívoro da família Felidae encontrada nas Américas.

[379] Contradizê-los...

[380] A onça-parda, em português brasileiro, ou puma em português europeu. Nome científico : Puma concolor), também conhecida no Brasil por suçuarana e leão-baio, é um mamífero carnívoro da família Felidae e gênero Puma, nativo da América.

[381] Não define...

[382] Espaço depois de uma vírgula...

[383] Urubu

[384] Os tempos não condizem...

[385] Entendo-lhe ou entendo-o... ?

[386] Reflete

[387] Há um pronome « se »a mais...

[388] Faz ou faça... ?

[389] Que saem... ?

[390] il était resté...

[391] gentiment

[392] Concordance des temps...

[393] Alors...

[394] Tu ou vous ? En français, il faut faire un choix et s’y tenir...

[395] réfléchit

[396] avait

[397] cria

[398] allé manger

[399] Morale

[400] Não se trata de uma frase !

[401] Uma vírgula, aqui, seria bemvinda

[402] Está à beira ...

[403] Pontue...

[404] Pontue o diálogo...

[405] Pontue a parte dialogada...

[406] Falta um ponto de interrogação ou de exclamação.

[407] A pontuação não é expressiva.

[408] Pontue...

[409] Pontue...

[410] Escolha entre o « tu » e o « você » !

[411] Pontue...

[412] « A não ser », sem acento !

[413] Evite as repetições : mas, beija-flor... Procure palavras equivalentes, sinônimos ou perífrases...

[414] Dois pontos...

[415] Pontue...

[416] Pontue...

[417] não

[418] « Foi caindo » ou « foram caindo »... ?

[419] inteligência

[420] Dupla negação aniquila a negação !

[421] Pôde

[422] Flexão - Sempre serão recompensadas.

[423] Flexão - Definem...

[424] As-tu

[425] As-tu de bonnes nouvelles... Devant un adjectif, on préférera « de » à « des ». (Ex. Faire de grandes choses, manger de bons gâteaux...)

[426] Tous ces problèmes - masculin ! Ici, il aurait fallu écrire "tous les problèmes qui lui tombaient dessus...

[427] Partirait !

[428] serait

[429] Ponctuez !

[430] C’est à ton tour...

[431] Tout ira pour le mieux...

[432] Que son amie ignorait...

[433] Elle eut...

[434] « Gazouilla ». Ici, passé simple et non subjonctif !

[435] Pourquoi un passé composé ici ?

[436] Il faut découper votre phrase et la ponctuer !

[437] Il n’aurait

[438] « Au » tournoi ou « aux » tournois ?...

[439] c’est au tour...

[440] élaboré

[441] Il était...

[442] Phrase maladroite...

[443] Se sont mis...

[444] Il les a suivis...

[445] Qui passaient devant lui, ou qui le dépassaient...

[446] Car il avait pris... Concordance des temps !

[447] à encourager

[448] Eut

[449] Il a appris

[450] Choisir entre le « on » et le « nous »... et s’y tenir !

[451] Queria dizer « Ora »... ?

[452] Por que...

[453] Vous aviez écrit « pourquoi était-elle » alors que nous étions dans un discours indirect...

[454] entre

[455] « Réduire » ou « tenter de réduire »

[456] « Muito » ! Aqui, é um advérbio, invariável...

[457] Flexão : não me abalariam (as palavras)

[458] Chegar a ser...

[459] Também

[460] Pontue !

[461] Maiúscula e pontuação...

[462] Pontue !

[463] Tudo o que...

[464] Pontue !

[465] Flexão ! Coisas ruins...

[466] Flexão ! As desculpas...

[467] Vivaient

[468] Tous deux...

[469] Jaloux et amer comme le fiel...

[470] Tandis que le pitbull Isaac, pourtant fort, était aussi doux que le miel...

[471] Elle ne va pas venir...

[472] De la matière...

[473] Survint

[474] T’abattre...

[475] Intolérante ou intolérable... ?

[476] Ponctuez mieux...

[477] De plus en plus d’argent...

[478] Qu’il n’avait plus personne à qui parler...

[479] Contrário. Pense em acentuar.

[480] Mas é um animal...

[481] Que não era a dela...

[482] Sairão (futuro) ou saíram (passado).... ?

[483] falta aqui uma vírgula...

[484] Falta aqui um « que »...

[485] Estava planejando

[486] Esta ou está...

[487] Pontue !!!

[488] Para ou pára...

[489] Você é o único...

[490] Se fiar a ou à ou na... ?

[491] On peut traduire « Dona » par « Dame »...

[492] Accord - Était aimée de tous...

[493] Léopard, pensez aux accents !

[494] Malfamé

[495] Accord... « ne savaient pas »...

[496] Tous deux (Comme « tous les deux »...)

[497] Accord !

[498] Dès leur entrée (à chacun...

[499] Accent (était)

[500] Evitez les répétitions !

[501] Pensez à ponctuer !

[502] S’empressa de

[503] Maladadroit

[504] Fut choqué, sans accent car ce n’est pas un subjonctif...

[505] Choqué par ce qu’il venait de se produire...

[506] Aux apparences

[507] Enlevez « il y avait », c’est redondant ! Il était une fois deux prédateurs...

[508] Ponctuez !

[509] Aussi utilisait-il...

[510] « Presqu’aucun habitant de cette rivière... » serait plus léger et élégant...

[511] Ponctuez votre dialogue en respectant les règles...

[512] Elle avait pris sa décision...

[513] Cria ou songea... ?

[514] Ici, on aurait davantage attendu un passé simple, marquant l’aspect ponctuel du moment...

[515] Ainsi prit fin l’existence...

[516] Maladroit

[517] Ont eu vent de l’histoire

[518] Gordofobia é a aversão à gordura e às pessoas que estão acima do peso, fazendo com que se sintam inferiores aos outros. “Preconceito, tratar mal, desmerecer ou fazer a pessoa acima do peso se sentir inferiorizada são características que indicam a gordofobia”, analisa a nutróloga Ana Luisa Vilela.

[519] Estava - « Tava » = Coloquial

[520] Que se divertia... Sempre é bom eitar « estar », « ser » e outros verbos muito comuns...

[521] Aqui, no diálogo, você pode conservar um modo de falar coloquial, para dar « mais vida » ao discurso direto...

[522] Tempo ! Disse !!! Ou melhor : « relinchou », já que se trata de um cavalo...

[523] Que tinha caído... Pense nos acentos !

[524] Desde esse dia - A palavra « desde » já contém a preposição « de »...

[525] Às vezes...

[526] Espaço depois de um ponto !

[527] bien

[528] s’approcha

[529] Répondit

[530] choisi

[531] Tout comme toi

[532] devenu

[533] source de moqueries

[534] Répondit

[535] as été

[536] mille = invariable

[537] Celui-ci, le canard...

[538] se demanda : concordance des temps

[539] Evitez le « donc » dans une fable...

[540] Certaine

[541] Parfaite telle qu’elle était. Telle que (sans « comme ») et concordance des temps...

[542] Accord ! - têtue

[543] Elle a voulu...

[544] « E » ou « et » ? Pensez à vous relire...

[545] Chaque détail nous rend unique... Chaque, chacun, singulier...

[546] têtue

[547] Ne voulut. Concordance des temps...

[548] a, le verbe, pas la préposition...

[549] Mauvaise construction... (Le sujet est celui qui sort, ici...)

[550] Nous rend... « Chaque » est toujours au singulier...

[551] Pour rendre visiste à...

[552] Je peux

[553] Venir

[554] Elle a traversé...

[555] Accord - Elle est rentrée...

[556] Son parapluie

[557] Par ce temps...

[558] Elle rentra... Concordance des temps.

[559] Pour changer de chaussures

[560] Du rouge à lèvres rouge

[561] Tu es sérieuse ?!

[562] Accord - Je suis rentrée...

[563] En français, l’article n’est pas facultatif comme en portugais : Une robe jaune...

[564] Pourquoi tu ne mets pas La rouge (robe)

[565] Déjà ici est inutile.

[566] Concordance : elle rentra ou retourna...

[567] Arrivée chez elle...

[568] Telle que tu es

[569] Verificar...

[570] Conosco (Br) - Connosco (Pt)

[571] Pôs ou pois... ?